Silvana do Monte Moreira, advogada, sócia da MLG ADVOGADOS ASSOCIADOS, presidente da Comissão Nacional de Adoção do IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito de Família, Diretora de Assuntos Jurídicos da ANGAAD - Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção, Presidente da Comissão de Direitos das Crianças e dos Adolescentes da OAB-RJ, coordenadora de Grupos de Apoio à Adoção. Aqui você encontrará páginas com informações necessárias aos procedimentos de habilitação e de adoção.
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
MEU FILHO - SEM RITUAIS
01/07/2013
Geralmente, quando o filho adotivo tem contato com o assunto, ele
aceita tranquilamente, entende com facilidade que a adoção é apenas um
dos jeitos de nascer em uma família. A psicóloga Maria da Penha Oliveira
aconselha o uso de livros, filmes e fatos da mídia que falem sobre o
assunto para contextualizar.
Maria da Penha conta que alguns casais a
procuram pedindo que ela revele a verdade, mas a psicóloga ressalta que
essa é uma incumbência dos pais adotivos: – São eles, e mais ninguém, que devem contar. Sem rituais. Eles devem
dizer para a criança como foi o processo de adoção e fazer isso da forma
mais honesta possível. Caso a criança tenha uma história muito delicada, não é preciso expor os detalhes logo no primeiro momento.
COM SEGURANÇA
Nos casos de revelação tardia, é comum que haja revolta, principalmente
quando o filho está na adolescência, uma fase em que tradicionalmente
surgem conflitos psicológicos. As reações negativas tendem a ser
passageiras. Assim como um sentimento da criança adotada de não fazer
parte da família em que vive. – Nesse caso, os pais devem reafirmar o desejo de adoção – explica Maria da Penha. http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,1161,4185661,22270
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