quarta-feira, 24 de agosto de 2016

1º ENCONTRO DO GRUPO DE APOIO À ADOÇÃO ACONTECE EM VOLTA REDONDA. (Reprodução)

23/08/2016 1

Reunião tem o objetivo de auxiliar pretendentes não habilitados e habilitados
Volta Redonda agora conta com um Grupo de Apoio à Adoção (GAA), cujo o objetivo é instruir e amparar juridicamente os pretendentes à adoção, além de esclarecer dúvidas frequentes e possibilitar a troca de experiências pessoais através de debates....

O 1º encontro do grupo acontece nesta quinta (25), às 19h, no salão da Igreja Nossa Senhora das Graças, no Aterrado. Uma equipe de apoio, ligada à Vara da Infância, contribuirá com assistência psicológica e social.


Estarão em pauta assuntos como adoção de irmãos ou de crianças especiais, momento de espera e processo de adaptação do filho adotivo.


A iniciativa preza pelo preparo de pretendentes não habilitados e habilitados, assegurando o direito à família para crianças e adolescentes e, também, auxiliando a prevenção do abandono.



Reproduzido por: Lucas H.




Adotar é ser amor, é ser vida (Reprodução)

23/08/2016

Nem sempre a vida reserva para algumas pessoas a chance de alcançar o sonho de ser pai e mãe, mas, seguramente, ela premia pessoas que de forma amorosa se dispõe a amar alguém sem ser gerado de seu ventre.

O crescimento do filho da gente é uma aventura. Todo santo dia ele conquista e aprende alguma coisa. Para se tornar um adulto feliz e saudável, a criança vai passar por muitas fases de desenvolvimento, cada uma com suas particularidades, necessidades e seus obstáculos. A nós cabe a tarefa de estar ao lado dele, aprendendo junto, orientando... Esse é nosso papel.

"Como os pássaros, que cuidam de seus filhos ao fazer um ninho no alto das árvores e nas montanhas, longe de predadores, ameaças e perigos, e mais perto de Deus, deveríamos cuidar de nossos filhos como um bem sagrado, promover o respeito a seus direitos e protegê-los." (Zilda Arns Neumann).

O grande vilão na relação pais e filhos é o tempo, ou a falta dele, que é o que vem gerando o desamor, pois a maioria dos pais modernos ainda não aprendeu a lidar com essa deficiência – base da solidez familiar – que pode ser demonstrada em pequenos gestos, como um olhar carinhoso, um sorriso amigo, uma palavra despretensiosa. Não custa quase tempo algum, é simples e tem valiosos resultados.

O cuidado é a exteriorização do amor. Orientar nossos filhos, saber por onde anda e com quem, é uma das formas de cuidar, é amá-los com todos os seus defeitos e dificuldades. Faz parte de um amor maior, verdadeiro, incondicional, um amor operativo que se traduz nas obras que nós, pais, realizamos em prol da família.

Hoje, vemos que alguns pais se eximem da sua missão de educar ao entregar as crianças a terceiros, escolas, parentes ou vizinhos, como se tivessem o papel redentor de curar as feridas, de amenizar as dores, de apagar as marcas de uma estrutura familiar desorganizada e omissa em relação à educação dos seus filhos e a formação do seu caráter.

Ter filhos não se baseia somente em dar amor. A responsabilidade em cuidar, dar limites e prestar atenção vai além dos cuidados essenciais.

Fechar os olhos para um comportamento por entender ser apenas “do momento”, uma “brincadeira de criança”, poderá trazer prejuízos comportamentais no futuro e a partir daí, o que poderia ser uma fase ruim, torna-se uma conduta definitiva. As etapas existem para que sejam devidamente superadas.
Devemos assumir de uma vez por todas o controle da situação. Ela nos pertence.

Não há manual para criar filhos, deve haver sim, muita vontade de acertar. Começando por amanhã, Dia das Crianças… Sugiro que além dos jogos e brinquedos eletrônicos que pensamos dar aos nossos filhos, possamos aproveitar o dia para brincar com eles. Certamente, será o melhor presente.
“Quando a gente gosta é claro que a gente cuida…” sábia frase cantada em um dos versos escritos por Peninha. É verdade, cuidar é uma forma de dizer: “eu gosto de você”.

O ato de amar e a adoção, são formas comuns de afirmar o direito negado àqueles que por razões outras, foram renegados a condição servil de “excluídos", banidos, largados a vil sorte de não serem aceitos, apesar de gerados e terem um sobrenome, contudo, falta-lhes o "elan vital" da vida - pessoas que as amem e que façam desta realidade a sua missão.

Todo indivíduo possui uma família, independente de ser ela a desejável ou não.

A importância da família na vida do ser humano é indizível, vez que é a partir dela que o 'homem' adquire os seus primeiros conceitos que formarão, ao longo do tempo, as pilastras de seu caráter, servindo de orientação para os inúmeros caminhos que a vida imporá durante sua trajetória.
Ela é vista como um sistema equilibrado e o que mantém este equilíbrio são as regras do funcionamento familiar.

A abordagem sistêmica visa à família na sua interdependência com outros sistemas sociais e enfoca a inter-relação entre os seus componentes, transferindo a questão individual para o plano relacional.
Não entendo por que há tantos seres indesejados mesmo antes de nascer, talvez por que o amor não foi o elo, a base, o pilar desta relação.

Não se pode punir filhos por causa do erro dos pais, afinal, eles não pediram para nascer, mas, se nasceram, devem ser amparados, cuidados, protegidos, como parte de uma relação que estabelece o zelo e a proteção como pilares desta convivência.

Nascer é o dia, viver é todo dia. É começo, é não ter escolha, é o novo, é o ventre, e o translúcido, o brilhar da luz, é sorte, é aposta, é caminhar, Nascer é o pêndulo, viver é o movimento, é prosseguir. Nascer é palavra, viver é frase.

Nascer é felicidade, viver é emoção, que nos enche de alegria. (Edilson Sabino.)
A vida é a mais difícil das tarefas e o amor à vida, o mais difícil dos amores, mas também o mais gratificante (Clement Rousseut).

A vida é uma oportunidade, aproveita-a... É beleza, admire-a... é sonho, torna-o realidade... é um desafio, enfrenta-a... é um dever, cumpra-o. E um jogo, joga-o... é preciosa, cuida-a...é riqueza, conserva-a....é amor, goza-a...é um mistério, desvela-o...é promessa, cumpre-a...é tristeza, supera-a...é um hino, canta-o...é um combate, aceita-o... é tragédia, domina-a.... é aventura, afronta-a... é felicidade, merece-a. A vida se basta a si... defende-a. (Madre Tereza de Calcutá).

Quando nasci, foi assinado um acordo. A minha vida em outras vidas, alguns dissabores, amores, desamores; plantios em terrenos nem sempre férteis. Quando eu nasci nunca tinha visto nada… ”É quando nascemos que começa a grande aventura! Do respirar, do provar, do sentir…

Pio Barbosa Neto
Professor, escritor, poeta, roteirista.

Original disponível em: http://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/3598/adotar-e-ser-amor-e-ser-vida#

Reproduzido por: Lucas H.

Audiência pública debaterá Família Acolhedora (Reprodução)

23 de agosto de 2016

O Poder Judiciário de Mato Grosso promove, na próxima sexta-feira (26 de agosto), uma audiência pública para debater a Família Acolhedora, um modelo de acolhimento que propicia atendimento em ambiente familiar, garantido atenção individualizada e convivência comunitária, permitindo a continuidade da socialização da criança. A audiência será realizada no espaço Justiça, Cultura e Arte Desembargador Gervásio Leite, na sede do Tribunal de Justiça, a partir das 8h30. Os interessados em participar poderão fazer a inscrição AQUI, gratuitamente.
 
Toda a comunidade está convidada a comparecer ao evento que pretende ouvir opiniões, considerações, sugestões, críticas e esclarecer dúvidas sobre o acolhimento familiar. Segundo a corregedora-geral da Justiça e presidente da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), desembargadora Maria Erotides Kneip, as ações desenvolvidas nos últimos meses apontaram para a necessidade de retirar as crianças do acolhimento institucional e colocá-las efetivamente no convívio familiar. “Temos trabalhado muito na aceleração dos movimentos judiciais e na prolação da destituição do poder familiar. Mesmo assim, enquanto isso não se efetiva, vemos a necessidade de colocar essas crianças e adolescentes dentro de uma família”, afirmou.
 
A desembargadora explica que no acolhimento familiar as famílias recebem uma ajuda financeira do município para cuidar de uma ou mais crianças por um determinado período, enquanto elas não forem definitivamente para uma família substituta ou retornarem à família de origem. “É uma iniciativa que ameniza as graves consequências do acolhimento institucional como transtornos psicológicos e psiquiátricos”, enfatizou Maria Erotides. Conforme a corregedora, o objetivo é implantar o serviço nas 79 comarcas do Estado até dezembro de 2017. “É uma meta ousada e nós vamos discutir na audiência de que forma conseguiremos isso. Queremos ouvir opiniões para saber se estamos no caminho certo e se podemos melhorar a forma de implementação desse programa. Todos, especialmente aqueles que compõem a rede de proteção, serão muito bem-vindos”, acrescentou.
 
Para o juiz auxiliar da CGJ-MT Luiz Octávio Saboia, a participação da sociedade é fundamental na medida em que a audiência pública é um instrumento de construção de políticas públicas. Ele explicou que o primeiro passo para a instituição do serviço de família acolhedora foi dado em maio deste ano, durante a realização do Seminário da Infância e Juventude. “Convidamos o juiz Sérgio Kreuz para apresentar o trabalho realizado em Cascavel, no Paraná, que para nós é referência em todo o Brasil. O segundo passo foi a visita de uma equipe de magistrados à cidade e às famílias participantes. O terceiro foi a capacitação de técnicos da Ceja e das comarcas com a coordenadora do programa no Paraná, e a nossa intenção é fechar todo esse trabalho preliminar com a audiência pública”, contou.
 
Organização – Para fechar os últimos detalhes da organização da audiência pública, servidores do Poder Judiciário se reuniram na tarde desta segunda-feira (22 de agosto), no gabinete da CGJ-MT, com a corregedora Maria Erotides Kneip.


Reproduzido por: Lucas H.

ADOTAR É TAMBÉM UMA GRANDE OLIMPÍADA (Reprodução)

agosto 23, 2016

Acabamos de hospedar uma olimpíada e ,neste artigo mensal irei comparar este evento com a adoção.
Antes de qualquer evento ocorre a preparação dos futuros atletas (pais pretendentes) e chegam as dúvidas,  incertezas e medo. A grande olimpíada está chegando! Preparar os sentimentos, a família (avós, tios, primos), o espaço ,as finanças.

As delegações são recepcionadas  : os técnicos da Vara da Infância, os Assistentes Sociais, os Grupos de Apoio às Adoções, todos envolvidos para que tudo aconteça bem.

Os futuros pais, tal como os atletas se preparam. Não usarão uniformes olímpicos (alguns usam as camisetas dos grupos de apoio) mas vão aos “treinos”(reuniões, cursos, capacitações).Afinal será preciso ter prontidão para a maratona que virá. Nos “ treinos” recomendamos  que além de ler muito e frequentar os grupos, façam também exercícios físicos como corrida, levantamento de peso e agachamentos para se fortalecerem para a chegada da medalha de ouro (o filho)

Os novos pais terão filhos atletas em várias modalidades.

Atletismo é a modalidade sempre presente. Irão ter filhos que correm muito e os pais aproveitarão aprender correr também. Correr não só com as pernas mas também contra o tempo. Levar para as aulas diversas, médico, dentista, psicólogo sempre é bom, aniversários dos amiguinhos ou baladas, se adolescente.

Outra competição é o basquete: acertar a “bola ao cesto” nas suas decisões, ouvir as reclamações, birras e choros nas cobranças das faltas.

O vôlei também será enfrentado: haverá “ bloqueios”, limites ,quedas e arremessos.
Dependendo da quantidade e idade dos filhos poderão competir nas lutas; muitos usam o boxer e outros diferentes estilos.

Saltos e piruetas são muitos, tendo como consequência o joelho ralado, dente fraturado, muitos curativos e plantões hospitalares.

Como é normal entre os atletas, haverá dor e superação fazendo a turma “remar” muito. É um surf diário com altas ondas emocionais e muitos desafios.

A olimpíada adotiva é contínua e acontece no ambiente familiar enquanto a esportiva  ocorre a cada quatro anos e em diferentes lugares, além de ambiente especial e festivo.

Então! O que fazer? Preparar-se emocionalmente. Muito! Não apenas nos encontros ou cursos preparatórios para apenas cumprir a exigência legal. Aproveitar o tempo de espera para observar famílias, as saídas dos colégios, as brincadeiras nos parques da cidade e praia.

Os pais  não irão conduzir a Bandeira Olímpica que será substituída por mochilas, brinquedos, bicicleta enquanto as mães levam as sacolas com água, biscoitos (o lanche não pode faltar),fraldas se bebê.

Formar a família é uma bela olimpíada. Como no decorrer da vida, tudo passa. Virão novas fases: os filhos crescem e irão viver suas olimpíadas pessoais tendo que competir em várias modalidades.
A olimpíada esportiva é um “ evento adotivo” em que as pessoas de todo mundo se adotam.

Os pais não serão heróis olímpicos e devem se comprometer com as medalhas conquistadas pelos filhos, sejam elas de bronze, prata ou ouro ou mesmo acolher os que não ficaram entre os primeiros.
Feliz olimpíada adotiva para todos!

Original disponível em: http://adocaosegura.com.br/adotar-e-tambem-uma-grande-olimpiada/

Reproduzido por: Lucas H.

OAB promove I Seminário da Infância e Juventude (Reprodução)

23 de Agosto de 2016

Por meio da parceria entre a Comissão de Infância e Juventude (CIJ) e a Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara), a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) realiza nesta quarta-feira (24) - data em que se comemora o Dia da Infância - o I Seminário da Infância e Juventude.

O evento acontece das 8h ás 18h no auditório da OAB-MT e reúne os mais diversos temas e abordagens legais relativas aos cuidados e desenvolvimento de crianças e adolescentes. Também contará com apresentação esportiva e exposição dos trabalhos desenvolvidos pelas crianças do programa Rede Cidadã.

As novas perspectivas para o fortalecimento do direito à convivência familiar, educação e saúde serão abordadas pela corregedora geral de Justiça e presidente da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA/MT), desembargadora Maria Erotides Kneip Baranjak, durante a palestra sobre a Lei da Primeira Infância.

Fundadora da Ampara, a advogada Lindacir Rocha Bernardon fala acerca da adoção e os procedimentos legais para o ato.

Autora do artigo utilizado para justificar o projeto que originou a Lei 13.058/2014, que aplica a guarda compartilhada nos casos em que não houver acordo entre o casal que esteja apto a exercer o poder familiar, a juíza da 3ª Vara de Família e Sucessões de Várzea Grande, Jaqueline Cherulli, discorre sobre guarda compartilhada e alienação parental.

No período da tarde, a violência sexual contra criança e adolescente, pedofilia e bullying virtual e pessoal entram em foco no I Seminário da Infância e Juventude.

Juiz da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Capital, Jamilson Haddad faz a abordagem sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes. Na sequência, o delegado de Várzea Grande, Bruno Lima, fala sobre pedofilia.

O bullying, tanto nas relações pessoais, como no ambiente virtual, será o tema da palestra ministrada pela psicóloga Fernanda Cristina Borges Araújo Jesus.

Já a psicopedagoga Masarela Marques dos Passos falará sobre a educação infantil e a importância do ensino para o desenvolvimento psíquico da criança.

Por fim, o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Jair Fante, ministra palestra acerca dos cuidados que valorizam a vida.

Original disponível em: http://www.folhamax.com.br/cidades/oab-promove-i-seminario-da-infancia-e-juventude/96793

Reproduzido por: Lucas H.

OAB saúda decisão da Câmara pela suspensão de prazos para advogadas que tiveram filhos (Reprodução)

terça-feira, 23 de agosto de 2016 às 15h39

Brasília – A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (23) projeto que garante a suspensão de prazos processuais quando do nascimento de filhos das advogadas ou de adoção, além de outras garantias a advogadas grávidas e lactantes. O PL 1.901/2015 altera o Código de Processo Civil e garante que os processos sejam suspensos por 30 dias, sem prejuízos às partes. A OAB acompanha a tramitação do projeto, que agora segue para o Senado Federal.

Pelo projeto, os prazos serão suspensos por 30 dias, quando a única advogada de alguma das partes der à luz ou adotar. De forma semelhante, prevê a suspensão dos prazos em curso, por 8 dias, quando o único advogado de alguma das partes se tornar pai ou adotar. A suspensão dependerá da juntada da certidão de nascimento da criança ou de documento que comprove a adoção, momento em que se iniciará a contagem do tempo do benefício.
“Este Projeto de Lei vem ao encontro do que propõe a OAB no Ano da Mulher Advogada”, explica o presidente nacional da Ordem, Claudio Lamachia. “Precisamos sempre buscar a dignidade na atuação profissional de nossos colegas. A suspensão dos prazos garante que as advogadas e os advogados do país possam dedicar-se também às suas famílias, sem prejuízo às causas patrocinadas por eles.”
“A OAB trabalhou intensamente para aprovar esse PL e teve uma participação marcante na sessão de votação, representada por integrantes da Comissão Nacional da Mulher Advogada, como Daniela Teixeira (DF) e Ariana Teles (GO). A aprovação do texto representa uma vitória muito significativa para as advogadas brasileiras, notadamente aquelas que militam rotineiramente nos fóruns e que também precisam do apoio da Justiça para bem exercerem suas atividades, justamente quando gestantes e lactantes, momentos esses de grande fragilidade para todas as mães. Nossa luta continuará, pois o projeto de lei seguirá para o Senado e precisamos buscar o apoio dos parlamentares", destacou Eduarda Mourão, presidente da Comissão.

O PL, que apensou outros projetos em tramitação, também altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.096/94), apresentando direitos às advogadas grávidas ou lactantes: não se submeter a detectores de metais e aparelhos de raios-x nas entradas dos tribunais; obter a reserva de vagas nas garagens dos fóruns dos tribunais; acesso às creches, onde houver, ou local adequado ao atendimento das necessidades dos bebês; e preferência na ordem das sustentações orais e audiências a serem realizadas a cada dia.

O projeto, de autoria do deputado federal Daniel Vilela, com relatoria de Delegado Éder Mauro, foi aprovado por unanimidade pela CCJ. No relatório, a importância da lei é explicada: “A superação das efetivas desigualdades que apartam a mulher do mercado de trabalho não é apenas uma obrigação jurídica imposta pela Constituição Federal. É hoje, antes de tudo, um dever de consciência no estado democrático de direito. Cumpre, portanto, ao Legislativo, instituir medidas que busquem eliminar o desequilíbrio entre gêneros, a fim de combater as práticas discriminatórias”, afirma.

“As presentes proposições, ao intentarem a suspensão dos prazos em processos em que a advogada gestante ou adotante seja a única patrona da causa, buscam conferir às advogadas a igualdade de oportunidades e à equiparação através da redução das diferenças sociais, estimulando a continuidade do exercício advocatício”, finalizam.


Reproduzido por: Lucas H.


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

MARIA EROTIDES ABRE I SEMINÁRIO DA INFÂNCIA NA OAB-MT NO DIA 24 (Reprodução)

Segunda, 22 de agosto de 2016

O I Seminário da Infância acontece no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) no dia 24 de agosto, das 8h às 18h. Para participar do evento, realizado em parceria entre a Comissão de Infância e Juventude (CIJ) e a Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara), as inscrições são gratuitas.

A primeira palestra acontece às 9h20 com o... tema "Lei da primeira infância" abordado pela desembargadora Maria Erotides Kneip Baranjak. Logo após, às 10h a palestra será sobre "Adoção" com a advogada, fundadora e gestora da Ampara, Lindacir Rocha Bernardon.

"Guarda compartilhada e alienação parental" é o tema que será discutido às 11h, pela juíza de Direito da 3ª Vara da Família e Sucessões de Várzea Grande, Jaqueline Cherulli.


Após o intervalo, a partir das 14h, o juiz de Direito da 1ª Vara Especializada da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Capital, Jamilson Haddad, fala sobre "Violência sexual contra criança e adolescente". Depois será realizada a palestra sobre "Pedofilia" com o delegado de Várzea Grande, Bruno Lima Barcellos. A psicóloga Fernanda Cristina Borges Araújo Jesus aborda o "Bullying virtual e pessoal".


Das 16h20 às 17h acontece a palestra "Educação infantil: O ensino e sua importância para o desenvolvimento psíquico da criança" com a psicopedagoga Masarela Marques dos Passos.


Para encerrar o ciclo de palestras, o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Jair Fante, discorre acerca dos "Cuidados que valorizam a vida" às 17h.



Reproduzido por: Lucas H.