segunda-feira, 4 de junho de 2012

A atriz mirim Ana Karolina de "Avenida Brasil" é criada por seus dois pais


A atriz mirim Ana Karolina de "Avenida Brasil" é criada por seus dois pais (o tio e seu parceiro). Quando pergunta sobre como é ser criada por dois homens a menina [que é órfã] responde tranquila: "Eles têm atitudes normais de pais: educam, repreendem, dão amor, carinho, ajudam quando preciso me arrumar." AMOR DE SOBRA Atriz mirim de Avenida Brasil tem dois pais na vida real 08.05.2012 Texto: Wilson Nemov Enquanto o Brasil torce por Roni, personagem de Daniel Rocha em Avenida Brasil, por trás das câmeras, uma menina de apenas 12 anos é quem rouba a cena. Anna Karolina Lannes que interpreta Ágata, a filha de Carminha (Adriana Esteves), na vida real tem dois pais. A atriz-mirim é orfã de mãe e foi criada por seu tio, Fábio Lopes e seu companheiro, o dermatologista João Paulo Afonso. Em entrevista a “Contigo!”, Anna, que foi abandonada por seu pai biológico, comentou: “Acho que por causa disso aprendi que a gente tem que dar valor a tudo. Pois só damos valor quando se perde, né?” 08/05/2012 - 08:58 Ana Karolina sobre ter dois pais: ''Eles têm atitudes normais de pais: educam, repreendem, dão amor, carinho, ajudam quando preciso me arrumar'' Órfã, atriz de Avenida Brasil é criada pelo tio e seu companheiro Por Fabiana Loiacone Foi com um sorriso aberto e um abraço apertado que Ana Karolina Lannes, 11 anos, recebeu a equipe de CONTIGO! no Lady Fina Café e Bristô, na Vila Mariana, em São Paulo. Atualmente no papel de Ágata, a filha maltratada de Carminha (Adriana Esteves) e Tufão (Murilo Benício), em Avenida Brasil, da Globo, a atriz mirim começou a carreira aos 5 anos. ''A Adriana (Esteves) ficava preocupada no início da novela, dizia que tudo o que ela fazia nas cenas não era pessoal. Mas sei separar a realidade da ficção. Ficaria louca se levasse para minha vida'', comenta Ana. A menina já participou das tramas Duas Caras (2007), Ciranda de Pedra (2008) e Tempos Modernos (2010). Superfalante, ela nunca conheceu o pai e perdeu a mãe, Liane Lannes, quando tinha apenas 4 anos. Hoje, Ana é criada por dois pais: o comissário de bordo Fábio Lopes, 35, seu tio por parte de mãe, que tem a guarda há sete anos, e seu companheiro, o dermatologista João Paulo Afonso, 30. ''Seis meses antes de a minha irmã falecer, ela pediu que, caso algo acontecesse, era para eu cuidar da Ana. Lutei muito pela guarda. O juiz não queria me dar'', explica Fábio. Nascida em Sapucaia do Sul, próxima a Porto Alegre, Ana se mudou para São Paulo. Com incentivo do tio, entrou para uma agência de jovens talentos e passou a fazer testes. Hoje, ela se divide entre a capital paulista, onde mora com os pais, e Rio de Janeiro, local de seu trabalho. No Rio, Ana passa a semana com a meia-irmã Letícia, 22. ''Levanto às 6h e vou para a escola. Este ano a minha menor nota foi 9! Às 13h, o motorista da Globo me pega em casa e só volto às 22h. Deito por volta das 23h. À noite é o melhor momento para decorar os textos da novela. Tento me esforçar ao máximo. Estou lutando para conseguir um contrato'', explica a atriz. Como sua mãe faleceu? Eu estava assistindo TV na sala quando bateram no portão, saí para ver e era uma daquelas vendedoras de produtos de beleza. Ela perguntou pela minha mãe, então, fui chamá-la. Bati na porta do quarto várias vezes, mas ela não abriu. Avisei para a vendedora que ela estava dormindo. Nesse momento, ouvi um barulho muito grande. Entrei desesperada e fui direto para o quarto. Minha mãe estava caída no chão, entre a cama e a parede. Eu perguntava o que tinha acontecido, mas ela não respondia, não conseguia falar. Liguei para a emergência, mas pensaram que era trote. Pedi ajuda para uma vizinha, que chamou o resgate. Mas, infelizmente, ela chegou praticamente morta ao hospital. Disseram que ela teve um AVC (acidente vascular cerebral). Se tivesse sobrevivido, iria ficar vegetando. Como lidou com essa situação? Eu me sentia culpada, muito culpada. E chorava muito por causa desse sentimento. Na minha cabeça, podia ter feito algo. Passei por um psicólogo até consegiur superar esse sentimento. Quais lembranças tem de sua mãe? Ela usava roupas justas, adorava esmaltes vermelhos. Lembro-me de que lia histórias para mim na casa da árvore feita pelo meu padrasto (Antônio). Como vivi pouco tempo com ela, não sofri tanto como minhas irmãs (Letícia, 22, e Juliane, 30). Penso que, se minha mãe não tivesse ido, talvez eu não teria iniciado minha carreira. Quando morava no Sul, minha vida era bem humilde. Deus sabe o que faz. Como foi a adaptação com seu tio? Não o conhecia. Tive medo. A Veridiana, uma afilhada da minha avó (Tereza), que era como se fosse uma mãe para mim, veio morar comigo em São Paulo até eu me acostumar. Depois que começamos a criar uma relação afetiva e vi suas atitudes como pai, a adaptação foi fácil. Como é ser criada por dois pais? É tranquilo. Eles têm atitudes normais de pais: educam, repreendem, dão amor, carinho, ajudam quando preciso me arrumar. Tive uma babá que falava: ''Coitada de você quando menstruar e for namorar. Imagine você sozinha com dois homens (risos)!'' Mas tenho certeza de que, quando isso acontecer, eles vão saber o que fazer. Quem é mais durão em casa? O tio João. Ele é turrão. Quando fala algo, não cede. Agora, o tio Fábio é maleável. Consigo dobrá-lo facilmente (risos). Meu signo é Touro. Então sou um pouco respondona. Mas, toda vez que brigo com meus pais, peço desculpas. LEIA ENTREVISTA COMPLETA NA EDIÇÃO DE CONTIGO! QUE CHEGA ÀS BANCAS NESTA QUARTA-FEIRA (9) Marcos Rosa

Adoção é prejudicada pela expectativa dos futuros pais


Aliar a realidade das crianças disponíveis em abrigos e a expectativa das pessoas que se habilitam para o processo é o grande desafio da Justiça quando se fala em adoção como medida protetiva, informou o juiz de Vara da Infância e Juventude do Foro Regional da Lapa, em São Paulo, Reinaldo Cintra Torres de Carvalho (foto). A afirmação foi feita durante o Seminário “Questões Práticas e Desafios da Adoção”, realizado nesta sexta-feira (25), no Salão Pleno do Tribunal de Justiça do Espírito Santo. “As pessoas querem adotar as crianças que não temos no abrigo”, afirmou o magistrado, que ainda pontuou a preferência por meninas recém-nascidas de raça branca, quando a maioria dos menores em abrigos é de crianças negras e pardas entre dois e oito anos. O palestrante ainda pontuou que é preciso priorizar os atendimentos às famílias que necessitam da Justiça para que tenham condições de serem resgatadas, levando em conta a diferença social e a visão de mundo. E lembrou que as Varas da Infância e da Juventude são porta de entrada do Poder Judiciário para as pessoas menos favorecidas. “Somente procuramos dar uma nova família quando os adultos que cuidam dessas crianças são incompetentes para administrar o vínculo de amar, de dar carinho e proteção”, finalizou. A dificuldade de unir desejo dos pais e necessidade das crianças também foi abordado pela promotora de Justiça que coordena o Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude do Ministério Público Santa Catarina, Priscila Linhares Albino, na palestra “Destituição do Poder Familiar: Qual o melhor interesse das crianças”. A promotora ressaltou ainda a importância da observância da Lei e o respeito ao Cadastro de Adoção para a transparência e efetividade das adoções no Brasil. “Há casos de pessoas que pegam a crianças sem autorização da Justiça, somem por oito meses a um ano e só depois pedem a guarda. Sou meio radical em relação a isso, para mim é sequestro e a criança, se tiver menos de um ano, deve ser devolvida à Justiça para ser adotada pelo primeiro habilitado da lista”, informou. Priscila Linhares Albino lembrou que é preciso, durante todo o processo, respeito à condição individual da criança. “É preciso haver respeito, e não como uma mercadoria. Elas também não devem ser vistas como coitadas. Para isso, é preciso cumprir a observância da Lei”, ponderou a promotora. Fonte: Assessoria de Comunicação do TJES

domingo, 3 de junho de 2012

Paraense de 13 anos é adotado por um casal dos Estados Unidos


01/06/2012 18h44 - Atualizado em 01/06/2012 19h17 Paraense de 13 anos é adotado por um casal dos Estados Unidos Menino estava em um abrigo de Belém e agora vai morar no Alabama. Este é o 3º caso de adoção internacional autorizado pela Justiça do Pará. Um adolescente de 13 anos, nascido no Pará, foi adotado por um casal de americanos, em Belém, nesta sexta-feira (1º). A adoção foi promovida pelo Tribunal de Justiça do Estado (TJE), por meio da Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional (Cejai), que é presidida pela desembargadora Dahil Paraense. Este é o terceiro caso de adoção de um paraense por estrangeiros em 2012, informou a assessoria do TJE. O menino estava em um abrigo do Estado. O processo de adoção está prevista na legislação, mas é longo e criterioso. O jurista Zeno Veloso explicou que casos desse tipo só ocorrem quando não há interesse dos brasileiros pelas crianças ou adolescentes disponíveis para a adoção. Os estrangeiros candidatos passam por uma verificação rigorosa, durante o processo. Uma equipe multidisciplinar acompanha passo a passo os trabalhos. A adoção do menino, nesta sexta-feira, “deve ter sido feita com muito cuidado”, considerou Veloso. “A criança vai ser bem amparada”, afirmou o jurista, ao enfatizar os critérios adotados hoje no Brasil para a adoção internacional. A assessoria de imprensa do TJE não informou detalhes sobre o casal que adotou o menino paraense. Mas adiantou que os pais adotivos do adolescente são um auditor fiscal e uma contadora do estado do Alabama. Eles “já possuem quatro filhos biológicos e ainda pretendem adotar as duas irmãs, de 10 e 15 anos, do menino paraense”, informou o site do TJE. O adolescente está passando por um período de adaptação com a família, tempo em que também está aprendendo a falar inglês. Em julho, deverá seguir em definitivo com a família para os EUA.

No Brasil, mais de 5 mil crianças e jovens estão aptos para adoção


03/06/2012 07h07 - Atualizado em 03/06/2012 09h04 No Brasil, mais de 5 mil crianças e jovens estão aptos para adoção Cerca de 40 mil crianças e adolescentes vivem em abrigos em todo o país. Número de pretendentes a pais passa de 28 mil. Adotar uma criança implica em enfrentar uma série de dificuldades, como os processos e o tempo de espera. Segundo o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), quase 40 mil crianças e adolescentes vivem em abrigos em todo o país. Destes, 5. 240 estão aptos a serem adotados e esperam que a justiça defina seu destino: voltar para a família biológica ou ser encaminhados para adoção, como informa o Globo Comunidade. A funcionária pública Ângela Maria Azevedo Ramos e o marido estão inscritos desde 2007 no programa, mas a burocracia tem atrapalhado o sonho do casal. Ângela disse que eles são o sétimo da fila, mas como os outros casais querem adotar recém-nascidos, a fila está parada até que isso aconteça. Ela não faz questão de bebês. A funcionária pública contou ainda que já tem casa e até o quarto para receber o futuro filho ou filha. A expectativa é grande. Assim como a ansiedade, uma vez que eles não têm idéia de quando tudo isso sairá do papel. Segundo o CNA, que reúne informações sobre crianças e jovens disponíveis para a adoção e pessoas interessadas em adotar, o Brasil comemorou no dia 25 de maio o Dia Nacional da Adoção com 5.240 crianças e adolescentes ainda à espera de uma nova família. O banco de dados acelera procedimentos, facilitando o desenvolvimento de políticas públicas nesta área e também permite o conhecimento da realidade dessas crianças e adolescentes. Além disso, propicia maior transparência e segurança nos processos e o melhor cumprimento dos melhores interesses das crianças e adolescentes. Mais de 28 mil candidatos a pais Segundo levantamento do último dia 22, o número de pretendentes continua cinco vezes maior que o de crianças e adolescentes aptos a serem adotados, com um total 28.041 inscritos em todo o país. Nicolau Lupianhes, juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça e coordenador do CNA, lembrou que o perfil exigido pelos inscritos no cadastro ainda é a principal barreira para a inserção das crianças e jovens em uma nova família. De acordo com o levantamento, das crianças e adolescentes disponíveis para a adoção, 45,92% são pardas, 33,8% brancas e 19,06% negras. Um total de 77,16% dessas crianças têm irmãos, sendo 35,99% com o familiar também inscrito no Cadastro Nacional de Adoção. O relatório dos pretendentes, por sua vez, mostra que apenas 18,08% estão dispostos a adotar irmãos. A maioria dos cadastrados (82,45%) deseja apenas uma criança. Com relação à raça, 90,91% dos interessados aceitam adotar brancos, 61,87%, pardos e 34,99%, negros. Segundo o levantamento, 33,04% dos pretendentes querem adotar apenas meninas. A maioria dos interessados também anseia por crianças com até 3 anos de idade. Eles chegam a somar 76,01% dos cadastrados. "A diferença entre o número de pretendentes e o de crianças disponíveis é grande justamente por causa do perfil exigido", constatou Nicolau Lupianhes. De acordo com o juiz, esse quadro vem se alterando, sobretudo a partir da nova Lei da Adoção (Lei 12.010), de agosto de 2009. A norma introduziu uma série de instrumentos que visam à conscientização dos interessados. "A adoção no Brasil não é a ideal, mas é satisfatória. Precisamos estruturar melhor as varas da infância e juventude (responsáveis pelo procedimento), com mais equipes técnicas e interdisciplinares. Precisamos também promover mais cursos com os pretendentes com vistas a conscientizá-los. O maior entrave para a adoção hoje é a exigência", reforçou o juiz. Criado em 2008, o CNA possibilitou a inserção de 989 crianças e adolescentes em uma nova família. É o que mostra a última consulta ao banco de dados. Atualmente, 228 processos de adoção se encontram em andamento. Grupos de Adoção O Ministério Público orienta que aqueles que desejam adotar procurem as varas da infância da comarca em que residem, para dar início ao procedimento de habilitação, etapa prévia e necessária à adoção. Os grupos de adoção representam outro agente importante, por serem espaços destinados ao esclarecimento de dúvidas e troca de experiências entre adotantes e pretendentes à adoção, como o com o a Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção, pelos telefones (21) 2613-2042 ou (21) 2622-6968 , de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Segundo o MP, desde a implementação do Módulo Criança e Adolescente (MCA), em 2007, verifica-se um aumento expressivo no número de ações propostas em favor dessa população acolhida e uma redução expressiva no tempo de acolhimento de crianças e adolescentes. Outro fato importante é após o MCA, passou a ser possível ao MP exercer de maneira mais eficaz a fiscalização dos cadastros nacionais, no que se refere aos registros referentes ao estado do Rio. A promotora Gabriela Brandt, coordenadora do MCA, acredita que é fundamental divulgar a importância das adoções necessárias (tardio grupo de irmãos e de portadores de necessidades especiais). Veja a lista dos endereços das Varas da Infância, da Juventude e do Idoso do Rio de Janeiro: Vara da Infância, da Juventude e do Idoso - Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro Juiz titular: Ivone Ferreira Caetano Endereço: Praça Onze de Junho, 403 - Cidade Nova, Centro Telefone: (21) 2503-6300 e-mail: viji@tjrj.jus.br 1ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso (Regional de Madureira) Juiz titular: Monica Labuto Fragoso Machado Endereço: Av. Ernani Cardoso 152, 1º andar - Cascadura Telefone: (21) 2583-3515 / Ramal : 3516 Abrangência: XV R. A. Madureira Madureira, Cascadura, Bento Ribeiro, Marechal Hermes,, Engenho Leal, Turiaçu, Campinho, Vaz Lobo, Rocha Miranda, Osvaldo Cruz, Cavalcante, Honório Gurgel XBI R. A. Jacarepaguá Praça Seca, Taquara, Vila Valqueire, Freguesia, Anil, Tanque, Curicica, Gardênia Azul, Cidade de Deus, Pechincha, Jacarepaguá Telefones: (21) 2583-3511 / 2583-3512 2ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso (Regional de Santa Cruz) Endereço: Praça Olavo Bilac, s/n°- Santa Cruz Gabinete (Secretário): (21) 3395-2355 / Ramal: 284 Secretaria: (21) 3395-2355 / Ramal : 286 Abrangência: XVII Bangu Campo dos Afonsos, Bangu, Deodoro, Realengo, Vila Militar, Magalhães Bastos, Padre Miguel, Senador Camará, Sulacap XVIII R.A. Campo Grande Campo Grande, Santíssimo, Senador Vasconcelos, Inhoaíba, Cosmos XIX R.A. Santa Cruz Santa Cruz, Paciência, Sepetiba Vara da Infância, da Juventude e do Idoso de Nova Iguaçu Juiz titular: Francisco Mariano De Brito Endereço: Rua Doutor Mario Guimarães 968 - Fórum Bairro da Luz Secretaria: (21) 2765-1034 Outros: Telefone : (21) 2765-1000 E-mail: nigjij@tjrj.jus.br 1ª Vara de Família, da Infância, da Juventude e do Idoso de Belford Roxo Juiz titular: Sylvia Therezinha Hausen De Area Leão Endereço: Av. Joaquim da Costa Lima s/n - Fórum São Bernardo Gabinete (Secretário): (21) 2786-8300 Secretaria: (21) 2786-8365 E-mail: belvfij@tjrj.jus.br Vara da Infância, da Juventude e do Idoso de Duque de Caxias Juiz titular: Ailton Augusto Dos Santos Endereço: Rua General Dionísio 764, 2º Pavimento - 25 de Agosto Secretaria: (21) 3661-9274 E-mail: dcxvfijservsoc@tjrj.jus.br 2ª Vara de Família da Infância, da Juventude e do Idoso de Nilópolis Juiz titular: Rodrigo Faria de Sousa Endereço: Rua Pedro Álvares Cabral 305 – 2º andar - Fórum Secretaria: (21) 2791-5643 / Ramal : 290E E-mail: nil02vfij@tjrj.jus.br Vara de Família da Infância, da Juventude e do Idoso de Queimados Juiz titular: Jansen Amadeu do Carmo Madeira Endereço: Rua Otilia, 210 Centro Secretaria: (21) 2114-4067 / Ramal : 4066 E-mail: quevfij@tjrj.jus.br Vara de Família da Infância, da Juventude e do Idoso de São João de Meriti Juiz titular: Regina Lucia Rios Gonçalves Av. Presidente Lincoln, 857 Fórum Vilar dos Teles Secretaria: (21) 2786-9823 E-mail: sjmjij@tjrj.jus.br Vara de Família da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca de Niterói Juiz titular: Eduardo De Azevedo Paiva Endereço: Visconde de Sepetiba 519, 2ºandar - Centro Secretaria: (21) 2716-9519 Outro telefone: (21) 2716-9000 E-mail: nitjij@tjrj.jus.br Vara de Família da Infância, da Juventude e do Idoso de São Gonçalo Juiz titular: Pedro Henrique Alves Endereço: Rua Getúlio Vargas 2512, 1º andar - Santa Catarina Secretaria: (21) 3715-8257 E-mail: sgojij@tjrj.jus.br Vara de Família da Infância, da Juventude e do Idoso de Teresópolis Juiz titular: Ines Joaquina Sant'ana Santos Coutinho Endereço: Rua Carmela Dutra 475 - Agriões Secretaria: (21) 2643-5914 E-mail: terjij@tjrj.jus.br

Terceiro aniversário do Grupo de Apoio à Adoção Ana Gonzaga I


O terceiro aniversário do Grupo de Apoio à Adoção Ana Gonzaga I será celebrado no próximo dia 19 de junho, com palestra a ser proferida pelo Desembargador Siro Darlan Oliveira. O GAA Ana Gonzaga I, criando em junho de 2009, é abrigado no estatuto social do Instituto Metodista Ana Gonzaga como um dos objetivos do instituto, sendo uma entidade de fins não econômicos voltada à área social. Ana Gonzaga foi uma metodista que, solteira e sem herdeiros, doou todos os seus bens, incluindo fazendas no Bairro de Campo Grande, para a Associação da Igreja Metodista para que lá abrigassem obras de atendimento a crianças e adolescentes órfãos ou abandonados. O Orfanato foi inaugurado em 1º de maio de 1932. Em homenagem àquela que fora fiel no muito e que havia dado tudo o que tinha para a realização do seu sonho de amor, a instituição recebeu o nome de Ana Gonzaga. Ana Gonzaga não gostava de ser fotografada, ao insistirem para que se deixasse fotografar para a posteridade simplesmente disse: “o orfanato será o meu retrato”. E assim tem sido. Seu nome está à frente do Instituto Metodista Ana Gonzaga que abriga uma creche com mais de 300 crianças, um lar para idosos e, com os grupos de apoio à adoção Ana Gonzaga, realiza a busca de famílias para crianças que poderiam estar relegadas ao esquecimento, propagando a nova cultura da adoção. A ideia do grupo foi abraçada pelo Bispo Paulo Lockmann, ele, também, pai adotivo. A Associação da Igreja Metodista da 1ª Região Eclesiástica abriu suas portas e adotou a adoção. Hoje 4 grupos de apoio à adoção são abrigados pela Associação da Igreja Metodista: o GAA Ana Gonzaga I, no Bennett/Flamengo, o GAA Ana Gonzaga II, na Igreja Metodista de Cascadura/Cascadura, o GAA Ana Gonzaga III, na Igreja Metodista de Guapimirim, Guapimirim/RJ, e o GAA Ana Gonzaga de Apoio à Adoção Tardia também em Cascadura. Em breve será inaugurado o GAA Ana Gonzaga de Apoio à Adoção Tardia na zona sul do Rio de Janeiro. Todos os grupos são abrigados gratuitamente pela Associação da Igreja Metodista que também colabora com equipamentos e palestrantes. Os GAA Ana Gonzaga II e III possuem Termo de Cooperação Técnica com as respectivas varas da Infância, da Juventude e do Idoso e são devidamente associados à Associação nacional dos Grupos de Apoio à Adoção. O GAA Ana Gonzaga I, o primeiro, também associado à ANGAAD, ainda não possui convênio ou termo de parceria com a Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da capital e funciona como grupo reflexivo não obrigatório. Suas reuniões são válidas para outras varas da infância e são realizadas com o mesmo rigor de presença e horário dos demais GAAs. Nesse terceiro aniversário o GAA Ana Gonzaga I será presenteada com a Palestra do Desembargador Siro Darlan Oliveira. Dr. Siro Darlan dispensa apresentações, pois, é muito conhecido de todos os que militam na área da adoção ou, que como eu, receberam sua sentença de adoção de lavra de Dr. Siro Darlan enquanto Juiz da 1a Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da capital. Mesmo assim, incluo uma pequena parte de seu currículo. Desembargador Siro Darlan de Oliveira. Desembargador com assento efetivo na 7ª. Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Juiz da Comarca de Silva Jardim, junho/1982 a julho/1984 (onde começou a carreira de magistrado como Juiz de Direito de 1ª Entrância) Juiz de Direito da Região Judiciária Especial – Comarca da Capital, agosto/1984 a maio/1991, atuando em Vara Cível, Vara de Família, Vara de Execuções Penais, Vara Criminal, Vara de Fazenda Pública e Vara de Falências e Concordatas Juiz Titular da 2ª Vara da Infância e Juventude da Comarca da Capital, junho/1991 a maio/1995 Juiz Titular da 1ª Vara da Infância e Juventude da Comarca da Capital, desde junho/1995 Membro do Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente, desde fevereiro/1994 Membro do Conselho Estadual dos portadores de HIV desde 1998 Promovido a Desembargador em 22 de novembro de 2004. Outras Atividades Professor de Direito Civil, Faculdade Bennett, Rio de Janeiro, 1986 Professor de Direito Civil, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 1986/1987 Professor de Direito da Criança, Universidade Veiga de Almeida, 1998/2000 Diretor Adjunto de Cidadania e Direitos Humanos na área da Infância e Juventude da Associação dos Magistrados Brasileiros, 1998/2002 Vice-Presidente do CEDCA – Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente – RJ, 2005 Professor de Estatuto da Criança e do Adolescente, Unigranrio – Universidade do Grande Rio, 2005 Agendem a data: terça feira, 19 de junho, às 19 horas, no Bennett - Rua Marques de Abrantes 55, Flamengo. Aguardamos todos vocês. Silvana do Monte Moreira Coordenadora do Grupo de Apoio á Adoção Ana Gonzaga I

sábado, 2 de junho de 2012

Amamentação Adotiva


É muito importante para as mulheres que pretendem adotar crianças, oferecer a possibilidade de que elas possam amamentar. Acho que tem benefício pro bebê, de ele poder lidar melhor com a rejeição da mãe e encontrar, através do contato físico com a mãe adotiva um canal de expressão, de afetividade e de qualidade entre essa mulher e esse bebê. Também acho que como não aconteceu a gravidez, não aconteceu o parto, a situação de aleitamento pode ser uma nova possibilidade de estabelecimento desse vínculo. Acho bastante interessante que a gente possa ajudar a mulheres que adotam crianças pequenas a estabelecer esse vínculo, através da amamentação. Já atendi mulheres que foram bastante disponíveis, e foi maravilhoso. Quando se tem a previsão de quando vai acontecer a adoção, a gente pode trabalhar com preparo de mama, usando calor , massagens na mama, e uma medicação que ajude a induzir produção. Também pode ser utilizado um sistema de alimentação, com uso de reservatório de leite e sonda que, conectada ao peito e ao mamilo, o bebê possa chupar o peito da mãe adotiva e receber leite a través da sonda. Esse estímulo do bebê sugando, pode ser suficiente para haver produção de leite. Chamamos isto de Lactogenese. No começo, propus uma equipe, pois acredito que esse trabalho não deva ser feito por uma pessoa só. Acredito nesse suporte de mais profissionais. Uma psicóloga para dar um suporte emocional, porque estamos falando de uma mulher que não teve o preparo que a gravidez traz, o preparo que o parto traz, para a maternidade. Que tenha um acompanhamento da enfermagem, pela questão de técnica de usar esse sistema de alimentação complementar de translactação, uma “fono” que poderia ajudar no posicionamento e na pega, e o pediatra para ajudar nesse processo todo, avaliando o crescimento e desenvolvimento desse bebê e outros profissionais da área da saúde, como doulas, grupos de mães que ajudam mães em amamentação para dar companhia com as suas experiências. Não temos como proposta que a criança fique no aleitamento materno exclusivo, estamos propondo uma estratégia de formação de vínculo de mãe-filho, se o aleitamento acontecer, é um plus maravilhoso, mas não é o objetivo. O objetivo é que esse contato físico entre mãe e bebê aconteça. Então, vamos estimular também o uso do sling, para o bebê ficar próximo da mãe, amamentação sem roupa entre mãe-bebê, massagem de bebê, Já tive experiências muito positivas com mulheres que conseguiram uma produção de leite suficiente para aleitamento exclusivo e prazeroso. Tudo é possível, que seja um aleitamento parcial, complementando, pois na verdade a questão é formação de vínculo. Existem instituições, ONG’s, que são de pais que adotaram crianças que ajudam pais na situação de espera para adoção, e quando a adoção acontece, formar/deixar nascer/ criar vínculo. São pessoas que vivenciaram essa historia, que ajudam outras pessoas, através de orientações e apóio, como é o caso do Projeto Acolher. Postado por Carlos Eduardo Corrêa, às 23:57 Marcadores: Adoção, Amamentação, Translactação

sexta-feira, 1 de junho de 2012

IGREJA CRISTÃ CONTEMPORÂNEA SERÁ SEDE DE GRUPO DE APOIO A ADOÇÃO VOLTADO PARA O PÚBLICO GAY


IGREJA CRISTÃ CONTEMPORÂNEA SERÁ SEDE DE GRUPO DE APOIO A ADOÇÃO VOLTADO PARA O PÚBLICO GAY Nessa segunda feira será inaugurado no Rio de Janeiro o “Grupo de Apoio a Adoção: Famílias Contemporâneas” na sede da Igreja Cristã Contemporânea em Madureira, zona norte da cidade. O grupo terá como foco apoiar a adoção homoparental. O grupo afirma que sua criação “teve como origem a iniciativa de pais que se associaram com o objetivo de apoio mútuo e troca de experiências da adoção com as finalidades: A primeira é a de educação e informação, assim como de apoio e acompanhamento dos processos emocionais de seus participantes em relação ao tema da adoção, a segunda é a de trabalhar com a adoção como projeto social”. E a unidade que será inaugurada nessa segunda será a primeira voltada para o púbico homossexual. A igreja onde funcionará o grupo é liderada pelos pastores gays Fabio e Marcos, que vivem em união estável há seis anos e estão com a guarda provisória de dois meninos, de 8 e 9 anos. A assessoria de imprensa da igreja explicou a motivação pra criar o grupo, afirmando: “Com a decisão do STF que equiparou as uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo à entidade familiar vislumbrou-se a necessidade da formação de grupos que apoiem estas novas famílias frutos da adoção homoparental, nascendo a assim este GAA pioneiro no país: ‘Famílias Contemporâneas’”. O grupo será coordenado pelas advogadas Guilia e Dália, e contará com apoio do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), da Comissão de Direito Homoafetivo OAB-RJ e da Igreja Contemporânea.