sábado, 28 de março de 2015

VINÍCIUS FAZ REVELAÇÃO PARA REGINA

27/03/15
Advogado conta para a comerciante sua história de adoção e a relação com Murilo
Regina (Camila Pitanga) vai ao encontro de Vinícius (Thiago Fragoso) para irem depor na delegacia, mas a comerciante tem uma surpresa ao saber que o advogado quer conversar com ela. Regina fica curiosa sobre o assunto e o rapaz confessa que ainda não contou tudo à gata.
Regina garante que ele não precisa contar nada que não queira, mas ele insiste e revela: "Eu sou adotado. A Olga me adotou quando a minha mãe biológica morreu". Regina, então, pergunta sobre a relação dele com Murilo (Bruno Gagliasso).
Vinícius conta toda a verdade. "A gente era colado total na infância, companheirão, mas quando ele cresceu e entendeu que eu era adotado, filho da empregada, a coisa azedou. Ele tinha ciúme da mãe, achava que eu estava sempre tirando alguma coisa dele. É assim até hoje, a gente nunca mais conseguiu se entender. Eu não sei nada da vida atual dele...", explica.
http://gshow.globo.com/…/vinicius-faz-revelacao-para-regina…

"VINÍCIUS FAZ REVELAÇÃO PARA REGINA
27/03/15
Advogado conta para a comerciante sua história de adoção e a relação com Murilo

Regina (Camila Pitanga) vai ao encontro de Vinícius (Thiago Fragoso) para irem depor na delegacia, mas a comerciante tem uma surpresa ao saber que o advogado quer conversar com ela. Regina fica curiosa sobre o assunto e o rapaz confessa que ainda não contou tudo à gata.
Regina garante que ele não precisa contar nada que não queira, mas ele insiste e revela: "Eu sou adotado. A Olga me adotou quando a minha mãe biológica morreu". Regina, então, pergunta sobre a relação dele com Murilo (Bruno Gagliasso).
Vinícius conta toda a verdade. "A gente era colado total na infância, companheirão, mas quando ele cresceu e entendeu que eu era adotado, filho da empregada, a coisa azedou. Ele tinha ciúme da mãe, achava que eu estava sempre tirando alguma coisa dele. É assim até hoje, a gente nunca mais conseguiu se entender. Eu não sei nada da vida atual dele...", explica.
http://gshow.globo.com/novelas/babilonia/vem-por-ai/noticia/2015/03/vinicius-faz-revelacao-para-regina.html"

QUE FAMÍLIA O BRASIL QUER?

27.Mar.15
Fabíola Perez (fabiola.perez@istoe.com.br)
N° Edição: 2365
Enquanto o Judiciário amplia o direito dos gays, o Legislativo retoma o estatuto que prega o casal constituído apenas por homem e mulher. No centro do debate, estão os anseios da sociedade
Dez anos depois de uma longa batalha judicial, o Supremo Tribunal Federal (STF) publicou neste mês uma decisão inédita, que reconheceu o direito de um casal homossexual de adotar crianças. O educador Toni Reis, seu marido, o tradutor David Harrad, e os três filhos, Alysson de 14 anos, Jéssica, de 9 anos, e Felipe, com 8 anos, foram finalmente considerados uma família. O posicionamento favorável da corte endossou o julgamento histórico de 2011, no qual o então presidente do STF, Carlos Ayres Britto, ressaltou que a Constituição Federal não distingue a família heteroafetiva da família homoafetiva. A decisão, considerada emblemática, abrirá precedentes para outros casais homossexuais que desejem adotar. “Se a Justiça começou a admitir é porque se trata se um comportamento já consolidado na sociedade”, diz a jurista Maria Berenice Dias, do Instituto Nacional de Direito da Família (Ibdfam). Na contramão do caminho que vem percorrendo o Judiciário, que está na vanguarda do Direito de Família, o Poder Legislativo criou recentemente uma comissão especial para discutir o projeto de lei conhecido como Estatuto da Família, que define a entidade familiar como “um núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher.” Mas, afinal, o que pensa a sociedade brasileira sobre a configuração familiar do século XXI?
A reação dos brasileiros em relação aos diferentes tipos de família também pode ser medida após a exibição de uma cena amorosa, protagonizada pelas atrizes Fernanda Montenegro e Nathália Timberg, ambas com 85 anos, na novela “Babilônia”, da Rede Globo. A reações com o beijo gay ultrapassaram as redes sociais e fizeram a Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional divulgar uma nota de repúdio. “A telenovela tem a clara intenção de afrontar os cristãos em suas convicções e princípios, querendo trazer para quase toda a sociedade brasileira o modismo denominado por eles de ‘outra forma de amar’”. A nota diz, ainda, que a cena ataca diretamente a ‘família natural’. “Trata-se de uma visão repleta de preconceito”, diz a psicóloga Célia Mazza de Souza. “Sempre que estamos próximos de mudanças, enfrentamos resistências e, nesse caso, a reação se potencializou por se tratar de duas idosas, o que gerou duplo preconceito.” Para Célia, a sociedade ocidental viveu durante muito tempo sob a influência do patriarcado, quando apenas o pai era o provedor e o chefe da família. “Os arranjos que se vêem hoje não são decorrentes de uma crise na instituição familiar, são um reflexo de mudanças na sociedade.”
A história de Toni Reis e David Harrad é um exemplo dessas mudanças. Ela começou em 2005, quando o casal entrou com pedido de adoção junto à Vara da Infância e Juventude de Curitiba. O juiz se manifestou favorável à decisão, mas impôs restrições. As crianças adotadas deveriam ser meninas e terem mais de dez anos de idade. Tempos depois, a ministra Carmen Lúcia negou o recurso extraordinário do Ministério Público. “Delimitar o sexo e a idade da criança a ser adotada por um casal homoafetivo é transformar a sublime relação de filiação em ato de caridade provido de obrigações sociais e totalmente desprovido de amor e comprometimento”, afirmou a relatora do caso. “A decisão mostrou que o conceito de inclusão foi reconhecido pela Justiça, ainda que o Congresso tente engessar pessoas dentro de um modelo único”, afirma Maria Berenice, do Ibdfam. “O direito à paternidade mudou minha concepção sobre tudo”, diz Reis. “Essa decisão vai ser uma referência para outras instâncias, não podemos ter leis apenas para um tipo de família.”
De acordo com o IBGE, existem no Brasil 3.701 casamentos entre cônjuges do mesmo sexo. Apesar do número expressivo, o projeto de lei de autoria do deputado Anderson Ferreira (PR/PE) propõe que esse grupo não seja considerado família. “O Estatuto tem como objetivo garantir o que está na Constituição, os valores estão invertidos e a maioria da sociedade não está aceitando isso”, diz. “O movimento LGTB tenta embutir um novo formato de família como se fosse o padrão.” Embora exista uma parcela da sociedade mais conservadora, as diferentes configurações familiares estão cada vez mais corriqueiras. “Existem mães solteiras, uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo, casamentos, famílias multiparentais, por isso a lei não pode limitar o reconhecimento que já existe na prática”, afirma Suzana Viegas, professora de Direito Civil da Universidade de Brasília. “A família não pressupõe necessariamente laços sanguíneos.” Os poderes refletem uma divergência que ainda hoje divide o País. O antropólogo da Universidade Federal da Bahia, Luiz Mott, considera que o Estatuto da Família pode representar um retrocesso. “É inaceitável que modelos antiquados como esse sejam levados adiante”, afirma. “Mesmo com a onda conservadora, a sociedade consegue reagir com manifestações públicas em momentos que a intolerância fica escancarada. O mundo caminha para a diversidade.”
http://www.istoe.com.br/…/411249_QUE+FAMILIA+O+BRASIL+QUER+…

quarta-feira, 25 de março de 2015

Deputada quer proibir adoção por casal homoafetivo

Deputada quer proibir adoção por casal homoafetivo

Em proposta apresentada na Câmara, Júlia Marinho alega que família composta por dois pais ou duas mães “não logra ampla aceitação social” e pode gerar “desgaste psicológico e emocional” na criança adotada. Ex-ministra vê retrocesso

Antônio Augusto/Ag. Câmara
Integrante da bancada evangélica, Júlia quer evitar que casais homoafetivos adotem
A deputada Júlia Marinho (PSC-PA), integrante da bancada evangélica da Câmara, apresentou um projeto de lei com o intuito de alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), de maneira que seja proibida a adoção de crianças por casais homoafetivos. A proposição foi apresentada no dia 6 de março e tramita na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara.
O projeto de lei pretende incluir mais um parágrafo, dentro do artigo 42 do ECA. Esse dispositivo estabelece regras para a adoção de crianças no Brasil. Hoje, para ser pai ou mãe adotiva, a pessoa precisa ter 18 anos, ter pelo menos 16 anos a mais que o adotado e garantir a segurança da criança ou do adolescente. Mas a parlamentar quer incluir mais uma condicionante para as adoções: “É vedada a adoção conjunta por casal homoafetivo”, aponta o projeto.

Júlia afirma, no documento, que “o reconhecimento jurídico de união homoafetiva não implica automaticamente a possibilidade de adoção por estes casais, matéria que, a toda evidência, dependeria de lei”. A parlamentar alega, no projeto de lei, que família composta por dois pais ou duas mães “não logra ampla aceitação social” e “pode gerar desgaste psicológico e emocional” na criança adotada.
“Assim, até que estudos científicos melhor avaliem os possíveis impactos sobre o desenvolvimento de crianças em tal ambiente e que a questão seja devidamente amadurecida, por meio de discussão no âmbito constitucionalmente previsto para tanto – o Parlamento, deve ser vedada a adoção homoparental”, defende a deputada.
“O regramento legal da adoção não se sujeita ao das uniões civis ou ao do casamento. Cuida-se de instituto especial, que visa ao atendimento dos interesses do adotando, não se podendo alegar que sua vedação a casais homossexuais seja discriminação no acesso a um direito”, justifica a congressista.
“É na família que as primeiras interações são estabelecidas, trazendo implicações significativas na forma pela qual a criança se relacionará em sociedade. O convívio familiar é o espaço de socialização infantil por excelência, constituindo a família verdadeira mediadora entre a criança e a sociedade”, afirma Júlia, logo em seguida. “O novo modelo de família, contrário ao tradicional, consagrado na referida decisão judicial, encontra ainda resistência da população brasileira”, justifica.
A proposta enfrenta resistência na Câmara. Ex-ministra da Secretaria de Direitos Humanos, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) vê o projeto de lei como um retrocesso num país que tem garantido igualdade de direitos a todos os gêneros. “Na última semana, a ministra Cármen Lúcia [do Supremo Tribunal Federal] tomou uma decisão inédita que assegurou a constituição da adoção por um casal homoafetivo. Essa garantia é um direito que ela assegurou às crianças. Lugar de criança não é em abrigo”, disse a petista. “Nessa decisão, a ministra também assegurou o direito a essas pessoas adultas que, como brasileiros, de ter uma família, de ter os seus filhos”, complementou.
Além dessa proposta, a bancada evangélica aposta em outro projeto que também inviabiliza, na prática, a adoção de crianças por casais homoafetivos, o chamado Estatuto da Família. O texto, que tramita em comissão especial, reconhece como família apenas a união entre um homem e uma mulher.
Confira na íntegra o projeto contra a adoção por casais homoafetivos

http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/deputada-quer-proibir-adocao-por-casal-homoafetivo/

"INOVAÇÕES NA GARANTIA DA CONVIVÊNCIA FAMILIAR".

EStá disponível no site da OAB SP  palestra proferida em janeiro de 2015 pelo advogado Carlos Berline com o tema "INOVAÇÕES NA GARANTIA DA CONVIVÊNCIA FAMILIAR".
Acesse pelo link http://www.videosoabsp.com.br/Default.aspx?id=2139&b=

segunda-feira, 23 de março de 2015

Enfim, o Amor

http://oglobo.globo.com/o-globo-a-mais/bridge/?wv=s/O%20Globo%20a%20Mais/0de02e1e-dcef-591f-83cf-72aca66399cf/GAM_2015-03-23/Capa.html

Para autor de Babilônia, boicote a beijo gay tem motivação 'ditatorial'

Polêmica


JOÃO MIGUEL JÚNIOR/TV GLOBO
Ricardo Linhares e Gilberto Braga, coautores de Babilônia, em apresentação da novela à imprensa
Por DANIEL CASTRO, em 20/03/2015 · Atualizado às 18h52 Coautor de Babilônia, Ricardo Linhares reagiu indignado à campanha proposta por deputados evangélicos para que o público boicote a nova novela das nove da Globo. Na trama, Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg formam um casal de mulheres maduras que mantêm uma relação de 40 anos, criaram juntas um filho e, nos próximos capítulos, vão transformar a união civil em casamento. Para Linhares, a sugestão de boicote tem motivação “obscurantista e ditatorial” e promove “a discriminação e a intolerância”.
Em sua primeira semana, Babilônia apresentou duas cenas em que Teresa (Montenegro) e Estela (Timberg) se beijam carinhosa e delicadamente. As imagens incomodaram o senador Magno Malta (PR-ES) e o deputado federal João Campos (PSDB-GO), integrantes da Frente Parlamentar Evangélica. Eles emitiram nota em que pedem boicote à novela, por fazer “apologia ao mal” e visar "destruir famílias”.
A seguir, a resposta de Ricardo Linhares:
Notícias da TV – Como você está interpretando a reação de deputados e religiosos ao casal Teresa e Estela?
Ricardo Linhares - São reações de uma minoria, que não tem qualquer amparo legal. Os deputados estão fazendo barulho na tentativa de se promover às custas do sucesso da novela. Ao usar suas posições no Congresso para atacar a Rede Globo e a novela das nove, eles querem atrair a atenção da mídia para si. E assim se exibir nos seus redutos eleitorais.
A intenção é meramente política e oportunista, e não de crença. Tantos os deputados quanto esses pastores não têm respaldo para falar em nome de toda uma comunidade religiosa. Por isso, não se deve dizer que “evangélicos propõem boicote”, pois não é uma atitude generalizada. A maioria dos evangélicos é formada por pessoas sérias e respeitosas.
A defesa do boicote à novela é um ato de homofobia?
Todos têm direito de propor boicote a um programa de TV. Vivemos numa democracia. É lamentável que a motivação seja obscurantista e ditatorial, promovendo a discriminação e a intolerância. Mas desde que não haja violência nem ataques pessoais, todos são livres para se manifestar.
Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg em cena, veiculada na quarta-feira (18), em que suas personagens comemoram a notícia de que vão casar
Você concorda que um beijo das duas personagens tem um significado político muito grande, porque elas são um casal sólido, uma família como qualquer outra, e por tudo o que as intérpretes representam?
Certamente o beijo de Fernanda e Nathalia, dois ícones da nossa cultura, têm um peso político muito importante. As atrizes foram convidadas porque agregam aos papéis a dignidade com que conduziram suas vidas e carreiras. Ambas chegaram a um patamar em que estão acima do bem e do mal. Não precisam mais provar nada a ninguém. Suas trajetórias impõem respeito e servem de respaldo para as ações das personagens.
Não só o beijo do primeiro capítulo, como todas as demonstrações de afeto que as personagens vão viver ao longo da novela são tratadas com toda naturalidade, porque são naturais num casal. Teresa, Estela e Rafael [Chay Suede] formam um núcleo familiar contemporâneo, que merece todo respeito e o amparo da lei. Definir família como formada unicamente por macho e fêmea é inconstitucional. A união de pessoas do mesmo sexo é uma entidade familiar reconhecida pelo STF. Não há distinção entre a família heteroafetiva e a homoafetiva.
Determinados grupos religiosos querem reduzir o conceito de família, na contramão da pluralidade contemporânea. O Brasil é um país laico. E os fundamentalistas religiosos não podem impingir suas idiossincrasias aos outros. Basta olhar ao redor para ver que inciativas reacionárias, como o Estatuto da Família, não correspondem à realidade. O mundo mudou. E não há volta. A novela reflete o cotidiano do outro lado da telinha.
Eu sou um autor progressista. Acredito que a televisão, ao mesmo tempo que entretém, deve levar o espectador a refletir sobre o mundo em que vivemos. Como fiz em Saramandaia, gosto de propor discussão como o combate à intolerância e ao preconceito.
http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/para-autor-de-babilonia-boicote-a-beijo-gay-tem-motivacao-ditatorial-7049 

'EU A CORTAVA COM UMA FACA' DIZ SUSPEITA DE TORTURAR FILHA ADOTIVA

21/03/2015 Douglas Pires Do G1 Mogi das Cruzes e Suzano 

Menina de 5 anos morreu após ser levada para hospital com hematomas. Suspeita foi presa na noite desta sexta-feira em Suzano. A dona de casa Andreia Pereira de Santana, de 33 anos disse em depoimento à polícia que torturava a filha adotiva de 5 anos com uma faca e um cabide. "Eu fiz isso. Bati nela com um cabide", confessou a suspeita. A criança morreu nesta quinta-feira (19) após ter permanecido internada durante 5 dias com hematomas pelo corpo. Andreia foi presa na noite de sexta-feira (20) em Suzano e transferida para a cadeia feminina de Poá. A confissão da suspeita ocorreu após depoimento de testemunhas, na noite de desta sexta (20). "Bati nela duas vez com o cabide. Eu empurrei ela porque fiquei nervosa. É verdade, eu a ameaçava com uma faca. Eu a cortava", confessou a dona de casa. A criança deu entrada no Hospital Santa Marcelina, em Itaquaquecetuba, no domingo. A vítima teve de ser levada para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em razão dos ferimentos graves. A Polícia Civil somente foi avisada na terça-feira e deu início às investigações. A princípio, a mãe adotiva disse à polícia que a criança havia caído da escada. O caso também passou a ser acompanhado pelo Conselho Tutelar. "Ela [suspeita] inibia as pessoas. Ela é muito violenta, apesar de não demonstrar isso, mas ela botava medo nas pessoas", detalhou o delegado titular do 2º DP do Boa Vista, em Suzano, Eduardo Peretti. A criança tinha vários queimaduras pelo corpo, aparentemente feitas com cigarro. Tinha hematomas e escoriações. Algumas marcas já estavam em fase de cicatrização, outras eram mais recentes. A criança ainda apresentava sinais de estrangulamento e lesões na região genital. Inicialmente o delegado de Itaquaquecetuba Francisco Del Poente estava cuidando do caso. Mas, como a vítima morava em Suzano a investigação foi transferida para a outra cidade. "Após uma denúncia anônima fomos acionados a comparecer no hospital para verificar o caso de uma criança vítima de tortura. Lá, verificamos que a criança tinha várias marcas de queimadura provocadas por cigarro, inclusive na região genital. Também são vários hematomas e arranhões", informou Del Poente. No boletim de comunicação de óbito consta que a mãe adotiva compareceu à delegacia junto com uma conselheira tutelar. A criança morava com a responsável no bairro Miguel Badra em Suzano. Por isso, o caso foi encaminhado para o 2º Distrito Policial do município. http://g1.globo.com/.../eu-cortava-com-uma-faca-diz...