Silvana do Monte Moreira, advogada, sócia da MLG ADVOGADOS ASSOCIADOS, presidente da Comissão Nacional de Adoção do IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito de Família, Diretora de Assuntos Jurídicos da ANGAAD - Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção, Presidente da Comissão de Direitos das Crianças e dos Adolescentes da OAB-RJ, coordenadora de Grupos de Apoio à Adoção. Aqui você encontrará páginas com informações necessárias aos procedimentos de habilitação e de adoção.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
MANHA TOTAL: ADOÇÃO
30/09/2013
Como é o processo de Adoção? Conheça o trabalho do Grupo de Apoio à
Adoção Pontes de Amor em Uberlândia e histórias de sucesso de famílias
que optaram pela adoção.
http://www.fernandoprado.com/ blog/manha-total-adocao/
30/09/2013
Como é o processo de Adoção? Conheça o trabalho do Grupo de Apoio à Adoção Pontes de Amor em Uberlândia e histórias de sucesso de famílias que optaram pela adoção.
http://www.fernandoprado.com/
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SALÁRIO-MATERNIDADE PARA ADOTANTE TEVE SUA GÊNESE NA COMARCA DE MARAVILHA
30/09/2013
A servidora Andreia Segalin, assistente social da comarca de Maravilha,
aproveitou o X Encontro Estadual de Grupos de Estudos e Apoio à Adoção,
realizado em Chapecó, para divulgar seu artigo “Serviço Social e
Viabilização de Direitos: a Licença/Salário-maternidade nos Casos de
Adoção”, recentemente publicado na revista QualisA – Serviço Social e
Sociedade, da Editora Cortez.
Nele, a servidora relata a
experiência por qual passou ao tomar a iniciativa de comunicar ao
Ministério Público a restrição ao período de licença maternidade das
mães adotivas de forma fracionada, conforme a idade do adotando. O
relatório social dos casos de adoção realizados em Maravilha, ao longo
de 2011, serviu de base para que o Ministério Público Federal pudesse ingressar com uma ação na Justiça Federal contra o INSS, com efeitos nacionais, em 2012.
Esse movimento resultou em alteração legislativa, promovida em junho
deste ano, quando foi sancionada a medida provisória de nº 619, que
modificou a Lei 8.213/91. A partir dela, passou a viger a garantia de
salário-maternidade pelo período de 120 dias (independente da idade da
criança), à quem adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção.
O periódico publicado pode ser adquirido através da Editora Cortez ou
também visualizado na Biblioteca Eletrônica de Periódicos Científicos da
ciELO - Scientific Electronic Library Online, pelo site www.scielo.org
– com a disponibilização autorizada pela revista. Um exemplar da
revista será doado pela servidora ao acervo da biblioteca do TJ.
http://app.tjsc.jus.br/ noticias/ listanoticia!viewNoticia.action ?cdnoticia=28887
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PARA UMA AMIGA, OU DE QUANDO A DIFERENÇA BATE À NOSSA PORTA
"Afinal, a gente sempre defendeu no discurso a diferença, agora é hora
de encará-la na prática, no cotidiano, no maior dos amores.”
Tem tempo que fico adiando para escrever sobre uma das etapas mais
difíceis do processo de adoção: o perfil do filho que queremos. Quando
recebi a frase acima em um email de uma grande amiga, achei que já era
hora de enfrentar essa questão.
Muita gente me pergunta sobre o
processo de adoção. Querem saber como é, o que precisa de fazer, como
proceder, enfim, tudo. Eu respondo que alguns momentos são difíceis e
falo desse que é o do tal questionário de perfil do adotado. Todo o
mundo fala que isso não é problema, que já sabem o que querem.
Esse
processo para mim foi doloroso. Eu tinha à minha frente uma folha de
papel onde tinha que marcar qual o sexo dos filhos que eu queria. Essa
foi fácil: marquei que podia ser menino ou menina. Já disse aqui que
muita gente marca apenas menina porque entendem que meninos colocados
para adoção são fruto de relações “tumultuadas, violentas e de abandono”
e que, portanto, já carregam em si a marca da maldade. Não me perguntem
porquê, mas é assim que as pessoas pensam. Elas traduzem isso com a
seguinte afirmativa: “meninas são sempre mais fáceis, né?”. Se eu fosse
discutir essa frase, teria que dedicar a coluna ao tema, mas este não é o
de hoje.
Depois começou a coisa difícil, que era definir qual a
cor, a raça ou a etnia, não me lembro como aparece no questionário.
Quando temos um filho branco, pardo ou negro (essas eram as alternativas
a serem marcadas) com alguém é porque criamos uma relação de algum tipo
com a pessoa que gerou esse filho. Vamos, aqui, contar com a
possibilidade de que essa relação é de amor e que, portanto, o filho
nasce dessa relação e vem ao mundo, para nós, sem cor. Mas para o mundo
ele terá uma cor e com ela terá que conviver e seus pais também. Nessa
hora, comecei a pensar no que seria de uma criança filha de duas
mulheres, adotada e negra. Na Vara de Família, sempre nos disseram que
nossos filhos seriam mais discriminados por serem adotados do que por
serem filhos de duas mulheres. Isso tem se confirmado até agora.
Aí
passamos para a outra parte do questionário, que é a de quais as doenças
a criança pode ter: HIV, câncer, sífilis, diabetes, e algumas mais
coisas leves como alergias, “pequenos defeitos físicos”, deficiências
como cegueira, surdez, mudez... Enfim, uma série de coisas que nos deixa
meio atônita, sem saber como pensar qualquer coisa sobre... e tudo isso
é complementado em entrevistas por: "Podem ser filhos de alcoólatras?
Viciados em maconha, cocaína, crack?"
Nessa hora, eu já estava sem
respiração. Como escolher isso? Como dizer o que pode e o que não pode?
Duas coisas dessa lista me deixaram tranquilas, que são as alergias e a
diabetes, porque, é claro, minha família tem muita gente com as duas
coisas. Portanto, marquei essas opções com tranquilidade. Mas grande
parte de minha família morreu de câncer e eu não tive coragem nem de
pensar em marcar essa alternativa. Não sei se por já ser uma mãe-velha e
achar que, se acontecer com meus filhos, não terei tempo suficiente de
estar com eles. Mas na verdade acho que agimos como mães-grávidas,
desejamos que nossos filhos sejam perfeitos, sem problemas, sem doenças,
sem tristezas, sem medos. Como encontrar filhos assim na fila da
adoção, nos abrigos? Se eles fossem assim, ali não estariam. Não
precisariam estar à espera de pessoas como eu.
Mas essa foi a
experiência mais radical do processo de adoção e penso nisso até hoje.
Como uma folha de papel checou todos os meus princípios, todas as minhas
crenças, todos os meus atos de militância, tudo em que sempre
acreditei.
Depois que passei a ir aos abrigos e conhecer a história
das crianças, tive que acrescentar à lista mais um item: crianças
vítimas de abusos de todos os tipos.
Eu ficava pensando em como era
ter que lidar com a diferença quando podemos escolhê-la ou não, quando
temos o direito de ir “selecionando” em uma folha o que queremos ou não
em nossos filhos. Mas isso não nos livra da vida e de suas
possibilidades de ir inventando diferenças a cada momento. Conheço
tantas pessoas cujos filhos sofreram acidentes, tiveram doenças,
percalços de todos os tipos e, de repente, o que era “perfeito” ficou
“diferente”.
Minha amiga, que escreveu a frase acima, é mãe de um
lindo garotinho que acabou de fazer 2 anos. Ele é um doce de menino,
meus filhos o chamam de Chicão pequeno[1]. Nos conhecemos há bastante
tempo. Temos muitas paixões em comum e muitos trabalhos e militâncias
também. Nossa militância inclui a luta pelo reconhecimento e respeito as
diferenças. Na verdade eu não sou uma militante das diferenças, tenho
amigos que dedicam suas vidas a isso, eu milito em outras áreas e vivo
alguns tipos de diferença. Mas o que eu vivo não é nem de longe a
violência e a discriminação que muitos LGBT que conheço vivem. Então, o
que vivo “na pele” como diferença não é radical, principalmente porque
não entendo minha condição como diferente e sempre fui assim. Não dou
satisfação a quem não merece e, quando extrapolam, uso a lei como
garantia de meus direitos. Aos que ficam incomodados com a forma como
vivo, sempre tenho um bom psicanalista para indicar.
Mas sei muito
bem o que a diferença pode fazer de terrível e perverso. Minha amiga
Lili, uma transexual que trabalha no NUH da FAFICH-UFMG, já deixou muito
claro em muitas palestras o que é o cotidiano de uma travesti nesse
mundo. Vive denunciando a morte de várias amigas que foram assassinadas e
barbaramente torturadas. Essa é a radicalidade da diferença.
Mas
essa não é a questão da minha amiga e seu pequeno filho. Nesta semana,
ela recebeu um diagnóstico que indica que seu filho fará parte da imensa
legião das crianças “diferentes”. E agora? Ela não teve uma folha na
sua frente para marcar o que queria para seu filho. Ela apenas desejou,
como todas as mães quando engravidam, o filho mais perfeito do mundo, o
mais lindo, o mais saudável, o mais... As mães-grávidas são assim,
querem tudo o mais para seus filhos. As mães e os pais depois seguem
querendo sempre isso.
Minha amiga não pode agora deixar de marcar um
X nas linhas do questionário do filho que quer. Seu filho veio ao mundo
como ela queria e agora ela descobre que os desejos não se realizam,
pelo menos da forma como entendemos isso. Mas tenho aprendido que um
filho não é o que desejamos ter e sim o que nos é dado como presente.
São todos um presente da vida porque é com eles que efetivamente
aprendemos quem somos nós. Não sou dessas pessoas “espiritualizadas” que
têm em outro lugar o dom do que construímos na vida. Portanto, não
esperem aqui falas que são muito comuns nesses momentos. Sempre penso
que em tudo o que nos aparece existem possibilidades, opções e escolhas
de caminhos a serem seguidos. Quando marcamos um X em alguma folha de
perguntas, temos pela frente uma série de desafios que vão se
acumulando, uns por sobre os outros, e é isso o que faz tudo valer a
pena.
O pequeno de minha amiga terá muitos desafios pela frente, não
terá uma vida como as nossas, mas terá uma vida diferente das de muitos
e igual a de poucos.
Quando eu estava no processo de resposta do
questionário de adoção, uma amiga psicóloga me contou uma história de
uma mãe adotante que disse que queria uma menina e que podia ser negra. A
menina foi viver com ela e a família não tinha nenhum tipo de
preconceito com relação a criança. Tudo funcionou muito bem até um dia
que foram convidadas para uma festa de crianças que foi num destes
lugares de comer que reservam uma parte para festas infantis. Na festa
tinha essas coisas de cama elástica e piscina de bolinhas. É claro que a
fila era interminável e a menina entrou na fila, minutos depois a mãe
percebeu que a filha sempre estava em ultimo lugar da fila porque quando
chegava lá na frente alguém a empurrava para trás. A mãe pegou a
criança e a levou para casa.
Depois de alguns dias, ela voltou à
Vara de Família e devolveu a criança, dizendo: "Eu não sou racista,
minha família não é, mas entendi que não consigo defender essa criança
do mundo que é racista portanto não posso ficar com ela, não posso ser
mãe se não consigo defender uma filha no mundo".
Então, minha amiga,
foi nisso que fiquei pensando o tempo todo, quando olhei para aquela
longa lista que eu tinha que marcar. Eu podia não marcar nada, mas isso
não me livrava de ter que enfrentar todas aquelas coisas que tanto me
apavoraram, quando vi escritas na minha frente. Não quero um mundo como o
que se anuncia, onde poderemos escolher geneticamente o filho que
teremos porque isso não nos livrará de nossos medos com relação ao que
eles podem vir a ter ou ser.
Nada pode ser previsto nesse sentido,
minha amiga e seu doce pequeno. A única certeza que tenho é de que você o
defenderá de tudo e de todos os que o atacarem por sua diferença.
Porque é disso que você é feita, dessa matéria que nos faz parar a fila,
abrir a porta e colocar nosso filho nos brinquedos da vida, que muitos
vão querer tirar dele.
"Afinal, a gente sempre defendeu no
discurso a diferença, agora é hora de encará-la na prática, no
cotidiano, no maior dos amores.”
[1] Vou preservar seu nome
porque sua mãe não sabe que estou escrevendo este texto e não me
autorizou a tornar sua historia pública.
Regina Helena Alves Silva é
professora da UFMG. Graduada em História e Ciências Sociais, com
mestrado em Ciência Política e doutorado em História Social.
Coordenadora do Centro de Convergência de Novas Mídias-UFMG, atua nas
áreas de história social da cultura, comunicação e práticas sociais,
novas tecnologias e cultura digital, culturas urbanas e formas de
participação social. Atualmente, é mãe em tempo quase integral de Pedro e
Maria Eduarda.
http:// www.bhdameninada.com.br/ #!para-uma-amiga/c1wjn
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ARCEBISPO DE ARACAJU E SENADORA MARIA DO CARMO VISITAM ABRIGO SORRISO
30/09/2013
Kleber Santos em Política
As 43 crianças acolhidas no Abrigo Sorriso, unidade da Secretaria
Municipal da Família e da Assistência Social (Semfas), receberam na
tarde da última sexta-feira, 27, a visita do Arcebispo de Aracaju, Dom
José Palmeira Lessa. O líder da Igreja Católica em Sergipe foi
recepcionado pela primeira-dama do município, a senadora Maria do Carmo
Alves, e pela secretária municipal da Família e da Assistência Social,
Selma Mesquita.
Impressionado e
encantado com as crianças, que têm idade entre zero e seis anos, Dom
Lessa caracterizou o Abrigo Sorriso como "um lugar de misericórdia".
Isso porque, as crianças ali acolhidas são encaminhadas pelo Juizado da
Infância e da Juventude, por diversas razões, entre elas, o abandono. "A
gente se coloca diante de Deus nesse momento e pede a Deus que
encaminhe pessoas que acolham no coração essas crianças e criem
condições de vida para elas", disse o Arcebispo.
Ao chegar à área de
lazer, Dom Lessa foi cercado pelas crianças e com elas passou mais de
uma hora, ouvindo-as e respondendo às suas curiosidades - queriam saber o
que ele carregava no peito. "É Jesus crucificado", dizia Dom Lessa aos
pequenos, referindo-se ao Crucifixo. A visita às instalações começou
pelo berçário, onde são acolhidos bebês com até um ano de idade.
Atualmente somam 11. O mais novo, um prematuro, tem pouco mais de um mês
de vida.
Dom Lessa disse às crianças que a partir daquele dia cada
uma delas estaria em suas orações. "A adoção não é muito fácil, mas
sabemos que existem pessoas que podem acolher, mas é preciso que a
Justiça abra mais os caminhos para a adoção, dar melhores condições para
o processo. Mas, por outro lado, sabemos dos riscos, de como pode ser
perigoso para a criança cair em mãos erradas", enfatizou Dom Lessa.
Da Assessoria
http:// www.primeiramao.blog.br/ post.aspx?id=6347&t=arcebispo-d e-aracaju-e-senadora-maria-do- carmo-visitam-abrigo-sorriso
30/09/2013
Kleber Santos em Política
As 43 crianças acolhidas no Abrigo Sorriso, unidade da Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social (Semfas), receberam na tarde da última sexta-feira, 27, a visita do Arcebispo de Aracaju, Dom José Palmeira Lessa. O líder da Igreja Católica em Sergipe foi recepcionado pela primeira-dama do município, a senadora Maria do Carmo Alves, e pela secretária municipal da Família e da Assistência Social, Selma Mesquita.
Impressionado e encantado com as crianças, que têm idade entre zero e seis anos, Dom Lessa caracterizou o Abrigo Sorriso como "um lugar de misericórdia". Isso porque, as crianças ali acolhidas são encaminhadas pelo Juizado da Infância e da Juventude, por diversas razões, entre elas, o abandono. "A gente se coloca diante de Deus nesse momento e pede a Deus que encaminhe pessoas que acolham no coração essas crianças e criem condições de vida para elas", disse o Arcebispo.
Ao chegar à área de lazer, Dom Lessa foi cercado pelas crianças e com elas passou mais de uma hora, ouvindo-as e respondendo às suas curiosidades - queriam saber o que ele carregava no peito. "É Jesus crucificado", dizia Dom Lessa aos pequenos, referindo-se ao Crucifixo. A visita às instalações começou pelo berçário, onde são acolhidos bebês com até um ano de idade. Atualmente somam 11. O mais novo, um prematuro, tem pouco mais de um mês de vida.
Dom Lessa disse às crianças que a partir daquele dia cada uma delas estaria em suas orações. "A adoção não é muito fácil, mas sabemos que existem pessoas que podem acolher, mas é preciso que a Justiça abra mais os caminhos para a adoção, dar melhores condições para o processo. Mas, por outro lado, sabemos dos riscos, de como pode ser perigoso para a criança cair em mãos erradas", enfatizou Dom Lessa.
Da Assessoria
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MORREU JUDY LEWIS, FILHA ILEGÍTIMA DE CLARK GABLE E LORETTA YOUNG
(AFP)
LOS ANGELES, EUA — Judy Lewis, que ficou sabendo em adulta que era a
filha ilegítima dos astros de Hollywood Clark Gable e Loretta Young,
morreu em Gladwyne, Pensilvânia, aos 76 anos.
Young tinha 22 anos
quando ficou grávida de Gable durante as filmagens de "O grito da selva"
("The Call of the Wild", 1935). Ocultou a gravidez para evitar o
escândalo, deu à luz em segredo e, aos oito meses, deixou a criança num
orfanato católico, ao qual voltou posteriormente para simular sua
adoção.
Gable nunca reconheceu sua filha, mas a visitou uma única vez quando ela tinha 15 anos.
Lewis relatou sua história em um livro de memórias de 1994, intitulado "Uncommon Knowledge".
A origem de Lewis era um segredo conhecido em Hollywood, mas Young
pediu que ninguém contasse nada. Como Gable, a menina tinha as orelhas
de abano e, aos sete anos submeteu-se a uma cirurgia para corrigir o
problema.
Um dia, em 1950, Lewis voltava da escola quando encontrou Gable na porta de sua casa.
"Não podia acreditar. Estava diante de mim e sorria. Era muito mais
bonito do que lembrava dele nos filmes. Fiquei sem palavras", contou.
Nunca mais voltou a ver o galã e só soube que ele era seu pai anos depois.
Lewis seguiu os passos de seus pais como atriz, atuando em telenovelas e
espetáculos da Broadway, mas depois virou terapeuta familiar,
especializada em adolescentes grávidas.
Depois da publicação das
memórias de Lewis, Young negou publicamente que Gable fosse o pais de
sua filha. Mas admitiu o romance postumamente, em biografia autorizada e
lançada em 2000.
Lewis morreu de câncer na sexta-feira passada, de acordo com sua filha, Maria Tinney Dagit.
http://www.google.com/ hostednews/afp/article/ ALeqM5gq8MZmTFmrgRw58ScJLb624B4 ONA?docId=CNG.6afafd4c19a61b07 2162dac20aafd4e3.e61
(AFP)
LOS ANGELES, EUA — Judy Lewis, que ficou sabendo em adulta que era a filha ilegítima dos astros de Hollywood Clark Gable e Loretta Young, morreu em Gladwyne, Pensilvânia, aos 76 anos.
Young tinha 22 anos quando ficou grávida de Gable durante as filmagens de "O grito da selva" ("The Call of the Wild", 1935). Ocultou a gravidez para evitar o escândalo, deu à luz em segredo e, aos oito meses, deixou a criança num orfanato católico, ao qual voltou posteriormente para simular sua adoção.
Gable nunca reconheceu sua filha, mas a visitou uma única vez quando ela tinha 15 anos.
Lewis relatou sua história em um livro de memórias de 1994, intitulado "Uncommon Knowledge".
A origem de Lewis era um segredo conhecido em Hollywood, mas Young pediu que ninguém contasse nada. Como Gable, a menina tinha as orelhas de abano e, aos sete anos submeteu-se a uma cirurgia para corrigir o problema.
Um dia, em 1950, Lewis voltava da escola quando encontrou Gable na porta de sua casa.
"Não podia acreditar. Estava diante de mim e sorria. Era muito mais bonito do que lembrava dele nos filmes. Fiquei sem palavras", contou.
Nunca mais voltou a ver o galã e só soube que ele era seu pai anos depois.
Lewis seguiu os passos de seus pais como atriz, atuando em telenovelas e espetáculos da Broadway, mas depois virou terapeuta familiar, especializada em adolescentes grávidas.
Depois da publicação das memórias de Lewis, Young negou publicamente que Gable fosse o pais de sua filha. Mas admitiu o romance postumamente, em biografia autorizada e lançada em 2000.
Lewis morreu de câncer na sexta-feira passada, de acordo com sua filha, Maria Tinney Dagit.
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AUDIÊNCIAS CONCENTRADAS EM JOÃO PESSOA 2013 - II
A partir desta terça-feira (1º/10/13) será iniciada a segunda série de
Audiências Concentradas para avaliação da situação jurídica das crianças
e adolescentes que se encontram em situação de acolhimento na cidade de
João Pessoa-PB.
As referidas Audiências foram iniciadas, em todo o
Brasil, a partir de 2010, como deliberação do I ENCONTRO NACIONAL DAS
COORDENADORIAS DE INFÂNCIA E JUVENTUDE e, atualmente, estão orientadas
pelo Provimento 32 do Conselho Nacional de Justiça CNJ (http://www.tjsp.jus.br/ Download/Corregedoria/PDF/ InfanciaJuventude/ Provimento32_2013.pdf
).
A primeira série de audiências, do corrente ano, foi realizada no mês
de Abril (veja fotos), quando contava-se, nas 10 (dez) instituições de
acolhimento para crianças e adolescentes da cidade, com 150 (cento e
cinquenta) acolhid@s, sendo, atualmente, registrado um total de 127
(cento e vinte e sete) acolhid@s
A 1ª Vara da Infância e Juventude
de João Pessoa foi a primeira, em todo o Brasil, a convidar o Grupo de
Estudos e Apoio à Adoção para participar das audiências, reconhecendo-o
como uma das entidades do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e
do Adolescente que podem contribuir para a agilização da inclusão
familiar , especialmente, na busca ativa por famílias para as crianças e
adolescentes que têm perfil de maior dificuldade de aceitação pelos
pretendentes habilitados no cadastro Nacional de Adoção - CNA.
Não
podemos descansar enquanto, pelo menos uma criança ou adolescente
paraiban@, estiver tendo violado o seu direito constitucional de viver
em família.
Abraços legais!
Lenilde Cordeiro Gonçalves
Presidente do GEAD-JP
— AUDIÊNCIAS CONCENTRADAS JOÃO PESSOA-PB 2013-II (11 fotos)
A partir desta terça-feira (1º/10/13) será iniciada a segunda série de Audiências Concentradas para avaliação da situação jurídica das crianças e adolescentes que se encontram em situação de acolhimento na cidade de João Pessoa-PB.
As referidas Audiências foram iniciadas, em todo o Brasil, a partir de 2010, como deliberação do I ENCONTRO NACIONAL DAS COORDENADORIAS DE INFÂNCIA E JUVENTUDE e, atualmente, estão orientadas pelo Provimento 32 do Conselho Nacional de Justiça CNJ (http://www.tjsp.jus.br/
A primeira série de audiências, do corrente ano, foi realizada no mês de Abril (veja fotos), quando contava-se, nas 10 (dez) instituições de acolhimento para crianças e adolescentes da cidade, com 150 (cento e cinquenta) acolhid@s, sendo, atualmente, registrado um total de 127 (cento e vinte e sete) acolhid@s
A 1ª Vara da Infância e Juventude de João Pessoa foi a primeira, em todo o Brasil, a convidar o Grupo de Estudos e Apoio à Adoção para participar das audiências, reconhecendo-o como uma das entidades do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente que podem contribuir para a agilização da inclusão familiar , especialmente, na busca ativa por famílias para as crianças e adolescentes que têm perfil de maior dificuldade de aceitação pelos pretendentes habilitados no cadastro Nacional de Adoção - CNA.
Não podemos descansar enquanto, pelo menos uma criança ou adolescente paraiban@, estiver tendo violado o seu direito constitucional de viver em família.
Abraços legais!
Lenilde Cordeiro Gonçalves
Presidente do GEAD-JP
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