terça-feira, 7 de junho de 2016

Adote um pequeno torcedor, uma campanha aberta a qualquer clube (Reprodução)

por: Cassio Zirpoli

Em 30 de agosto de 2015, o Sport lançou a campanha Adote um Pequeno Torcedor, o primeiro programa de adoção apoiado por um clube de futebol. Uma ação voltada para crianças acima de 7 anos, idade com dificuldade histórica de adesão. No Brasil, segundo o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), 94% dos pais interessados buscam menores de 7 anos. Entretanto, 78% das crianças que vivem em abrigos (14 deles espalhados no Recife) já passaram da idade, variando até 17 anos. Uma conta que infelizmente não bate.
Ao todo, ainda de acordo com o CNA, existem 6,1 mil crianças e adolescentes aptos à adoção. Daí, a importância (e alcance) da ação criada pelo rubro-negro, com o apoio da 2ª Vara da Infância e Juventude do Recife, Ministério Público e da agência Ogilvy, parceira do clube. Nove meses depois, já com as primeiras adoções oriundas do projeto -iniciado no jogo Sport x Flamengo, na Arena Pernambuco -, outros clubes do país demonstraram interesse em participar, de Belo Horizonte, Santos e Rio de Janeiro. Uma ação estendidas aos rivais.
No site oficial do projeto foram cadastradas 39 crianças rubro-negras, com idade e descrição, e também crianças que torcem por outras equipes. As quatro primeiras já foram listadas, todas do Santa Cruz. Seja lá qual for a cor da camisa, a paixão clubística aparece como a primeira conexão entre pais e filhos.
Confira o site oficial da ação clicando aqui.

Notícia disponível em: http://blogs.diariodepernambuco.com.br/esportes/2016/06/06/adote-um-pequeno-torcedor-uma-campanha-aberta-a-qualquer-clube/

Reproduzido por: Lucas H.

399 crianças não têm uma família que as adote (Reprodução)

05 Junho 2016 às 00:24

Em dezembro de 2015, 399 menores aguardavam por uma família adotiva, ou seja, até então ninguém os quis, apesar de haver 1884 candidatos a pais que esperavam pela proposta de uma criança.

O desencontro, explica a Segurança Social, deve-se ao facto de "a maioria das crianças em situação de adotabilidade ter mais de seis anos, enquanto a maioria dos candidatos as quer até aos seis".

Especialistas afirmam que urge definir "de forma mais célere" se uma criança vai ou não para adoção.
"A definição e concretização do Projeto de Vida de adoção tem que ser mais rápida, porque, se se decide que alguém vai para adoção muito tarde, as probabilidades de essa pessoa vir a ser adotada vão diminuir", avança Cristina Silva, fundadora e membro da Direção da Associação Bem Me Queres. A dirigente acrescenta que "é preciso que haja maior coordenação entre tribunais, comissões de proteção e Segurança Social".

Leia mais na versão e-paper ou na edição impressa.


Reproduzido por: Lucas H.




                                               

Vara da Infância e Juventude de Caucaia promove palestra sobre adoção (Reprodução)

03-06-2016

Famílias que já adotaram e outras que estão na fila da adoção lotaram o auditório do Fórum de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, para participar de palestra sobre a “Conscientização dos adotantes quanto ao seu papel de pais”. O evento, promovido pela Vara Única da Infância e Juventude da Comarca, ocorreu na manhã desta sexta-feira (03/06).

A advogada e professora Ana Carla Bessa, autora do livro “Só Família”, que trata de relacionamento conjugal e educação dos filhos, falou sobre o assunto. Para ela, a adoção é um ato extremo de amor e, antes de tudo, uma criança adotada precisa ser gerada dentro do coração da mãe e do pai.
“Neste mundo, onde tantos discutem sobre entregar seus próprios filhos, não querer gerar o filho ou querer ter o direito de extrair o filho de dentro de si, é maravilhoso encontrar pessoas que, não tendo gerado, colocacam essas crianças dentro dos seus corações, dentro das suas histórias, o que é uma grande responsabilidade”, salientou.

A palestrante também falou sobre a forma como se comportam pais que têm filhos biológicos e adotivos e pediu a eles que evitem qualquer tipo de excesso. “A gente sabe que nenhum ser humano é igual ao outro. Sendo assim, há um apelo de cada filho de ser tratado com essa diferença, conforme a sua necessidade. No entanto, tratar um filho para mais ou para menos, isso sim vai contra qualquer pensamento em educar para a felicidade”, destacou.

A juíza Elizabete Pinheiro, titular da unidade, disse que o evento teve como objetivo acompanhar as famílias que concluíram o processo de adoção, além de permitir a troca de experiência delas com as que estão na fila de espera.

“A gente faz um trabalho diferenciado de acompanhar as famílias além do processo. Elas continuam recebendo visitas da nossa equipe multidisciplinar, que verifica se está tudo bem, se precisam de alguma ajuda. Esses encontros ainda permitem a troca de experiência entre as famílias que adotaram e as que pretendem adotar. São importantes para dar mais segurança e força”, explica.

A magistrada ainda resssaltou que a adoção só é possível quando são esgotadas todas as tentativas de reinserção da criança na família biológica. Ela acrescentou que os pretendentes a pais passam por cursos para se tornarem aptos. “A gente só pode sentenciar quando tem a certeza do que está fazendo, até porque a adoção é irrevogável”, conclui.

Após a palestra, o público conferiu apresentação da cantora Ludmila Amaral. Também foi servido um café da manhã para as famílias.

A EXPERIÊNCIA DE QUEM ADOTOU

A professora Ieda Lima tem três filhos. São dois biológicos e uma adotiva, que é a caçula da família e a maior companheira da mãe. “Só não nasceu de mim, mas é minha filha. A Dara tinha um ano e três meses quando meu esposo morreu e ajudou muito a superar a dor da perda dele. Hoje ela tem oito anos e pra mim é tudo”.

Vanessa Nascimento e Carlos Alberto sempre tiveram vontade de adotar. Após oito anos de casamento, deram início ao processo. O que eles não imaginavam é que, um mês depois, Vanessa estaria grávida. Mesmo assim, não desistiram do sonho. Hoje, eles são pais de Sofia, que tem um ano de sete meses, e Gabriel, que está com onze meses.

O menino chegou na família em dezembro do ano passado. “Desde quando a gente se conheceu, a gente conversava sobre esse assunto, a gente realmente queria adotar. É tão satisfatório! Hoje é como se fossem gêmeos. Um sente falta do outro, eles já se amam muito e nós amamos os dois”, relata Vanessa. O açougueiro Carlos Alberto concorda com a esposa e não descarta a possibilidade de adotar outras crianças. “Quem sabe no futuro, né? Podem vir mais dois. Vamos ver”, avalia.

A auxiliar de farmácia Jurlene Ribeiro sempre quis ser mãe e encontrou na adoção a possibilidade de realizar o sonho. “Me informei, com pessoas que já adotaram, e vim ao Fórum para dar início ao processo. Nunca vou me esquecer da primeira vez que a vi, ainda no abrigo, e a cada dia que passa sou mais feliz, é um amor incondicional”, conta emocionada.

Original disponível em: http://www.tjce.jus.br/noticias/vara-da-infancia-e-juventude-de-caucaia-promove-palestra-sobre-adocao/

Reproduzido por: Lucas H.

Adoção em Pauta: TJRJ alcança marca de 317 sentenças em maio (Reprodução)

03/06/2016 14:32

Mais audiências, mais sentenças e mais sorrisos nos rostos de novas famílias. O programa Adoção em Pauta, que consagrou o esforço concentrado de magistrados e servidores, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), no acolhimento de pais adotivos para crianças e adolescentes, durante o mês de maio, deixou um resultado positivo. Em todo o estado, foram 317 sentenças de adoção e mais de 250 audiências realizadas sobre o tema apenas no último mês. As audiências contemplaram também os casos de destituição do poder familiar.

Criado neste ano, o Adoção em Pauta também contribuiu para que os números de sentenças sobre os casos de adoção ultrapassassem as metas estipuladas ainda em 2015, que previam atingir a marca de mil sentenças em um ano, de junho do ano passado a maio de 2016. Neste período, o TJRJ proferiu 2.019 sentenças.

Para a coordenadora judiciária de articulação das Varas da Infância e Juventude e Idoso, juíza Raquel Chrispino, o sucesso da atuação do TJRJ sobre o tema da adoção só pode ser justificado pela vontade coletiva de agir em prol das crianças e adolescentes, e pelo trabalho de cada juiz responsável nas diversas comarcas do estado.

“O programa funcionou justamente porque foi um esforço concentrado e coletivo dos magistrados, que aderiram à ideia e fizeram acontecer”, explicou a juíza.

A magistrada acrescenta que o programa foi um instrumento de gestão e de auxílio aos juízes para melhor identificar os processos do tema nos acervos dos cartórios. Chrispino destacou as palestras realizadas como parte do programa Adoção em Pauta, que trataram, inclusive, dos problemas e dificuldades enfrentados em cada processo de adoção.

“Eu não esperava menos porque sei que todos os juízes que atuam na área são muito dedicados, mas para o primeiro ano o resultado foi muito bom”, completou a juíza. O Ato Normativo assinado pelo presidente do TJRJ, desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, tornou o mês de maio como dedicado à causa da adoção, para que os processos não ultrapassem o limite de um ano de duração.

Comarcas do Interior participaram com efetividade da ação

Além das Varas da Infância e Juventude e Idoso da comarca da Capital, que realizaram grande parte das audiências de adoção em maio, inclusive com o apoio do serviço cartorário na 4ª Vara de Infância, por exemplo (assim, as partes já saíram das audiências com o registro de adoção em mãos), as demais comarcas da Região Metropolitana e interior fluminense também agiram em comprometimento com o programa Adoção em Pauta. Em São Gonçalo, foi feito um mutirão de audiências que resultou em 25 sentenças em apenas um dia durante a campanha. No município de Campos dos Goytacazes, 14 audiências foram marcadas também para um único dia.

Na cidade de Barra Mansa, a adoção não ficou apenas no ambiente do Judiciário. Foi organizado um evento em praça pública como parte do programa para comemorar o dia da adoção. A reunião teve participação de assistentes sociais e psicólogos.

Também se destacaram no Adoção em Pauta as comarcas de Itaguaí, Valença, Nilópolis, Itaperuna, Araruama, entre outras.

Desde junho do ano passado, quando foram estabelecidas algumas das recomendações e metas para a adoção no TJRJ, o número de audiências chegou a 1.418, se considerado o período de um ano, até o final de maio de 2016.
GL/FB


Reproduzido por: Lucas H.

Ji-Paraná- PM resgata bebê que foi supostamente raptado (Reprodução)

Publicada em 03/06/2016 - 08.40   /  Autor:  COMANDO 190

Na noite desta sexta-feira, dia 03, a Polícia Militar foi acionada a comparecer na Rua Washington Luiz com a Rua Plácido de Castro, onde, segundo a solicitante, um bebê estava chorando em um terreno baldio. Imediatamente, a Guarnição de Rádio Patrulha, composta pelo CB PM Geraldi e SD PM Cláudio, foram até ao local e encontraram um bebê enrolado em um fino cobertor, abandonado no terreno baldio. A criança chorava muito e foi levada às pressas ao HM.

Durante o trajeto, a Central de Operações recebeu uma ligação de uma mulher informando o rapto do bebê. Segundo a mãe, estava em sua residência, no bairro São Pedro, quando dois homens invadiram sua casa e levaram a criança. Porém, a história acabou não convencendo os policiais e a mãe foi conduzida a delegacia de plantão para prestar esclarecimentos. O bebê foi medicado e passa bem.
Já na delegacia, os PM’s encontraram 27 registros de ocorrências de “Briga de Família”, envolvendo a mãe da criança e seu ex-esposo. Em uma das ocorrências, registrada há três dias, a mulher narra que seu ex-marido lhe agrediu e ainda ameaçou seus três filhos de morte.

A Polícia não descarta a hipótese da criança de ter sido abandonada pela própria mãe, em um plano doentio devido as várias brigas do casal.

O caso foi registrado na 2ª DP, porém será investigado pela DDM.

Original disponível em: http://www.rondoniadinamica.com/arquivo/ji-parana-pm-resgata-bebe-que-foi-supostamente-raptado,114019.shtml

Reproduzido por: Lucas H.

Estilistas Dolce & Gabanna voltam a falar contra a adoção de crianças por homossexuais (Reprodução)

2 de junho de 2016 - 12:07
“Tenho um conceito muito tradicional de família. Amo o significado de família. Se você quer ser moderno, tudo bem. Se quiser boicotar, [a marca] tudo bem, não compre”, reafirmou Domenico Dolce, fundador da marca Dolce & Gabanna, em entrevista recente à Folha de São Paulo.
A frase acima se refere à polêmica gerada no início de 2015 quando em entrevista à revista italiana Panorama, ele e Stefano Gabanna se declararam contrários a adoção de crianças por casais de homossexuais, criticando também a fertilização in vitro, que faz “crianças sintéticas”, no ponto de vista deles.

Na época, quando a declaração foi divulgada, hashtags tomaram conta das redes sociais, em repúdio. Inclusive Elton John, que é casado com um cineasta e adotou dois filhos, criou uma delas: a #boycottdolcegabanna. Logo, outros artistas como Madonna, Ricky Martin e Courtney Love, demonstraram seu apoio a esse boicote.

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Para Domenico e Stefano, a atitude de Elton John e dos outros mostrou o quanto as pessoas podem ser intolerantes às opiniões contrárias às suas. Em nota à imprensa italiana alguns dias após toda essa movimentação virtual, Dolce defendeu o modelo de família tradicional, dizendo que ele cresceu com essa visão de vida, em que a família é formada por uma mãe, um pai e um filho, que sabe da existência de outras realidades e acha justo que existam, mas ele aprendeu desta maneira.

Mais de um ano depois do ocorrido, os dois dizem não se importar com o fato de as pessoas quererem boicotar a marca Dolce & Gabanna, pelo fato de eles, mesmo sendo gays, não apoiarem a adoção de crianças, por casais homossexuais. “É impossível as pessoas amarem tudo o que você faz. Isso é democracia. Se alguém ama demais uma coisa, algo está errado, não acha?”, explicou Dolce durante a entrevista à Folha de São Paulo.

A família, inclusive, é o centro das novas campanhas de marketing da marca. Anteriormente conhecida pelas imagens hipersexualizadas com corpos bem definidos, agora a Dolce & Gabanna quer mostrar o estilo de vida italiano, tendo como referência as famílias da Sicília, terra natal de Dolce.

Outros casos

Dolce e Gabanna não são os primeiros homossexuais influentes a se posicionarem contra a adoção de crianças por gays. No início do ano, o escritor italiano Giorgio Ponte afirmou que sofria mais preconceito por ser religioso do que por ser gay e se posicionou publicamente contra  a possível legalização da prática na Itália. Antes dele, o documentarista francês Jean Pierre Delaume-Myard aceitou ser porta-voz da organização La Manif pour tous (que defende o reconhecimento exclusivo do casamento heterossexual) e escreveu um livro explicando por que ele, homossexual, considera injusta a opção do casamento e, sobretudo, da adoção gay.

Original disponível em: http://www.semprefamilia.com.br/estilistas-dolce-gabanna-voltam-a-falar-contra-a-adocao-de-criancas-por-homossexuais/

Reproduzido por: Lucas H.

Defensor apresenta projeto “Padrinhos” à população de Mirassol D´Oeste (Reprodução)

Em 02 de junho de 2016 as 10h50

O Defensor Público que atua em Mirassol D´Oeste, Ubirajara Vicente Luca, ministrou palestra de apresentação do projeto “Padrinhos” à população do município na noite da última terça-feira (31), no Fórum da Comarca. Iniciativa do Poder Judiciário do Estado, o projeto tem por objetivo, por meio do envolvimento da sociedade civil, motivar aqueles que não têm interesse definido na adoção ou guarda a apadrinhar crianças acolhidas em instituições.

De acordo com o Defensor, podem ser apadrinhadas crianças acima de sete anos de idade e adolescentes, destituídos do poder familiar ou que se encontram em situação de difícil inserção em família substituta. O intuito, segundo ele, é estimular uma futura adoção.

“Há três tipos de apadrinhamento, o provedor (que presta algum tipo de ajuda financeira), o afetivo e o prestador de serviço e qualquer pessoa com mais de 18 anos de idade, independente da classe social, profissão, credo, raça ou sexo, pode apadrinhar. Além disso, empresas, instituições, escolas, clubes de serviços, entidades de classe e associações também podem apadrinhar”, explicou Vicente Luca.

Além da palestra, que contou ainda com a participação da Juíza da Infância e Juventude da Comarca, Henriqueta Ferreira Lima, e do Promotor de Justiça da Infância e Juventude, Leonardo Moraes Gonçalves, 20 casais que já adotaram puderam dar seu testemunho aos presentes.

Os interessados em apadrinhar deverão procurar a Vara da Infância e Juventude de Mirassol D’Oeste, no Fórum da Comarca, localizado na Rua Joaquim da Cunha, nº 595, Bairro Alto Boa Vista.


Reproduzido por: Lucas H.