segunda-feira, 3 de novembro de 2014

JUIZ EXPLICA COMO FUNCIONA O PROCESSO DE ADOÇÃO E AFIRMA QUE CASAIS HOMOSSEXUAIS PODEM ADOTAR


31/10/2014
Diário do Sertão Portal de Notícias e TV Online
Juiz explica como funciona o processo de adoção e afirma que casais homossexuais podem adotar
https://www.youtube.com/watch?v=6gEtSH8SIfw

FINALISTA DO SUPERSTAR CONTA HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO E FAZ REGINA CASÉ CHORAR


02/11/2014
No palco do Esquenta!, Luan é surpreendido pelo pai adotivo. Juntos eles cantam ‘Asa Branca’. Assista ao vídeo e se emocione!
Do Superstar para o Esquenta!. O programa deste domingo contou com uma presença especial. Finalista do reality apresentado por André Marques e Fernanda Lima, Luan foi um dos convidados da atração comandada por Regina Casé, e abriu o coração ao falar um pouco mais sobre sua história.
Quem vê o pernambucano nos palcos com um sorriso no rosto, não imagina o quanto sua vida foi sofrida. Abandonado pela mãe biológica com apenas dois dias de vida, o cantor foi entregue às mãos de Lúcia, sua mãe adotiva, com quem morou até os nove anos. Com essa idade, Luan encontrou mais uma dificuldade: perdeu a mãe, assassinada pelo segundo marido, no dia de São João.
Quando tudo parecia desabar, o rapaz ganhou uma nova chance de ter uma família, sendo adotado e registrado pelo tio – irmão de Lúcia – e agora pai, Amazan. E foi graças a este homem, que a sanfona entrou em sua vida. “Meu tio Amazan, que é irmão de Lúcia, me adotou e me registrou como filho. Foi de onde eu passei a tocar sanfona", disse o músico.

VEJA TUDO NO VÍDEO!
Além de Luan, Amazan tem mais sete filhos. O pai é a verdadeira paixão do cantor, que não poupa elogios. “Tenho orgulho de dizer que sou filho dele. Por ele ter me ensinado a ser uma pessoa correta, a nunca me envolver com nada errado”, derreteu-se, arrancando lágrimas da apresentadora.
Para completar a festa, Luan foi surpreendido pelo pai de coração ao tocar ‘Asa Branca’, primeira música ensinada por ele na sanfona. Já deu para sentir que a emoção tomou conta do programa?!
Luan canta no Esquenta (Foto: Lucas Gabriel)
Luan é surpreendido pelo pai, Amazan, no Esquenta (Foto: Lucas Gabriel)
http://gshow.globo.com/programas/esquenta/O-Programa/noticia/2014/11/finalista-do-superstar-conta-historia-de-superacao-e-faz-regina-case-chorar.html

74 CRIANÇAS ESPERAM ADOÇÃO NO ALTO TIETÊ


02 de novembro de 2014
Diário de Suzano ed.: 9973
Pelo menos 74 crianças e adolescentes estão na fila de adoção no Alto Tietê, segundo o Cadastro Nacional de Adoção (CNA) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em Poá, que possui uma sede da Aldeia Infantil SOS, são 24 crianças, sendo 18 meninos e seis meninas entre 2 e 12 anos. Além disso, 18 são de Mogi das Cruzes, sendo nove brancas, quatro negras e cinco pardas. Já Arujá tem seis crianças à espera de adoção, sendo que todas são do sexo masculino. Ferraz possui nove pessoas, sete com mais de 11 anos. Em Itaquá, há 13 crianças, sendo sete homens e cinco mulheres. Salesópolis e Suzano possuem duas crianças cada.
O CNA é uma ferramenta criada para auxiliar juízes das Varas da Infância e Juventude na condução dos procedimentos de adoção. Para adotar é procurar a Vara da Infância e Juventude. São solicitados os documentos. A idade mínima é de 18 anos, mas deve ser respeitada a diferença de 16 anos entre quem quer adotar e a criança que será acolhida.
Para iniciar o processo de inscrição de adoção, é feita uma petição pelo defensor público ou advogado. Após a aprovação, o nome do interessado é habilitado e passa a constar nos cadastros local e nacional. Depois é obrigatório que seja feito um curso de preparação psicossocial, que tem duração de oito horas.
http://www.diariodesuzano.com.br/noticia.php?id=273165#.VFaoVtEtDIU

DEVEMOS ESCONDER DOS FILHOS QUE ELES SÃO ADOTIVOS?


2 novembro 2014
Por Ana Maria Teodoro Massuci
Um dos maiores erros que alguns pais adotivos cometem é o de esconder a verdade aos seus filhos. É importante, desde cedo, não esconder a verdade.
Ás vezes, fazem por amor, já que os consideram totalmente como filhos; outros o fazem por medo de perder a afeição e o carinho deles. Quando os filhos adotivos crescem, aprendendo no lar valores morais elevados, sentem-se mais amados por entenderem que o são, não por terem nascido de seus pais, mas sim frutos de afeição sincera e real, e passam a entender que são filhos queridos do coração.
Revelar-lhes a verdade somente na idade adulta é destruir-lhes todas as alegrias vividas, é alterar-lhes a condição de filhos queridos em órfãos asilados à guisa de pena e compaixão.
Não devemos traumatizá-los, livrando-os do risco de perderem a oportunidade de aprendizado no hoje. André Luiz esclarece-nos quanto a este perigo: “Filhos adotivos, quando crescem ignorando a verdade, costumam trazer enormes complicações, principalmente quando ouvem esclarecimentos de outras pessoas”.
Identicamente ao que ocorre em relação aos nossos filhos biológicos, buscar o diálogo franco e sincero, com base no respeito mútuo, sob a luz da orientação cristã de conduta. Pais que conversam com os filhos fortalecem os laços afetivos, tornando a questão da adoção coisa secundária. Recebendo em nossa jornada terrena a oportunidade de ter em nosso lar um filho adotivo, guardemos no coração a certeza de que Jesus está nos confiando a responsabilidade sagrada de superar o próprio orgulho e vaidade, amando verdadeiramente e desinteressadamente a criatura de Deus confiada em trabalho de educação e amparo.
E, ajudando-o a superar suas próprias mazelas, amanhã poderá retornar ao seio daqueles que o amam na posição de filho legítimo.
http://www.espiritbook.com.br/profiles/blogs/devemos-esconder-dos-filhos-que-eles-s-o-adotivos

Instituições criam 'apadrinhamento' para crianças e adolescentes, em RO

28/10/2014 16h52 - Atualizado em 28/10/2014 17h05


Ação pretende incentivar laços afetivos com jovens institucionalizadas.
Projeto lançado nesta terça, 28, valoriza o laço afetivo, em Porto Velho.

Gaia Quiquiô Do G1 RO
Equipe idealizou projeto de apadrinhamento a crianças e adolescentes (Foto: Gaia Quiquiô/G1)Equipe idealizou projeto de apadrinhamento a crianças e adolescentes (Foto: Gaia Quiquiô/G1)
Foi lançado nesta terça-feira (28) no auditório do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), em Porto Velho, o projeto "Apadrinhando Uma História" que pretende estimular pessoas a apadrinhar crianças e adolescentes que vivem em abrigos institucionais ou que perderam o vínculo familiar. A ação foi desenvolvida pela Corregedoria do TJ-RO, Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), Ministério Público do Estado (MPE) e Serviço de Acolhimento Institucional (Sain).
Segundo os idealizadores do projeto, 2º Juizado da Infância e Juventude e o Sain, o objetivo é criar melhores condições para o desenvolvimento da vida social dos jovens com o aumento do laço afetivo para minimizar sofrimentos causados pela ausência da família original.

De acordo com o corregedor geral da Justiça Daniel Ribeiro Lagos, esse projeto recebe uma atenção especial, pois trabalha com os olhos do futuro e se importa com a construção do afeto. "Essa aproximação das pessoas com as crianças institucionalizadas deve ser muito estimulada, pois de forma espontânea criará vínculos familiares permanentes e fará com que as crianças se sintam pertencentes a uma entidade familiar", disse o corregedor.
Os interessados devem realizar uma inscrição na Vara do 2º Juizado da Infância com documentação e participar de um estudo com a equipe interprofissional e de uma oficina preparatória. "Um homem de bem e sem medo deve tomar a postura de estender a mão e transferir um pouco do seu calor humano na crença de melhorar os efeitos destrutivos da solidão", declarou o presidente do TJ-RO, Rowilson Teixeira.
A secretária da Semas, Josélia, garantiu que a prefeitura elaborou um projeto de uma nova instituição com um espaço maior para atender a todas as crianças e deve começar a ser construído em 2015. Ela informou que atualmente a Casa Moradia abriga 10 adolescentes, a Casa Juventude, seis adolescentes, no Lar do Bebê estão abrigados 41 crianças e no Lar Cosme e Damião 17 crianças, números que aumentam a cada dia.

http://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2014/10/instituicoes-criam-apadrinhamento-para-criancas-e-adolescentes-em-ro.html

Mãe se reencontra com filhas gêmeas retiradas de seus braços há 30 anos

http://entretenimento.r7.com/domingo-show/videos/mae-se-reencontra-com-filhas-gemeas-retiradas-de-seus-bracos-ha-30-anos-03112014
Há 30 anos, Dona Josefa Gomes da Silva deu à luz duas meninas gêmeas, Ana Cláudia e Ana Cristina, e as deu para holandeses depois de ser convencida...
entretenimento.r7.com

Uma música para pensar

Amigos:

Imaginem quantas crianças e adolescentes estão a espera desse abraço. Vamos pensar em APADRINHAR? ACARINHAR? CUIDAR?
Moradores do Rio de Janeiro, estado, contatem apadrinhar@globomail.com e partam para o abraço.
Abraços,
Silvana do Monte Moreira

Dentro de Um Abraço

Jota Quest

O melhor lugar do mundo
É dentro de um abraço
Pro mais velho
Ou pro mais novo
Pra alguém apaixonado
Alguém medroso
O melhor lugar do mundo
É dentro de um abraço
Pro solitário ou pro carente
Dentro de um abraço é sempre quente
Tudo que a gente sofre
Num abraço se dissolve
Tudo que se espera ou sonha
Num abraço a gente encontra
No silencio que se faz
O amor diz compromisso
Oh baby, dentro de um abraço
Tudo mais já está dito
O melhor lugar do mundo
É aqui, é dentro de um abraço
É tudo que não maciou
É tique-taque dos relógios
Se faltar a luz
Fica tudo ainda melhor
Seu rosto contra o peito
Dois corpos num amasso
Os corações batendo juntos
Em descompasso
Tudo que a gente sofre
Num abraço se dissolve
Tudo que se espera ou sonha
Num abraço se encontra
Na chegada ou na partida
Raio de sol ou noite fria
Na tristeza ou na alegria
Tudo que a gente sofre
(Na chegada ou na partida)
Num abraço se dissolve
(Raio de sol ou noite fria)
Tudo que se espera ou sonha
(Na tristeza ou na alegria)
Num abraço se encontra
Tudo que a gente sofre
(Na chegada ou na partida)
Num abraço se dissolve
(Raio de sol ou noite fria)
Tudo que se espera ou sonha
(Na tristeza ou na alegria)
Num abraço se encontra