Silvana do Monte Moreira, advogada, sócia da MLG ADVOGADOS ASSOCIADOS, presidente da Comissão Nacional de Adoção do IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito de Família, Diretora de Assuntos Jurídicos da ANGAAD - Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção, Presidente da Comissão de Direitos das Crianças e dos Adolescentes da OAB-RJ, coordenadora de Grupos de Apoio à Adoção. Aqui você encontrará páginas com informações necessárias aos procedimentos de habilitação e de adoção.
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quarta-feira, 19 de junho de 2013
MÃE ADOTIVA TAMBÉM AMAMENTA NO PEITO
Por Mariana Carolina Rios Segunda-feira, 17 de junho de 2013.
Amamentar é uma possibilidade mesmo para mães adotivas, vacina natural
que sai do seio materno – arma poderosa contra as doenças da infância. A
possibilidade de ter leite natural mesmo sem passar pela bomba hormonal
trazida pela gestação começa com vontade e disposição de realizar o
ato. Muitos fatores são influentes na amamentação adotiva:
A preparação do mamilo durante pelo menos 3 meses antes do bebê chegar; A idade do bebê, quanto mais nova é a criança, maior é a chance de o aleitamento ser possível; Alguns medicamentos estimulam a produção do hormônio do leite, a prolactina; As massagens e o estímulo com bombas e equipamentos também ajudam a induzir o aleitamento.
Não dá para atestar que todas terão sucesso. É sempre bom lembrar que o
leite materno de uma mulher que engravidou tem a mesma qualidade do
leite produzido por uma mulher que estimulou a amamentação. - O
processo é lento e requer empenho. Faça massagens nos seios, tome sol
com eles descobertos (fora dos horários de sol intenso) e se informe
sobre os aparelhos que fazem o bombeamento das mamas com foco na
estimulação. É importante procurar um profissional especializado na área
para que ele faça o acompanhamento e que o leite desça com sucesso.
- Com orientação médica, há a possibilidade de usar medicações que
estimulem a produção de prolactina, hormônio do leite materno. - Ao
iniciar a amamentação, é possível que o bebê precise de complemento na
alimentação. Uma técnica é usar uma sonda bem fininha (uretral 04).
Coloque uma ponta da sonda em uma seringa de 60 ml, por exemplo, e a
outra próxima ao bico do seu seio. O bebê ao mesmo tempo em que suga o
peito, recebe o leite artificial. Com o tempo e estímulo, ele vai passar
a beber menos complemento e mais leite do peito da mais nova mamãe,
representando o vínculo da nova família que nasceu. Mariana Carolina Rios - Enfermeira Neonatologista e Consultora em Aleitamento Materno COREN - MG 203188 http://www.padecendo.com/2013/06/mae-adotiva-tambem-amamenta-no-peito.html
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