Silvana do Monte Moreira, advogada, sócia da MLG ADVOGADOS ASSOCIADOS, presidente da Comissão Nacional de Adoção do IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito de Família, Diretora de Assuntos Jurídicos da ANGAAD - Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção, Presidente da Comissão de Direitos das Crianças e dos Adolescentes da OAB-RJ, coordenadora de Grupos de Apoio à Adoção. Aqui você encontrará páginas com informações necessárias aos procedimentos de habilitação e de adoção.
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013
AVÓ É SUSPEITA DE VENDER NETO POR R$ 10 MIL EM MINAS
18.08.2013 Criança de 11 meses foi localizada no bairro Alto Vera Cruz; mulher já tinha se queixado do trabalho que o menino dava
A Polícia Militar (PM) procura por uma mulher suspeita de vender o
próprio neto por R$ 10 mil na região de Venda Nova, em Belo Horizonte,
nesse sábado (17). De acordo com a
PM, a mãe da criança de 11 meses deu queixa contra a avó materna nessa
sexta-feira (16). Ela teria saído para ir a casa de uma vizinha e,
quando voltou, o menino tinha desaparecido. “A mãe do bebê contou
que a avó já tinha falado que o menino dava muito trabalho e, por isso,
tinha vontade de mandar ele embora”, contou o sargento Ferreira, do 49º
Batalhão. Após denúncia da mãe, militares começaram rastreamento e
com depoimento de outros parentes conseguiram chegar na casa da suspeita
de receber o menor, na rua Tebas, no bairro Alto Vera Cruz, na região
Leste da capital. “Chegamos ao imóvel de uma mulher identificada
apenas como Vardirene e achamos o menino. A suspeita informou que a avó
da criança fez a doação, mas uma testemunha afirmou que o menor foi
vendido”, explicou o militar. Entretanto, a amiga da avó, que deu
carona até o local que o menino foi achado, afirmou que, na verdade,
quem queria entregar o menino para a adoção seria a própria mãe. "Eu
nunca quis doar meu filho. O pai dele pensou nessa possibilidade, mas
não abro mão da criança. Passamos muita dificuldade. Ele já se alimentou
apenas com água e fubá. Não imagino minha vida sem o bebê", informou a
mãe, Kátia Soares, de 25 anos, que tem outros filhos de 8, 7 e 2 anos.
A criança estava bem e não apresentava sinais de maus tratos. O
delegado da Central de Flagrantes entrou em contato com a avó, que está
em Ipatinga, e, segundo ela, a filha maltratava a criança e, por isso,
resolveu fazer a doação. Ela vai retornar a Belo Horizonte para prestar
esclarecimentos. Com informações O TEMPO online / Carolina Caetano e Bernardo Miranda Foto: Ilustração http://www.jphoje.com/index2.php?pagina=detalhesnoticia&codigo=3631
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