segunda-feira, 20 de junho de 2016

SHÉRIDAN ABRAÇA CAUSA DA ADOÇÃO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS (Reprodução)

17 de junho de 2016

A Deputada Shéridan (PSDB/RR) foi eleita presidente da Subcomissão Especial destinada a avaliar o sistema de adoção brasileiro, instalada na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 15.

Segundo a parlamentar, “o trabalho na subcomissão busca dar celeridade nos processos para que cada vez mais pessoas possam dar o amor necessário a quem tanto precisa. Mesmo que existam mais pretendentes do que criança
...s disponíveis, a adoção no Brasil é dificultada pelas restrições impostas pelas pessoas que desejam adotar”, complementou a deputada.

De acordo com Cadastro Nacional de Adoção, atualmente existe um total de 35.716 pessoas querendo adotar e 6.596 crianças e adolescentes precisando de um lar.


“É difícil acreditar que um país que possui cerca de 6 vezes mais pretendes à adoção do que crianças disponíveis sofra com problemas no processo adotivo, por isso a necessidade de buscamos os entraves e procurarmos a solução para esse problema”, afirmou Shéridan.


Original disponível em: http://www.roraimaemfoco.com/sheridan-abraca-causa-da-adocao-na-camara-dos-deputados/

Reproduzido por: Lucas H.

TST afasta garantia de emprego de cinco meses a adotantes por falta de cláusula preexistente (Reprodução)

17/06/2016 14:37:25

Uma categoria de trabalhadores ajuizou Dissídio Coletivo de Natureza Econômica contra sindicato patronal reivindicando entre outros direitos, que mães e pais adotantes tenham emprego garantido nas mesmas condições das gestantes.
O TRT da 15ª Região deferiu a cláusula, e mediante sentença normativa fixou-se a cláusula com a seguinte redação:
“Cláusula 36 - ESTABILIDADE PAI E MÃE ADOTANTES O empregado adotante terá o emprego garantido, pelo prazo de 05 (cinco) meses, a partir da data da respectiva comunicação ao empregador, que deverá ocorrer em 05 (cinco) dias, contados da formalização da adoção.”
O Sindicato patronal recorreu ao TST, que excluiu a referida Cláusula 36 da sentença normativa.
A ministra Maria Cristina Peduzzi, relatora do recurso destacou que “Não se trata de cláusula preexistente, pois a convenção coletiva do período imediatamente anterior não prevê a gratificação (fls. 139/147), o que impede sua fixação via sentença normativa. Saliente-se que a cláusula deferida pelo TRT confere estabilidade provisória em prazo superior à garantia de licença-maternidade à mãe adotante prevista no art. 392-A da CLT.”
Processo relacionado: RO-5864-55.2015.5.15.0000.
Fonte: TST

Original disponível em: http://www.contabeis.com.br/noticias/28178/tst-afasta-garantia-de-emprego-de-cinco-meses-a-adotantes-por-falta-de-clausula-preexistente/

Reproduzido por: Lucas H.

Usuária de drogas abandona 6º filho ao dar à luz na Santa Casa de Barretos (Reprodução)

16/06/2016 17h14


Uma mulher de 28 anos abandonou o sexto filho após dar à luz na Santa Casa de Barretos (SP). A criança, que nasceu na sexta-feira (10), recebeu alta do hospital e foi encaminhada para uma casa de acolhimento no início desta semana, onde vai esperar pela adoção, informou o Conselho Tutelar.
A mãe é usuária de drogas e deixou outro recém-nascido depois do parto no ano passado, segundo a entidade.
A mulher não foi encontrada desde que deixou o centro médico na tarde do sábado (11) e nenhum familiar foi localizado, informou o Conselho. O Ministério Público e a Justiça foram notificados.
Segundo a conselheira Rosângela Carvalho, que acompanhou todo o caso, a mãe pode responder por abandono de incapaz. "Ela não voltou mais e não sabemos o paradeiro dela. Por isso, na segunda-feira entramos em contato com o Fórum", afirma.

Bebê abandonado

A mãe foi submetida a um parto normal na manhã de sexta-feira e ficou sob observação na Santa Casa de Barretos até o dia seguinte, relata Rosângela.
De acordo com o hospital, o procedimento foi realizado com sucesso e a criança, que permaneceu em observação até o início desta semana, não apresentou problemas de saúde.
A mulher, no entanto, não voltou para ver o filho. "Tínhamos marcado com ela na segunda-feira [13] pela manhã e ela não compareceu. A Santa Casa informou também que ela não tinha comparecido nenhum dia."
Mediante o sumiço da mulher, o Conselho Tutelar encaminhou a criança para um abrigo no município que acolhe crianças de até 12 anos.
De acordo com Rosângela, antes de o abandono se configurar, a mulher já havia demonstrado desinteresse em relação à criança. Além disso, o órgão já conhecia o histórico de abandono dos outros cinco filhos.
"Ela não mostrou nenhum interesse pela criança, demonstrou frieza muito grande na hora em que falamos que a criança ficaria por mais alguns dias no hospital", relata a conselheira.
Rosângela também afirma ter apurado que os dados passados pela mãe ao hospital são desencontrados e que o endereço informado para sua permanência com o filho após o parto é de uma casa onde vivem usuários de drogas.
Antes de ser colocada para adoção, a Justiça deve iniciar o processo de destituição do poder parental, ou seja, da relação de maternidade entre a usuária de drogas e a criança.

Original disponível em: http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2016/06/usuaria-de-drogas-abandona-6-filho-ao-dar-luz-na-santa-casa-de-barretos.html

Reproduzido por: Lucas H.

Sem preconceito nem medo: mulher adota 3 meninas com necessidades especiais (Reprodução)

16/06/2016 - 08:01 


Crianças com algum tipo de deficiência têm menos chances de serem adotadas por causa do medo das pessoas de não conseguir cuidar delas. Não foi o caso da física Carla Penteado e da dona de casa Cristiane Bianchi, moradores de Joinville, Santa Catarina.

Carla é mãe da Marcela, que tem autismo e paralisia cerebral, da Luana, com Down e da Rafaela, que tem paralisia cerebral severa. “Eu peguei ela [Marcela] no colo, nanei ela, cantei para ela, e em casa eu cheguei à conclusão de que tinha ‘esquecido’ minha filha no abrigo, e comecei a batalhar pela adoção dela”, conta Carla ao Jornal do Almoço

Já Cristiane é mãe de um menino também com paralisia cerebral, Gabriel, hoje com 14 anos. Ela conta que adoção foi um processo natural na vida dela e do marido, Aquiles. O casal já tinha três filhos adultos quando adotou Gabriel.

“A gente confia nos quatro ‘F’: foco, força, fé e fisioterapia. Muita fisioterapia. Para poder tratar dele”, diz Cristiane. “Abra seu coração. Às vezes aquelas pessoas mais velhas só tão esperando uma família para amar”, aconselha.

Original disponível em: http://www.conexaosorriso.com.br/noticia/9504/sem-preconceito-nem-medo-mulher-adota-3-meninas-com-necessidades-especiais.html#.V2Q33Z5fY2M.facebook


Reproduzido por: Lucas H.

CRP-MG PROMOVE DEBATE SOBRE ADOÇÃO DE CRIANÇAS COM MAIS DE 3 ANOS (Reprodução)

16/6/2016
“Os aspectos psicológicos da adoção tardia” foi o tema do Psicologia em Foco do dia 15 de junho, em Belo Horizonte. O ciclo de eventos promovido pelo Conselho Regional de Psicologia – Minas Gerais (CRP-MG), sempre às quartas-feiras, às 19 horas, em sua sede, desta vez contou com as convidadas Érica Silva do Espírito Santo, psicóloga clínica, doutoranda do programa de pós-graduação em Psicologia da UFMG com pesquisa sobre adoção tardia e internacional, representante do organismo de adoção internacional COFA-Cognac; e Maristela Vilhena Dias de Andrade, advogada, autora e coordenadora geral do Projeto “Filhos do Coração”, representante no Brasil da Associação Nova (Nuovi Orizzonti Per Vivere L'Adozione), com sede na Itália. O debate foi coordenado por Madalena Tolentino, psicóloga judicial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e conselheira do CRP-MG.

Clique aqui para ver as imagens do evento.
https://www.facebook.com/crpmg/photos/?tab=album&album_id=1030750816994708

A advogada iniciou a fase de apresentações frisando que o grande problema da adoção de crianças com mais de três anos de idade, no Brasil, é o tabu por parte dos pais candidatos. “Para começar é preciso extinguir a ideia de diferenças entre criança biológica e criança adotiva. Em seguida, e também fundamental, é necessário fazer a passagem da criança ideal para a criança real. Outra questão é ter consciência que tanto faz a adoção acontecer antes ou depois dos três anos, a criança um dia irá questionar o porquê de ter sido abandonada. Isso sempre vem à tona”, explicou Maristela Andrade.

Ela também ressaltou a importância da preparação dos casais, pois a adoção depende muito mais dos pai s do que da criança, já que esta não escolheu ser abandonada. “O casal vai ser determinante na vida da criança. A família tem que se mostrar acolhedora. Deve superar o próprio desejo de ter um filho recém-nascido”, disse a advogada. Segundo ela, na preparação da criança faz-se necessário entender como ela vivencia o abandono porque isso será determinante na escolha da família que irá adotá-la. Nesta fase de elaboração da adoção ela romperá vínculos e, nem sempre, estará disposta a criar outros.

Maristela Andrade encerrou sua apresentação dizendo que no caso da adoção internacional o vínculo não se constitui com menos de dois anos de convivência entre a criança e a família adotiva e que ele “somente será profundo se ocorrer antes da adolescência”.

Ao passar a fala para a psicóloga convidada, a conselheira Madalena Tolentino ressaltou as dificuldades de interação do Judiciário com os abrigos. “Precisamos estabelecer uma rede de trabalho entre essas partes para que o processo flua bem”, disse ela.

MAIS ADOTANTES QUE CANDIDATOS À ADOÇÃO
A psicóloga Érica Espírito Santo começou dizendo que hoje, no Brasil, existem mais casais querendo adotar que crianças disponíveis para adoção. A justificativa está na idade desejada pelos adotantes em relação a dos candidatos para serem adotados: a maioria dos brasileiros deseja crianças com menos de dois anos, prioritariamente recém-nascidos, no entanto, a maior parte das crianças e adolescentes que espera para ser adotada já não preenche esse quesito.

Sobre o processo da adoção tardia e internacional, a psicóloga corroborou com a defesa de Maristela Andrade: para a adoção ser bem sucedida a preparação é fundamental. No caso da criança, segundo a psicóloga, deve ser encarada como um processo intermediário da vida que ela tinha em relação àquela terá após a adoção. “Deve ser uma preparação cuidadosa. A voz da criança tem que ser ouvida e é preciso conservar, respeitar o que houve de bom em seu passado. Temos que confrontar os pais que ela teve, que por anos idealizou, e aqueles que terá agora”, explicou.
Érica Espírito Santo aproveitou para reforçar que a mãe que abandonou também foi abandonada, seja por um homem, pela família, pela sociedade e pelo poder público.

A conselheira Madalena Tolentino, antes de passar para o debate com os participantes do Psicologia em Foco, confirmou com as convidadas que o Brasil precisa, com urgência, quebrar o tabu da adoção tardia. “Vimos pelas apresentações que as experiências no exterior são exitosas, que todos os problemas são superáveis, que o que falta aqui é educação e informação. Os casais franceses ou italianos não são melhores que os brasileiros. O que falta é esclarecimento e entendimento”, concluiu.

Original disponível em: http://www.crpmg.org.br/GeraConteudo.asp?materiaID=5311

Reproduzido por: Lucas H.

SER MÃE NÃO É TÃO FÁCIL COMO PARECE...(Reprodução)

16 de junho de 2016
Priscilla Portugal
Estima-se que, no Brasil, de 10 a 15% da população sofra com a infertilidade. São casais que, embora preparados para o desafio da maternidade/paternidade, sequer desconfiam que vão passar por meses – e anos – de angústia ao se deparar com o exame negativo repetidas vezes. Mas a verdade é que engravidar naturalmente não é a única forma de ser pai e mãe, e é disto que o livro “Te amo até a lua – Da ad...oção à barriga de aluguel e técnicas de fertilização, o que fazer quando não se consegue uma gestação natural”, lançado pela querida jornalista Ana Davini ontem à noite.
Ana conta que começou a tentar engravidar em agosto de 2005. “Foi mais um lance de ‘vamos desencanar e se rolar, rolou’. Na minha cabeça, mesmo me dedicando tanto à empresa e mesmo sem ter dinheiro sobrando, daria um jeito se acontecesse. Não tinha preocupações”, conta. Mas o tempo foi passando e a gravidez não chegava. O médico descartou a infertilidade de seu marido e começou aí uma nova luta: “Diziam que eu provavelmente tinha algum problema, só que minhas ultrassonografias e exames ginecológicos não indicavam nada. Em 2009, cansada de tanto esperar, fui atrás de um especialista em reprodução humana, que finalmente descobriu a endometriose. Ele começou o tratamento dizendo que era melhor fazer uma laparoscopia para aumentar minhas chances de engravidar”, diz Ana.
O procedimento teve um pós-operatório dolorido e, poucos meses depois, ela tentou uma inseminação artificial, que não teve sucesso. “Justo eu, que era a desencanada, a tranquila, me vi profundamente triste e frustrada. Acho que só quem passa por isso sabe o quanto é ruim colocar todas as suas energias e expectativas em uma coisa e vê-la dar errado”. Ana enfrentou uma verdadeira batalha ao lado de seu marido, que envolveu também a caríssima fertilização in vitro (que custa entre R$20 mil e R$30 mil) e a descoberta de que a endometriose havia voltado com força total.

Sua história inclui ainda a procura por tratamentos no SUS – burocrático e lento, como era de se esperar – e, finalmente a decisão de por fim a este sofrimento, optando pela adoção, em 2011. Mais algumas burocracias, sofrimento e mais de um ano depois (ou 3 anos se contarmos a data da guarda provisória) … eis que chega a Thalita, a bonequinha que você vê nestas fotos. “Mas até este dia foram aproximadamente oito anos de tentativas, esperanças e frustrações, o que nos tornou quase experts no assunto ‘paternidade alternativa’”.
Final feliz para a Ana e também para quem vive uma situação parecida, pois ela aproveitou toda esta experiência para escrever o livro, que aborda de maneira prática e simples assuntos espinhosos, como endometriose, tratamentos médicos, adoção e barriga de aluguel. O livro tem 128 páginas e está à venda, por R$34,90 aqui neste link (https://pag.ae/bdW1zb).


Original disponível em: https://br.vida-estilo.yahoo.com/ser-m%C3%A3e-n%C3%A3o-%C3%A9-t%C3%A3o-f%C3%A1cil-como-parece-185851252.html

Reproduzido por: Lucas H.

Adoção de filhos é tema de palestras em Itabirito (Reprodução)

O Grupo Casulo, único grupo de apoio à adoção na Região dos Inconfidentes, promoverá uma palestra pública com o tema “Como se preparar economicamente para a adoção de filhos”. O evento será realizado na próxima segunda-feira, dia 20 de junho, às 19h, no Fórum de Itabirito. A palestra é gratuita e aberta a comunidade.

Segundo a psicóloga Tânia Mendanha, o objetivo das palestras, que são realizadas mensalmente, é que todos tenham chance de ter uma família. “Esse ó único grupo de apoio da região. Profissionais que defendem essa causa, filhos adotivos, pais que querem adotar, dentre outro, integram o grupo”, explica Tânia.

O grupo, que tem dois anos e meio, também instrui as pessoas e a comunidade. “As palestras são mensais e sempre traz um tema que seja favorável a família. Também trabalhamos no intuito de defender o direito da criança e do adolescente, já que nossa meta é que esteja em uma família protetiva”, explica.

Sobre a palestra
Qual o Valor para realização de um sonho – Como se preparar economicamente para a adoção de filhos

Tópicos a serem abordados: você administra bem o seu dinheiro? Sabe fazer um orçamento doméstico? Fugir das armadilhas do uso de cartão de crédito? Como gerenciar os recursos financeiros para quem deseja adotar filhos?

Palestrante: Maurício Fernandes Miranda, atual controlador geral do município
A palestra é gratuita e aberta a comunidade. “Convido as pessoas a trazerem lanche ara que possamos compartilhar no final”, destaca a psicóloga.

Original disponível em: http://sounoticia.com.br/?p=47934

Reproduzido por: Lucas H.