quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Ano teve reencontros e vidas transformadas com a ajuda dos leitores (Reprodução)

30/12/2016

Em 2016 o Lado B narrou histórias de pessoas que inspiraram uma rede de colaboradores e muita ajudana hora de resolver uma diversidade de questões envolvendo esses personagens de Campo Grande. 

Gabriel Nunzio, por exemplo, só encontrou sua "heroína" porque muitas pessoas se sensibilizaram com a história do rapaz de 20 anos, vivo hoje graças a uma enfermeira.

O estudante foi socorrido em um ponto de ônibus pela técnica em enfermagem Bruna Moraes de Souza. A história emocionou pela sorte de Bruna estar no lugar certo e na hora certa, ao lado de Gabriel. Foi ela quem fez a massagem cardíaca durante 9 minutos à espera da ambulância. 

Tudo que a família queria, era encontrar Bruna, para uma abraço, e agradecer pessoalmente pela vida ter colocado ela no caminho de Gabriel. Depois que a Lado B publicou a reportagem, a família finalmente conseguiu localizar a pessoa, que eles chamaram de "anjo da guarda".

O jovem ficou em coma durante 54 dias, os médicos chegaram a dizer que o caso dele seria irreversível. Os pais, Paula Nunzio e José Carlos Nunzio, nunca deixaram de lado a fé e o filho voltou para casa em setembro, após quase dois meses internado. Gabriel ainda não fala e nem anda, mas movimenta as pernas, pisca e corresponde a todo gesto de carinho da família. 

Hoje, Paulo descreve com emoção todas fases de recuperação do filho. "A gente luta pela recuperação total dele e lembra todos os dias de Bruna. Ela foi decisiva na nossa vida, se importou com uma pessoa desconhecida e transformou nossos dias. Graças a ela, Gabriel está vivo", lembra o pai. 

A reportagem foi a mais lida no dia da publicação e movimentou as redes sociais com 656 compartilhamentos. 

Surpreendente foi acompanhar a repercussão do sonho de Anne Alias Manoune, de 28 anos, que mora na França. Pelas redes sociais, ela publicou um apelo em busca de encontrar a mãe biológica que é de Mato Grosso do Sul. Quando Anne conversou com o Lado B, sabia que foi adotada ainda bebê por um casal francês e que a mãe não tinha condições financeiras de criá-la. 

Quando a reportagem foi publica, na manhã do dia 15 de dezembro, Anne teve a resposta que tanto esperava de um jeito surpreendente. Em menos de duas horas, a mãe foi localizada no município de Naviraí.

Tamanha foi a felicidade de Anne e da irmã biológica, também identificada, que agora o sonho é poder abraçar Anne que está tão longe. "Na vida não é só maldade, há pessoas boas como essas que ajudaram a compartilhar essa história. Todos que ajudaram, gostaria de agradecê-los. Dizer um muito obrigado", comenta, Adriana Alves, 31 anos, irmã de Anne.

Depois da reportagem, Adriana diz que Anne foi um verdadeiro presente de Natal que a família recebeu. "Hoje é a alegria para a família toda, principalmente, para minha mãe. Mas ela está longe e sem condições financeiras para esse encontro que tanto esperamos. Creio que ela virá ao Brasil e esse encontro será a libertação para todos. Foi o nosso mais precioso presente de Natal", declara. Agora Anne lançou uma vaquinha na internet para tentar arrecadar dinheiro e vir ao Brasil em abril.


Original disponível em: http://www.campograndenews.com.br/lado-b/comportamento-23-08-2011-08/ano-teve-reencontros-e-vidas-transformadas-com-a-ajuda-dos-leitores

Reproduzido por: Lucas H.

Pais biológicos de adotados terão nomes revelados em NJ (Reprodução)

29/12/2016

Aqueles que desejam manter o anonimato devem enviar o pedido ao Departamento de Saúde de New Jersey até 31 de dezembro

O tempo está passando para os milhares de pais biológicos de crianças dadas para adoção que querem permanecer no anonimato. Daqui a menos de 1 semana, New Jersey finalmente permitirá que adultos adotados conheçam os nomes de seus pais biológicos, algo que anteriormente era somente permitido através de ordem judicial. Os pais biológicos de aproximadamente 300 mil crianças adotadas terão até a última semana de dezembro para pedir que seus nomes sejam removidos da certidão de nascimento original da criança, caso queiram permanecer anônimos.  Os pais biológicos de crianças a partir de 1 de agosto de 2015 não podem alterar os dados na certidão de nascimento original.

O antigo estigma social associado com a maternidade solteira, não planejada ou indesejada fez com que as autoridades mantivessem os nomes dos pais biológicos em segredo com medo de que eles pudessem ser chantageados. Até segunda-feira (19), 244 pais pediram para permanecer no anonimato, enquanto 744 adotados pediram para saber o nome de seus pais biológicos, informou a porta-voz do Departamento de Saúde (HD), Donna Leusner.

Os pais biológicos que pedirem o anonimato poderão reverter a decisão posteriormente e ter suas identidades reveladas. O desejo por privacidade foi um dos principais argumentos utilizados pelos oponentes durante a luta de 34 anos para manter os dados dos pais biológicos no anonimato, a não ser no caso de ordens judiciais. Entretanto, a Coalisão a Favor da Reforma na Adoção & Educação de New Jersey pressionou para a abertura dos arquivos, argumentando que os adultos têm o direito de saber a verdade sobre suas origens, particularmente no que diz respeito ao histórico médico familiar.
Os pais biológicos que optarem por ser contatados podem pedir que isso seja feito diretamente ou através de um intermediário, que pode ser uma agência de adoções. Entretanto, para que o formulário de autorização de contato seja aceito, os pais biológicos devem preencher outro formulário contendo o histórico médico, cultural e social. Até segunda-feira (19), 199 pais biológicos forneceram seu histórico médico.

Até o momento, 166 pais biológicos preencheram o pedido para manter os dados contidos na certidão de nascimento original das crianças no anonimato. A Conferência Católica de New Jersey demonstrou preocupação com os pais biológicos que tenham se mudado do estado e, portanto, não tomaram conhecimento da mudança na lei de privacidade. A entidade está divulgando a mudança através de membros da igreja e estabeleceu a hotline: (609) 989-4809 de ajuda aos interessados.
Aqueles que desejam manter o anonimato devem enviar o pedido ao Departamento de Saúde de New Jersey até 31 de dezembro. A partir de janeiro, New Jersey se juntará a Alabama, Alasca, Colorado, New Hampshire, Oregon, Rhode Island, Havaí, Kansas e Maine em oferecer aos adotados o acesso às certidões de nascimento originais sem restrições.

Original disponível em: http://www.brazilianvoice.com/bv_noticias/pais-biologicos-de-adotados-terao-nomes-revelados-em-nj.html

Reproduzido por: Lucas H.

Adoção é tema de capacitação com a área materno infantil no HSC (Reprodução)

29/12/2016

O Serviço Integrado de Atendimento Psicossocial (SIAP) e as residentes de Psicologia e Serviço Social do Hospital Santa Cruz (HSC) realizaram, durante o mês de dezembro, capacitações com técnicos de enfermagem e enfermeiros da Maternidade e da Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) da Instituição. O objetivo foi de aprimorar os processos de adoção e acolhimento institucional de crianças atendidas na casa de saúde.

O foco das ações foi desmistificar os processos eapresentar os fluxos de atendimentos de ambos os casos às equipes, pensando na prevenção de riscos sociais envolvendo o público infanto juvenil, cujos direitos à proteção e à vida estejam ameaçados. Também, esclarecer que a entrega do filho para a adoção é um direito assegurado às mães e gestantes, visando ao princípio fundamental da adoção – Art. 43 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).

Os processos vigentes possuem interface com a Promotoria e Juizado da Infância e Juventude das comarcas que atendem à cidade de origem da criança e/ou gestante. As capacitações terão continuidade no ano de 2017, atingindo ainda o Centro Obstétrico e as equipes noturnas da área materno infantil.

Original disponível em: http://gaz.com.br/conteudos/regional/2016/12/29/86711-adocao_e_tema_de_capacitacao_com_a_area_materno_infantil_no_hsc.html.php

Reproduzido por: Lucas H.

Westcon-Comstor destina verba de marketing a instituições de caridade (Reprodução)

29/12/2016

Westcon-Comstor destina verba de marketing a instituições de caridade

Pelo terceiro ano consecutivo, gastos com brindes de final de ano foram revertidos a favor de iniciativas beneficentes

A Westcon-Comstor, distribuidora das principais tecnologias globais de TI, decidiu reverter, pela terceira vez consecutiva, toda a verba de brindes de fim de ano para três instituições localizadas na cidade de São Paulo. A iniciativa, realizada em parceria com fabricantes que representa, beneficiou este ano o Centro de Apoio à Criança Carente com Câncer Cândida Bermejo Camargo, a Associação Em Prol da Vida e o Lalec - Lar Amor, Luz e Esperança da Criança.

Responsável pelo marketing da Westcon-Comstor, Daniela Cardoso valoriza a oportunidade de proporcionar um fim de ano especial às crianças e aos jovens atendidos por essas entidades: “nossa mensagem de final de ano destaca que apoiar projetos sociais significa estabelecer uma conexão com o futuro. Acreditamos nisso e queremos, na prática, contribuir com três projetos sociais que fazem a diferença”, afirma.

O Centro de Apoio à Criança Carente com Câncer Cândida Bermejo Camargo - CACCC-CBC (www.centrocbc.org) nasceu com o objetivo de proporcionar às crianças e a seus acompanhantes que vêm à cidade de São Paulo em busca de tratamento uma extensão de seus lares – com moradia, alimentação, transporte e o que se fizer necessário para seu bem-estar.

Já a Associação Em Prol da Vida (www.emproldavida.org.br) foi fundada em 2012, com o intuito de oferecer oportunidades para crianças e jovens das comunidades próximas, prestando serviços nas áreas de educação, esporte, lazer e cultura, de modo a resgatar a dignidade e a promover a inclusão social. A ONG também ajuda gestantes e outros públicos.

A terceira instituição apoiada foi o Lalec – Lar Amor, Luz e Esperança da Criança (www.lalec.com.br), uma entidade beneficente de assistência social, não-governamental e sem fins lucrativos, que abriga crianças abandonadas ou que sofreram maus tratos, garantindo a elas o direito a um lar enquanto aguardam sua reintegração à sociedade, seja na própria família ou em famílias adotivas.

Em 2016, a Westcon-Comstor também apoiou a festa de final de ano do Instituto Bola pra Frente (www.bolaprafrente.org.br), instituição da qual já é parceira tradicional. Fundado pelo tetracampeão mundial de futebol Jorginho no ano 2000, o Bola pra Frente utiliza o esporte como ferramenta para o desenvolvimento social, em comunidades dos bairros de Guadalupe e Deodoro, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O instituto atende crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos, regularmente matriculados na rede pública de ensino.

Sobre a Westcon-Comstor

A Westcon-Comstor (WestconGroup Inc.) é um distribuidor de valor agregado, atuando globalmente com as principais soluções de tecnologias de segurança; comunicação unificada e colaboração; rede e data center. Está transformando a cadeia de suprimentos de tecnologia com os recursos que oferece em nuvem, implementação global e serviços. Combina conhecimento técnico e de mercado com programas de capacitação de seus parceiros, que estão entre os fabricantes líderes do setor. E entrega resultados em função do estreito relacionamento que mantém em suas parcerias. A empresa chega ao mercado com as marcas Westcon e Comstor.

Autor: SHEDI - Silvia Helena Editora
Fonte: O Nortão


Reproduzido por: Lucas H.

Adoção: um grande gesto de amor! (Reprodução)

29 de dezembro

Adoção no dicionário é o processo legal que consiste no ato de se aceitar espontaneamente como filho de determinada pessoa, desde que respeitadas as condições jurídicas para tal. Mas adoção é muito mais do que isso. É um gesto de amor ao próximo.

Michael, esse menino lindo da foto, tem 3 aninhos, mas já sabe exatamente o que essa palavra significa. Apesar da pouca idade ele comemora ter sido escolhido entre tantos outros para ter uma família. A alegria dele é tão contagiante que o tweet feito pela irmã adotiva , Dezhianna Brown, de 17 anos, já foi repostado mais de 57 mil vezes.

A imagem mostra Michael com uma placa na qual se pode ler: “Por algumas coisas, vale a pena esperar. Depois de 832 dias em lares provisórios, hoje eu fui adotado!”. Mas o que chama a atenção é o brilho no olhar, a carinha de felicidade do pequeno. A vibração dele. Michael é a imagem da esperança em dias melhores.

Adoção é pra quem tem coração gigante

Antes do processo ser finalizado Michael já tinha passado por 3 lares provisórios. Um deles foi da agora mãe adotiva, Tara. Viúva, mãe biológica de outras três meninas e adotiva de outros seis filhos (isso mesmo, são dez filhos no total e ela diz que ama todos da mesma maneira, como a maioria das mães que eu conheço). Ela decidiu por mais uma adoção para “fazer a diferença na vida de alguém”. Conseguiu. Mais do que isso. Deu uma lição para o mundo. E calou a boca de quem tem sempre uma desculpa na ponta da língua para não estender a mão para quem precisa.

“Isso é a prova do que eu sempre acreditei: você não precisa ser um casal com uma casa enorme ou uma grande renda para oferecer às crianças o que elas precisam. Você só precisa amá-las e ter um coração enorme”, disse a revista People.

Segundo Tara, todas as manhãs Michael se aproxima de seu e diz o quanto está feliz. Nem precisava dizer, Tara. Essa imagem é a prova disso.

Original disponível em: https://www.familiamudatudo.com.br/adocao-um-grande-gesto-de-amor/

Reproduzido por: Lucas H.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Após anos de espera, catarinense adota duas crianças e tem 2016 marcado como o ano em que a família ficou completa (Reprodução)

28/12/2016

Priscilla Aitelli, 38 anos, sonha ser mãe desde a infância.  Mas, como muitas mulheres contemporâneas, primeiro dedicou-se à carreira e buscou a estabilidade financeira, para depois pensar em ter filhos. Formou-se em biologia, fez duas pós-graduações, casou, se separou. Depois disso, começou a namorar novamente. Silvio Faustino, 44 anos, logo lhe disse que tinha muita vontade de ter filhos. Era o empurrãozinho que faltava.

Durante alguns anos tentaram a gravidez natural, depois a reprodução assistida. Neste meio tempo, começaram a pensar na gestação do coração: a adoção. Passaram por todas as etapas do processo, até serem incluídos no Cadastro Nacional da Adoção, em 2014.

— A partir daí começamos a aguardar ansiosamente por nossos filhos (podia ser mais de um) — conta Priscilla.

Em dezembro de 2015, souberam da possibilidade de adotar um menino de 11 anos. No dia 11 de março de 2016, finalmente o chamado para que fossem até a casa-lar onde o menino vivia junto com a irmãzinha biológica de apenas três meses de vida.

— Quando estacionamos o carro vi de longe um menino magrelo todo arrumadinho, era ele! — relembra.

 Sete meses de espera
 Depois de quatro dias de intensa convivência com Marcos e Érica*, Priscilla e Silvio retornaram para casa, em Palhoça, com o filho. A felicidade, porém, não estava completa, pois Érica precisou ficar. O casal queria adotá-la também, mas naquele momento não era possível, já que o processo de destituição familiar ainda não havia sido julgado.

Foram sete meses de espera e muita angústia até o dia 30 de setembro, quando Érica, enfim, estava apta à adoção. A família, então, ficou completa.

— O ano de 2016 foi maravilhoso, pois o sonho familiar se concretizou. Não só meu e do Silvio, mas da nossa família toda, que esperava com ansiedade a chegada das crianças.

O Natal em família, com os filhos, foi exatamente como Priscilla e Silvio sempre sonharam. Até o pai dela, que há muito tempo não se vestia de Papai Noel, tirou a poeira da roupa, fez uma barba nova e fez a alegria das crianças, como fazia antigamente com os filhos.

— Reunimos todos aqui para agradecer esse ano em que a família se uniu mais do que nunca. Ano em que estivemos juntos para acolher nossos filhos, passar pelas dificuldades da adaptação também, mas acima de tudo, para amar incondicionalmente — resume a mãe, para quem 2016 foi o melhor de todos os anos da vida.

Quem quiser acompanhar as histórias da família, pode acessar o blog da Priscila.
 (*) Os nomes das duas crianças são  fictícios, a pedido da família


Reproduzido por: Lucas H.

Leandra Leal posa com a filha Julia pela primeira vez, Confira! (Reprodução)


A atriz Leandra Leal voltou ao ar com a personagem Rosário na reprise de Cheias de Charme, exibida no Vale a Pena Ver De Novo, mas a aparição que realmente bombou nas redes sociais foi uma imagem rara da atriz compartilhada no Instagram.

Comemorando o aniversário de Alê na última segunda-feira, dia 26, a família se reuniu para fazer um bolo de aniversário para ela. Ao lado de sua mãe, Angela, e a amiga, Marai Valente, Leandra aparece com Julia no colo. O clique foi feita pela amiga Thaysa Jafet.

Leandra e o marido Alê Youssef adotaram este ano a filha Julia, mas optaram pela discrição durante o processo de adoção. “Eles não podiam falar antes. Mas sim, adotaram uma menina que se chama Julia”, confirmou a assessoria de imprensa da atriz. Os dois estão juntos desde 2010 e, em 2012, assinaram um termo de união estável.

Leandra Leal e Alê Youssef recentemente fizeram homenagens à filha, Julia, ao tatuarem o nome da criança. Porém, preservaram a filha até que o processo de adoção fosse completado, mas agora já podemos conhecer a mais nova integrante da família, que por sinal já vem envolvida em muito amor.

Por Agência de Noticias


Reproduzido por: Lucas H.