terça-feira, 27 de junho de 2017

Casal adotou 88 crianças com necessidades especiais ao longo de 40 anos: 'Ajudá-los foi o que nos uniu' (Reprodução)

26/06/17

Um casal adotou 88 crianças com necessidades especiais ao longo das últimas quatro décadas, na Geórgia, nos Estados Unidos. Mike e Camille Gerardi são da cidade de Ellijay. Eles se conheceram em 1973 no Hospital da Criança de Miami, na Flórida, onde Camille trabalhou como enfermeira e Mike como pediatra. Juntos, resolveram ajudar as crianças que lá eram deixadas por causa de doenças ou deficiências.

Camille e Mike decidiram se casar, em 1975. Assim que o pedido foi feito, a enfermeira contou ao noivo o que sonhava.

"Quando Mike me pediu em casamento, eu disse a ele que queria fazer uma casa para crianças com deficiência e ele disse: 'Eu quero seguir seu sonho", disse Camille à CNN.

Mike e Camille tiveram duas filhas, Renae e Jaclyn. A primeira adoção aconteceu em 1986. No total, 17 crianças diagnosticadas com síndrome de Down, síndrome de Zellwegger, com deformações no crânio, deficiências de desenvolvimento, autismo, lesões e outros distúrbios críticos, foram levadas para o lar do casal. Muitas delas, tiveram doenças terminais. "As crianças que eu levei eram desacreditadas. Mas muitos deles sobreviveram", contou Camille.

Logo depois, o casal criou a 'Fundação Possível Sonho', que ajuda crianças deficientes e suas famílias desde educação até o treinamento profissional. Com a criação da fundação, o casal ainda contratou dois funcionários para complementar a ajuda de voluntários.

Em 2016, o casal já havia adotado ou se tornado tutores legais de 88 crianças ao longo dos anos. Trinta e um sobreviveram. Além da luta diária com as crianças e a tentativa de proporcionar tudo o que eles precisavam, Mike e Camille ainda passaram por dificuldades maiores. Em 1992, eles perderam a casa onde moravam, na Carolina do Norte, após o imóvel ser atingido por raios, durante um furacão. No ano passado, a família enfrentou uma de suas maiores perdas. Mikee faleceu após ser diagnosticado com um câncer agressivo, um dia depois de seu aniversário de 73 anos.

"Eu não podia chorar ou meus filhos também iriam ficar para baixo", disse Camille. Em uma entrevista concedida por ele ao jornal 'Miami Herald', em 1991, e resgatada em seu obituário, o médico falou sobre as adoções.

"Nós dois tivemos um grande carinho com as crianças. Poder ajudá-los, foi o que nos uniu", disse Mike.

Atualmente, Camille ainda está comprometida com a causa. Na casa dela, na Geórgia, ainda moram 20 filhos. Os demais atingiram a vida adulta, trabalham e construíram suas famílias.

Original disponível em: https://extra.globo.com/noticias/mundo/casal-adotou-88-criancas-com-necessidades-especiais-ao-longo-de-40-anos-ajuda-los-foi-que-nos-uniu-21522425.html

Reproduzido por: Lucas H.

#OABInforma: Cadastro Nacional de Adoção terá mais informações de crianças (Reprodução)




Juizado da Infância e da Juventude irá realizar audiências em abrigos de RO (Reprodução)

26/06/2017

A partir desta segunda-feira (26), o 2° Juizado da Infância e da Juventude de Porto Velho irá realizar audiências em abrigos de crianças e adolescentes com objetivo de reavaliar os processos. A iniciativa será realizada na capital e em Candeias do Jamari (RO) até nesta quinta-feira (29).

De acordo com o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), os processos serão revisados pelo Juizado com três alternativas: destituição do poder familiar, o retorno da criança a algum familiar e, a terceira e última, a permanência da criança no abrigo.

Conforme o TJ-RO, as audiências serão realizadas com a orientação e de acordo com o Conselho Nacional de Justiça e o Estatuto da Criança e do Adolescente. O objetivo é acelerar os processos e possibilitar unificar vários setores que dão continuidade ou encerram um caso de acolhimento no abrigo.

Para cada processo revisado, o Juizado irá discutir conforme os pareceres de assistentes sociais e psicólogos da prefeitura e Judiciário, além da atuação do Ministério Público e Defensoria Pública.

Confira abaixo a programação das audiências em cada abrigo:
Segunda-feira (26/06)

- Casa Moradia 

Horário: 8h às 12h
Local: Rua Almirante Barroso, nº 1423, Bairro Santa Bárbara (Centro)
Telefones: (069) 3901-2885

- Casa Juventude Horário: das 14h às 16h
Local: Rua José Vieira Caúla,nº 5192, Bairro Cuniã.
Telefones: (069) 3901-3235

Terça-feira (27/06)

- Casa Cosme e Damião
Horário: das 8h às 14h
Local: Rua Cristina, nº 6339, Bairro Igarapé
Telefones: (069) 3901-3230
Quarta-feira (28/06)

- Lar do Bebê
Horário: das 8h às 18h
Endereço: Rua Elias Gorayeb, nº 2882, Bairro Liberdade.
Telefone: (069) 3901-3231
Quinta-feira (29/06)

- Casa Lar Suélen Félix - Candeias do Jamari
Horário: 8h às 12h
Local: Rua 21 de Abril, nº 489, Bairro União
Telefone: (069) 3230-2710

- Casa Ana Thereza CapelloHorário: 16h30min às 18h
Local: Rua Marechal Deodoro, nº 1213, Bairro Areal.
Telefone: (069) 3224-5112


Reproduzido por: Lucas H.

Apesar de repetitivo, Encontro comemora cinco anos fazendo diferença na TV (Reprodução)


O Encontro está completando cinco anos no ar, depois que Fátima Bernardes surpreendeu ao anunciar sua saída do jornalismo e a Globo bateu o martelo sobre o fim do investimento em infantis para apostar no público adulto.
De lá para cá, o matinal passou por diversas mudanças, especialmente em relação à troca de colaboradores. Somente Lair Rennó segue firme e forte no posto de co-apresentador e repórter.

Ao mesmo tempo, o que se mantém em exibição são pautas sobre preconceito. Elas acabam cansando quem assiste, haja vista que são comuns lamentações a esse respeito em razão das abordagens semanais.

Ainda assim, é preciso elogiar o Encontro por tratar de forma esclarecedora assuntos como transgêneros ou adoção de crianças por casais homossexuais. Nesta segunda-feira (26), por exemplo, Fátima recebeu várias travestis, dias depois de uma mãe da plateia evidenciar seu preconceito contra gays e Nicette Bruno “quebrar a internet” ao falar de igualdade.

Ou seja, ao mesmo tempo em que a repetição é criticada, ainda vemos pessoas com pensamento pequeno, o que nos faz concluir que o Encontro realmente continua martelando sobre isso para seguir tentando mudar a mentalidade das pessoas.

O programa também se limita ao pouco explorar seus convidados, ou, por muitas vezes, não aprofundar as discussões. Mas, no geral, Fátima Bernardes mostra que acertou ao deixar o JN: ela é, sem a menor sombra de dúvidas, a nossa Oprah, e segue fazendo diferença na TV.

*As informações e opiniões expressas nessa crítica são de total responsabilidade de seu autor e podem ou não refletir a opinião deste veículo.


Reproduzido por: Lucas H.

Um filho para chamar de nosso (Reprodução)

Depois de passar 20 anos fora da capital paulista, vivendo em diversos lugares como Inglaterra, Portugal, Canadá, e Santa Catarina, o psicólogo e professor universitário Luciano sentiu que era o momento de voltar.
“Estava morando em Florianópolis com minha irmã, o filho dela e mais dois sobrinhos. Todos pré-adolescentes. Ao todo éramos cinco.  Mas aos poucos cada um tomou seu rumo e percebi que era hora de voltar a viver em São Paulo”, relembra ele.
Em SP, no começo de 2006, Luciano conheceu seu companheiro Max, advogado, e após quatro anos juntos e com as carreiras já consolidadas surgiu neles o desejo de serem pais e formarem juntos uma família.
Sobre os caminhos para ser pai, o professor explica que não cogitaram uma “mãe de aluguel” e que sempre a adoção foi a única opção para realizar o sonho da paternidade. “Nós acreditávamos que existiam muitas crianças precisando de um lar em nosso país e como já tinha diversas histórias de adoção em minha família, essa foi também a nossa escolha”, conta Luciano explicando que desde os tempos de seu avô a adoção já era uma realidade.

Decididos a aumentar a família, composta até então por Max, Luciano e o cãozinho Tobias o próximo passo foi ir ao Fórum, onde fizeram o cadastro de adoção e escolheram o perfil da criança de quem em pouco tempo seriam pais.

“Queríamos uma criança de até dois anos, mas estávamos abertos se fosse menino, menina e também com relação à etnia. Nossa única ressalva era que ela fosse saudável, em razão da estrutura familiar que dispúnhamos para acolher bem a criança”, explica.

Ainda segundo ele, o processo foi tranquilo, pois não experimentaram nenhum tipo de preconceito. Da aprovação do cadastro à chegada do pequeno Arthur passou mais ou menos um ano. Nesse tempo, receberam em casa a assistente social, fizeram entrevistas com a psicóloga, além de algumas visitas onde o bebê estava, a fim de aproximar a futura família.

Com um bebê de poucos meses em casa, começava a grande aventura da vida de Luciano e Max. “Alguns dias depois da sua chegada em casa, Arthur já dormia sozinho em seu quarto. Nós nos viramos super bem com a parte operacional, dar mamadeira, trocar fraldas e dar banho, apesar do medo inicial que vem junto com um ser tão pequeno e que parece tão frágil”, explica.

“Após um período de três anos de guarda temporária, retornamos ao fórum para receber a guarda definitiva e cinco meses depois veio o parecer final sobre a adoção de Arthur”, conta Luciano lembrando com bom humor que justo naquele dia, enquanto a atuação deles como pais era observada pela psicóloga, o pequeno fez uma de suas únicas birras.

Com a sentença constituindo a adoção, Arthur recebeu os sobrenomes dos pais em seu registro e se tornou oficialmente filho de Max e Luciano, o que ele, hoje com seis anos e cursando o 1º ano do Ensino Fundamental, já era há muito no coração deles e na rotina familiar!

Entrevista e texto: Julia Corrêa Lázaro

Se vocè quiser dar um depoimento de sua história de adoção, clique aqui DAR DEPOIMENTO

Original disponível em: http://adocaopassoapasso.com.br/depoimentos/um-filho-para-chamar-de-nosso/

Reproduzido por: Lucas H.

Segredos de Justiça: mulher descobre que foi adotada e busca mãe biológica (Reprodução)

25/06/2017

Depois da morte repentina de seus pais em um acidente, Mariana (Bianca Bin) descobre que não era filha biológica do casal. Quando vai ao cartório tirar sua certidão de nascimento para receber a herança, descobre que seu nome de registro é Raquel, que sua mãe é alguém que nunca conheceu e que seu pai consta como "desconhecido". Ela precisa ir atrás de sua mãe biológica e as duas ficam frente a frente com a juíza Andréa (Glória Pires) em mais um episódio de Segredos de Justiça.

Original disponível em: http://g1.globo.com/fantastico/quadros/segredos-de-justica/noticia/2017/06/segredos-de-justica-mulher-descobre-que-foi-adotada-e-busca-mae-biologica.html

Reproduzido por: Lucas H.

Mulher que cresceu sem os pais em orfanato conquista direito de ter sobrenome fictício (Reprodução)

25/06/2017

Aos 25 anos de idade, a dona de casa Renata leu e assinou seu nome completo, com um sobrenome, pela primeira vez na vida. Criada em uma instituição de acolhimento de crianças, agora ela finalmente realizou o sonho de deixar de chamar-se apenas Renata, passando a ser Renata Ramos de Lima.

No último dia 20 de abril, a dona de casa conquistou uma vitória, com a decisão favorável do Juiz de Direito Francisco Soares de Souza, da Vara de Registros Públicos e Usucapião, na ação de Retificação de Registro Civil movida por ela, através da 9ª Defensoria Pública de Atendimento de Família, Sucessão e Registros Públicos, que tem como titular a defensora pública Heloísa Helena Queiroz de Matos Canto, em que pediu a inclusão do sobrenome fictício em seu registro civil.

Renata era só um bebê quando foi deixada em uma instituição de acolhimento de crianças em Manaus. Dos pais, nunca soube nada, nem sequer o sobrenome. Sem ter a sorte de ser adotada para ganhar um lar e uma família quando criança, Renata cresceu e se tornou adulta no abrigo, de onde saiu aos 18 anos de idade, ainda sem sobrenome e sem quase nenhum documento, apenas com um registro de nascimento onde se lia somente “Renata” no lugar do nome. O registro de nascimento foi realizado em 2004, quando Renata já contava com 12 anos de idade. Ao alcançar a maioridade, ela não pôde permanecer na instituição. Agora, já com dois filhos pequenos, ela finalmente conseguiu incluir um sobrenome no registro de nascimento.

A notícia da decisão judicial concedendo a Renata o direito de incluir o sobrenome em sua Certidão de Nascimento foi dada por telefone pela equipe da 9ª Defensoria Pública, na unidade descentralizada do Pronto Atendimento ao Cidadão (PAC) do Shopping Manaus Via Norte, onde a dona de casa foi atendida. “Até pulei de alegria, quando me ligaram e me contaram da decisão. Agora vou poder colocar o nome que eu queria mesmo”, afirmou, quando soube da decisão judicial.

O sobrenome que Renata “queria mesmo” é uma homenagem a uma espécie de padrinho que tinha quando vivia no abrigo. O senhor, que a visitava sempre e levava presentes e artigos de primeira necessidade, tinha o sobrenome “Ramos de Lima”, que agora será adotado pela dona de casa e pelos filhos dela. “Ele é que era meu pai. Não era meu pai de verdade, mas, para mim, era como se fosse. Ele já faleceu e eu quis ser registrada com um sobrenome igual ao dele”, revela.

Renata afirma que agora está muito feliz, porque, enfim, terá como obter documentos necessários para que ela exista enquanto cidadã e que permitem o acesso a todos os direitos e serviços públicos disponíveis, incluindo a busca por um trabalho. “Também vou poder entrar com a ação para mudar o registro dos meus filhos e pedir a guarda do mais velho, que mora comigo, mas está na guarda do pai”, comenta a dona de casa.

Traumas e consequências

As consequências de um registro de nascimento incompleto se estendem aos dois filhos de Renata, uma menina de sete meses e um menino de quatro anos de idade. A bebê se chama Débora Evellyn e possui apenas o sobrenome do pai e somente o nome “Renata” onde se deve constar o nome da mãe. O mesmo ocorre com o filho mais velho, Hugo Gabriel, que possui apenas o sobrenome do ex-companheiro de Renata. Com a inclusão do sobrenome em seu registro de nascimento, Renata deseja também corrigir os registros de nascimento de seus filhos, evitando que eles passem pelos mesmos constrangimentos vivenciados por ela.

A falta de um sobrenome também marcou a vida de Renata com memórias tristes da infância no abrigo. Ela lembra que era alvo de zombarias por parte das outras crianças, o que a deixava desanimada. “As outras crianças ficavam tirando brincadeiras comigo, dizendo assim: ‘Tu não tem pai, nem mãe, tu não tem nem sobrenome’”, conta.

Sem ter documentos completos, Renata lembra, ainda, que não sabia nem quando era seu aniversário, hoje comemorado no dia 25 de agosto. “Eu soube depois de maiorzinha, quando eles (no abrigo) colocaram lá no mural. Mas não sei se é um dia inventado ou se é a data em que eu cheguei no abrigo”, comenta.

Em anos de busca por um registro com sobrenome, Renata conta que ouviu em um cartório que procurou que só poderia realizar esse sonho se casasse e incluísse o sobrenome do marido em seus documentos. Mas, mesmo vivendo em uma união estável com o auxiliar de serviços gerais desempregado, Carlos Endreo, 30, com quem tem uma filha de sete meses, Renata é enfática ao responder porque não quer apenas o sobrenome de um marido: “Eu não! Quero não! Quero ter o meu nome mesmo!”, afirma.

Renata procurou a 9ª Defensoria Pública, na unida
de descentralizada do Pronto Atendimento ao Cidadão (PAC) do Shopping Manaus Via Norte no dia 14 de março e a ação requerendo a inclusão do sobrenome fictício foi proposta no dia 22 do mesmo mês. No processo, a defensora pública Heloísa Helena Queiroz de Matos Canto argumentou que a falta do sobrenome vinha causando constrangimentos à Renata e impedindo a prática de determinados atos da vida civil, como a expedição de RG e CPF, e que toda pessoa tem direito ao nome, incluindo o sobrenome, como defluência do princípio da dignidade da pessoa humana.

“É a primeira vez que me deparo com uma situação como a vivenciada por Renata. A completa falta de sobrenome lhe trouxe enorme constrangimento por toda a vida e a impediu de exercer direitos civis. Ainda que seus pais sejam desconhecidos, Renata tem direito a um sobrenome fictício, como foi reconhecido. É o que diz a Convenção Americana de Direitos Humanos”, explica a defensora pública.

Fim de uma busca de anos

Para preservar a própria dignidade e para ser uma cidadã com acesso a todos os direitos civis e serviços públicos disponíveis, Renata vinha buscando a inclusão de um sobrenome em seu registro de nascimento desde os 18 anos. Ela conta que, assim que deixou o abrigo, começou a procurar uma forma de obter o sobrenome e, assim, requerer todos os demais documentos, como Carteira de Identidade, CPF, Carteira de Trabalho, Título de Eleitor, etc.

Renata quer, e precisa, dos documentos, até para procurar trabalho. Após deixar o abrigo para crianças, ela foi acolhida na residência de uma senhora que a recebeu sob indicação da equipe do abrigo. Morou com ela por quatro anos, tentando começar a vida de adulta em busca de um emprego. Mas Renata diz que a falta de documentação dificultou a conquista de um posto de trabalho. “Só consegui trabalhar em casa de família, como doméstica, e em uma panificadora, como atendente. Foi onde me aceitaram sem documento”, relata.

Renata conta que o registro de nascimento apenas com seu prenome foi requerido pela equipe do abrigo, mas o documento não era aceito para a requisição do restante da documentação. Tanto, que ela teve dificuldades até para realizar o parto de seu primeiro filho, quando foi preciso passar por uma cirurgia cesariana. E, como prova do problema, ela mostra um encaminhamento dado pelo Ministério Público do Estado (MPE), por meio da 28ª Promotoria de Justiça Junto ao Juizado da Infância e da Juventude, para que a unidade de saúde a atendesse.

*Com informações da assessoria de imprensa

Original disponível em: http://www.acritica.com/channels/manaus/news/mulher-que-cresceu-sem-os-pais-em-orfanato-conquista-direito-de-ter-sobrenome-fictício

Reproduzido por: Lucas H.