segunda-feira, 4 de julho de 2016

Abandono: dois bebês são encontrados no mesmo dia (Reprodução)

01/07/2016

Um bebê com alguns dias de vida foi encontrado na manhã desta sexta-feira (1º) na frente de uma residência na rua Rubens Huergo, no Jardim Cruzeiro, em São José dos Pinhais. 

De acordo com informações da Polícia Militar, uma moradora saía para trabalhar quando viu a menina. A criança foi socorrida e encaminhada para o Pronto Socorro de São José dos Pinhais, onde recebe cuidados.

Outro caso de abandono de bebê aconteceu na manhã de hoje, no bairro Boqueirão, em Curitiba. O menino, recém-nascido, foi encontrado em um terreno baldio dentro de um saco plástico e enrolado em um pano. A criança foi encaminhada para o Hospital do Trabalhador.


Reproduzido por: Lucas H.

Por falta de leitos, Justiça determina arresto de R$ 600 mil para salvar vida de bebê abandonada (Reprodução)

SEXTA, 01/07/2016, 12:00

Gabriel Sabóia

A falta de leitos de UTI pediátrica no Rio levou a III Vara da Infância e Juventude a uma medida extrema: determinar um arresto de R$ 600 mil dos cofres do governo do estado e da prefeitura para mandar uma bebê sete meses para um hospital em São Paulo ou Minas Gerais. A menina foi abandonada ao nascer e sofre de graves problemas respiratórios e gástricos. Antes da medida extrema, a Justiça havia determinado a internação rede privada, mas não encontrou vaga. A criança corre risco de vida se não for transferida. A menina nasceu prematura de sete meses, com apenas 860 gramas. A mãe é uma moradora de rua. Desde o parto, ela está na Maternidade Municipal Fernando Magalhães, na Zona Norte. A menina já atingiu o peso máximo para ficar em uma UTI neonatal. Ela ainda precisa passar por uma traqueostomia, já que vive com o auxílio de ventilação mecânica. O procedimento requer a presença de um pneumologista e a unidade não conta com este profissional. O Ministério Público solicitou a transferência no dia 16 de junho, mas o sistema informatizado apontou a falta de vagas na rede pública. Diante da urgência, a juíza Mônica Labuto conseguiu o arresto de R$ 600 mil das secretarias estadual e municipal de Saúde para que a internação fosse feita em uma clínica particular. Mas, nem com o dinheiro em mãos, houve leito disponível em 16 hospitais pediátricos privados da Região Metropolitana, como conta a magistrada: "Isso só virou ação judicial porque o hospital comunicou que o Sistema de Registro não oferecia vagas. Quando começou a ação judicial, já estava claro que não havia vaga nem na rede estadual, nem na rede municipal. Eles foram intimados a cumprir a transferência em 48 horas, mas não cumpriram. Coube ao juiz determinar o arresto, que é a captação de dinheiro dos cofres públicos, para que pudéssemos conseguir uma vaga na rede privada".

De acordo com a juíza, o tempo é o maior adversário da criança na luta para se manter viva. Por isso, o dinheiro empregado para a internação pode ser usado para a transferência da menina para um hospital de Belo Horizonte ou São Paulo.

"Já estou procurando vagas em UTIs pediátricas de São Paulo e Belo Horizonte. Mas, uma das obrigatoriedades que tenho antes de fazer esta transferência é uma declaração de um médico atestando que ela não vai morrer durante o transporte. Só espero esse documento. Ela precisa fazer duas cirurgias: uma traqueostomia e uma gastrostomia. Mas, o hospital em que ela se encontra neste momento não tem cirurgião pediátrico", conclui.

O prazo de 24 horas para a internação da menina venceu na segunda-feira (27/06), mas a decisão ainda não foi cumprida. Procuradas, as secretarias municipal e estadual de Saúde ainda não se manifestaram.


Reproduzido por: Lucas H.

Michael Gove, o amigo de cameron e johnsom com interesses proprios (Reprodução)

30/06/2016
Intelectual neoconservador, de espírito ambicioso, o ministro da Justiça Michael Gove foi um dos artífices da vitória do Brexit depois de romper com seu amigo David Cameron, a quem busca agora substituir no comando do executivo britânico.
Depois de ter reiterado que o posto não o interessava, Gove, de 48 anos, anunciou finalmente nesta quinta-feira sua candidatura com um novo "beijo de Judas", desta vez em Boris Johnson, o líder dos partidários do Brexit, de quem foi um dos principais parceiros durante a campanha do referendo.
"Mas cheguei, com relutância, à conclusão de que Boris não pode fornecer a liderança ou construir a equipe para a tarefa que se aproxima", negociar a saída do país da União Europeia, declarou pouco antes do encerramento das candidaturas à direção do partido conservador.
Michael Gove é um dos seis membros do governo, chamado de "grupo dos seis", que se posicionou a favor da ruptura do Reino Unido com a UE, confirmada pelo referendo de 23 de junho.
Segundo suas próprias palavras, a decisão de se unir às fileiras dos pró-Brexit foi uma das mais difíceis de sua vida política, e a ruptura com Cameron, "um sofrimento".
Durante seu apoio à saída do bloco dos 28, se justificou proclamando que o Reino Unido seria "mais livre, mais justo e mais forte fora da UE".
"A União Europeia, apesar do indubitável idealismo de seus fundadores e das boas intenções de muitos de seus dirigentes, resultou ser um fracasso em muitos níveis", escreveu na época, descrevendo uma organização "ancorada no passado".
"Não é suficientemente conservador"
Mas Michael Gove viveu desde a infância o ressentimento contra as instituições europeias, às quais responsabiliza pelo fechamento da empresa de seu pai.
"O negócio no qual investiu tanto tempo e esforço teve que fechar devido à política pesqueira comum", declarou.
Nascido em 1967 em Edimburgo, Gove foi adotado com quatro anos por um pescador e uma assistente de laboratório de Aberdeen (costa leste da Escócia), onde passou sua infância.
Na escola, o jovem Michael demonstrou uma agilidade intelectual e de resposta que surpreendia seus professores.
"Toda vez que começávamos uma lição, havia alguém que levantava a mão, era Michael. Eu pensava: 'O que vai perguntar?' e 'Vou saber a resposta?'", confessou uma de suas antigas professoras ao The Times.
Depois de estudar em Oxford, este apaixonado pela política tentou a sorte no partido conservador, mas a entrevista de trabalho não foi bem-sucedida, e ele foi criticado por não ser "suficientemente conservador" e por não ter conhecimentos suficientes em política, segundo o The Guardian.
Então tentou entrar no ramo do jornalismo e conseguiu um cargo no Press and Journal, em Aberdeen. Depois passou a trabalhar para a BBC e para o jornal The Times.
Em 2002 participou do lançamento do circulo de reflexão Policy Exchange, considerado na época uma canteira para os jovens conservadores, onde se uniu a David Cameron, então jovem deputado.
Atraído pela política, Michael Gove foi eleito em 2005 deputado na circunscrição de Surrey Heath, ao sudoeste de Londres, primeira etapa em sua rápida ascensão à cúpula do poder.
Membro do gabinete conservador entre 2005 e 2010, obteve a pasta de Educação após a vitória de David Cameron nas legislativas de 2010. Em 2015, com a reeleição de Cameron, recebeu o ministério da Justiça.
Durante a campanha para o referendo sobre a saída ou a permanência na UE, este homem cortês, divertido e encantador não hesitou em denunciar o cartaz do Ukip que mostrava um grupo de refugiados com a menção "Breaking point".
Casado com Sarah Vine, editorialista no tabloide eurocético The Daily Mail, Gove é pai de dois filhos.

Original disponível em: http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2016/06/michael-gove-o-amigo-de-cameron-e-johnson-com-interesses-proprios-6277297.html

Reproduzido por: Lucas H.


Recém-nascida é encontrada dentro de bolsa em Socorro (Reprodução)

30/06/2016 06h29 - Atualizado em 01/07/2016 12h15


O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) informou nesta quinta-feira (30) que atendeu, na noite anterior, uma recém-nascida encontrada dentro de uma bolsa no Conjunto João Alves em Nossa Senhora do Socorro (SE).

De imediato foi enviada uma Unidade de Suporte Avançado (USA) com médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e condutor socorrista. No local, a equipe constatou que a criança tinha poucas horas de nascida.


Outra Unidade de Suporte Básico (USB) foi deslocada para encaminhar a menina para avaliação no Complexo Regulatório Estadual. A recém-nascida foi encaminhada para a Maternidade Santa Isabel. O quadro clínico dela é considerado estável.


Segundo o Conselho Tutelar, a previsão é que a criança tenha alta ainda hoje e seja encaminhada para um abrigo. Ainda de acordo com o Conselho, se os pais não se apresentarem a criança será encaminhada para a adoção.


A Polícia investiga o caso e espera que a mãe ou algum responsável se apresente nas próximas horas.


Original disponível em: http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2016/06/samu-atende-recem-nascida-encontrada-em-bolsa-em-socorro.html

Reproduzido por: Lucas H.


Casal adota crianças com HIV para realizar o sonho de ter família grande (Reprodução)

30/06/2016 - 11h30
Sem medo do que hoje ainda é tabu, um casal de Curitiba decidiu adotar duas crianças soropositivas para realizar o sonho de ter uma família grande. Em 2012, os dois acolheram um menino ainda bebê e que hoje tem três anos e uma garota adolescente, atualmente com 14, ambos com HIV.

A ideia inicial era ter um filho biológico para em seguida procurar uma adoção tardia, ou seja, acolher uma criança com mais de 10 anos. Mas a vida decidiu fazer diferente... Depois de quatro anos de tentativas para o filho biológico, o casal mudou os planos. Os dois procuraram informações sobre adoção, fizeram cursos, participaram de discussões e no dia a dia desta preparação se depararam com a oportunidade de adotar uma criança com HIV.

De acordo com Dados da Corregedoria Nacional de Justiça, tabulados a pedido do G1, três em cada cinco adoções concretizadas nos primeiros seis meses deste ano ocorreram em três estados do país: Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

“Eu e minha mulher nos olhamos... A gente pensou que seria a chance de ter uma criança pequena e de forma rápida. Então decidimos estudar a adoção de soropositivos. Praticamente inexiste adoção de crianças com HIV”, afirma o pai das crianças.

Essa agilidade ocorre porque, normalmente, homens e mulheres que procuram adotar uma criança impõem restrições e dificilmente aceitam acolher soropositivos – só 7,5% aceitam alguma deficiência ou doença no país.

O juiz Fabian Schweitzer, da Comissão Estadual Judiciária de Adoção do Paraná, diz que o país precisa “capacitar os adotantes”. “Eu sempre digo para os casais que se habilitam para crianças loiras, de olhos azuis: ‘Você quer adotar uma Barbie? Atravesse a rua e vá no R$ 1,99’”, afirma o magistrado.

O homem já tinha um filho biológico do primeiro casamento – que hoje, com 17 anos, tem uma convivência harmoniosa com os irmãos.

A mulher, porém, nunca havia sido mãe e queria um bebê para passar por todas as fases possíveis da maternidade.

“Ela queria poder 'maternar' mesmo. Para poder ter a amamentação, fraldas, chorinho, tudo o que tem direito”, lembra o pai.

“Essas crianças – olho claro, olho escuro, cabelo crespo, pele escura, pele clara – precisam, na verdade, de carinho, de amor, de atenção. Se a gente der tudo isso para elas, elas se tornam bonitas internamente, o que reflete externamente. O problema é que a sociedade faz um estereótipo, e isso é complicado. É preciso quebrar esse paradigma que as pessoas têm que ter beleza exterior para depois se ver a beleza interior.”

O casal faz parte de um grupo de pais do Paraná que tomou a iniciativa e tem engrossado o número de adoções no estado. De acordo com dados da Corregedoria Nacional de Justiça, órgão responsável pelo Cadastro Nacional de Adoção, em 2015, foram 97 doações no Paraná. O número é o terceiro maior do pais. O Rio Grande do Sul foi o líder, com 148 adoções. Em seguida, aparece São Paulo com 127 acolhimentos. Em todo o Brasil, 625 crianças ganharam novos lares.

Já no ano passado, o Paraná conquistou a liderança com 218 adoções entre as 1.100 registradas no país.

Os encontros
Após pesquisar e ler bastante sobre a adoção de crianças soropositivas, o casal decidiu visitar um abrigo em Curitiba. Lá encontraram o garoto. Depois, conheceram também a menina.
“Quando vimos aquele bebê de 45 dias de vida, nos apaixonamos.” À época, os exames médicos para comprovar ou não o diagnóstico de HIV ainda não estavam concluídos. O casal, então, não escapou do conflito humano entre o emocional e o racional.

“Se o teste sai e dá negativo, ele [o bebê] entraria na fila de adoção normal. Se ele tivesse HIV, ficaria na instituição. É um sentimento meio egoísta, estranho. Porque se ele tem HIV, ele vai levar isso para o resto da vida, mas se ele não tem, a gente o perdeu. É um contraste muito grande e a gente se apegou tanto que já não importava”, lembra o pai.

De qualquer forma, a ideia de adotar uma criança mais velha ainda estava presente nas conversas do casal. “Eu pensei em procurar alguma coisa diferente do que as outras pessoas fazem porque acho que essas crianças não têm oportunidade na vida. Tem muita criança que tem um potencial e norme e precisa de alguém para dar uma estimulada”, relata o pai.

Com a parte burocrática da adoção do menino já em andamento, os dois encontraram a pré-adolescente – uma menina tímida, que quase não era vista no abrigo e que os cativou. De julho a dezembro de 2012, o casal já estava com os dois filhos.

A todos os casais que querem se tornar pais por meio da adoção, o pai tenta resumir a busca: “É procurar crianças que possam satisfazer o sonho de sermos pais para satisfazer o sonho das crianças de terem uma família. Isso é importante”.
A nova família

Agora, a casa estava mais cheia – o casal, o filho biológico e mais os filhos adotivos. A adaptação do garoto, por ter ido morar com o casal ainda bebê, foi mais fácil do que a da menina.
“São crianças carentes, que precisam de amor e carinho. A hora que você dá atenção elas realmente se aproximam. E a adaptação foi a melhor possível porque meus pais, meus sogros, tios, primos e irmão, todos acolheram muito bem.”

Para o pai, a menina precisa de uma atenção especial, já que passou por um período de carência de 11 anos. “Foi um período em que ela não teve os pais. Ela veio de uma instituição onde tinha maneiras de agir, ideias, verdades e mentiras que ela cria. Então, a gente ainda precisa adaptá-la melhor. Ela requer mais cuidado por ainda não estar da maneira que a gente acredita que seria importante para ela”, conta.

São situações corriqueiras de qualquer família. “Para ser uma família harmoniosa, como a gente gostaria que fosse, ainda falta uma coisinha, mas eu não posso reclamar de absolutamente nada. Eu tenho consciência de que esse é um processo normal, que dura a vida inteira”, avalia o pai.

A alegria da família é visível, seja do ponto de vista dos pais, seja do ponto de vista dos filhos. A satisfação está em cada abraço, em cada beijo, na correria matinal antes de sair para a escola.
“A gente queria ter uma família grande e a gente conseguiu. A família grande está formada – são três filhos, eu e minha esposa. Nós estamos realizados, nós criamos a nossa família."

O empresário destaca que não existe diferença na educação de um filho biológico e um adotivo. “Não pense que porque é adotivo vai dar mais ou menos problema. É só olhar as estatísticas de filhos que fazem barbaridade com os pais e não são adotivos. Se a gente não cuidar, dá problema independentemente de ser adotivo ou não. Os problemas são normais, assim como os que eu dei para os meus pais quando era jovem”, brinca.

Como adotar
Para adotar uma criança é preciso ir à Vara da Infância mais próxima e se inscrever como candidato. Além de RG e comprovante de residência, outros documentos são necessários para dar continuidade no processo. É feita uma análise da documentação e são realizadas entrevistas com uma equipe técnica formada por psicólogos e assistentes sociais. Após entrar na fila de adoção, é necessário aguardar uma criança com o perfil desejado.

Cartilhas e grupos de apoio podem ser consultados para esclarecer dúvidas e saber um pouco mais sobre o ato.

Original disponível em: http://agenciaaids.com.br/home/noticias/noticia_detalhe/25058

Reproduzido por: Lucas H.

PL pode ampliar licença maternidade para mães com filhos portadores de microcefalia (Reprodução)

30/06/2016 - 10:05

De acordo com o projeto, de autoria do deputado Saturnino Masson, é necessário permitir que as mães possam estar mais próximas da criança por um período maior para assegurar sua inclusão e seu desenvolvimento

O deputado Saturnino Masson (PSDB) apresentou Projeto de Lei nº 295/2016 que amplia para doze meses o prazo de licença a maternidade para servidora pública estadual quando a criança, nascida ou adotada, for portadora de microcefalia ou apresentar alguma deficiência considerada grave.

O projeto tem como objetivo defender os direitos das mães e de seus filhos portadores de microcefalia ou com deficiência considerada grave. A propositura visa garantir a devida atenção e os cuidados adequados e específicos para o pleno desenvolvimento físico, mental e emocional das referidas crianças.

"Permitir que as mães possam estar mais próximas da criança por um período maior é, sem dúvida alguma, fundamental para assegurar sua inclusão, seu desenvolvimento e fazê-la sentir-se protegida e amparada pela mãe e familiares", declarou Saturnino.

Adoção 
A propositura visa também a licença maternidade ampliada, em caso de adoção, que começa a ser contada da concessão da guarda do menor. Quando os adotantes mantiverem relação homoafetiva, e forem funcionários públicos estaduais, também gozarão da respectiva licença, sendo a mesma concedida exclusivamente a apenas um dos responsáveis legais pela criança.

A microcefalia e as deficiências dos recém-nascidos ou adotados deverão ser comprovadas mediante avaliação a ser realizada por perícia médica do Estado.

Microcefalia 
Atualmente, estão sendo notificados muitos casos de microcefalia em nosso país. Uma condição neurológica rara em que a cabeça e o cérebro da criança são significativamente menores do que a de outras da mesma idade e sexo.

"Crianças com microcefalia têm problemas de desenvolvimento. Não há uma cura definitiva para mesma, mas tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e a qualidade de vida e requerem uma atenção especial", disse o parlamentar.

Original disponível em: http://odocumento.com.br/noticias/politica/pl-pode-ampliar-licenca-maternidade-para-maes-com-filhos-portadores-de-microcefalia,13641

Reproduzido por: Lucas H.

ESPECIALISTA FALA SOBRE ADOÇÃO POR CASAIS HOMOAFETIVOS (Reprodução)

29.06.2016
Segundo advogada, houve uma mudança de paradigma e uma abertura no conceito de família
Nesta quarta- feira (29), o Revista Brasília recebe advogada e vice- presidente Nacional do Instituto Brasileiro de Direito de Família, Maria Berenice Dias, que fala sobre adoção por casais homoafetivos....

Berenice Dias analisa que a família deixou de ser aquela formada por homem, mulher, casamento e filho." Agora temos família sem filho, família sem casamento e agora filho sem sexo, que são os produzidos pelas formas de reprodução assistida", diz.


A advogada critica o sistema de adoção no país , pois leva muito tempo para resolver e a criança fica institucionalizada em abrigo, o que não é bom para o seu desenvolvimento.
Família Elvert Barnes/ Flickr/ Creative Commons


OUÇA ESTA ENTREVISTA SOBRE ADOÇÃO DE CRIANÇAS POR CASAL HOMOAFETIVO

http://radios.ebc.com.br/revista-brasilia/edicao/2016-06/especialista-em-direito-homoafetivo-repercute-adocao-de-crianca-por

Reproduzido por: Lucas H.