quarta-feira, 29 de outubro de 2014

RICKY MARTIN APOIA A ADOÇÃO POR HOMOSSEXUAIS


28.out.2014
Por: Kelly Cesco
Fonte: Noticias.com
Cantor Ricky Martin entra com apoio a causa gay por adoção de crianças em Porto Rico. O cantor que agora é pai dos gêmeos Matteo e Velentino está a cada dia mais engajado na causa.
Por meio das redes sociais o cantor Ricky Martin mostrou seu apoio à comunidade gay de Porto Rico, devido a seu pedido ao poder executivo para que aprovem a lei que permita aos homossexuais a opção de adotar uma criança.
O artista porto-riquenho, abertamente gay e pai dos gêmeos Matteo e Velentino, expressou na semana passada a sua oposição a decisão do juiz federal Juan Pérez Giménez de recusar os pedido de vários casais homossexuais que solicitavam os matrimônios em alguns estados dos EUA.
“Lamento a decisão de Porto Rico sobre os ‪#‎matrimonioigualitario‬, porem eu sei que iremos vencer esta apelação. Direitos para todos os amores”, disse o artista na sua conta de Twitter.
A opinião do juiz, a politica porto-riquenha quanto ao casamento entre as pessoas do mesmo sexo, não devem a decisão aos juízes e sim ao poder legislativo da ilha, após o debate entre os cidadãos e seus representantes eleitos.
Ricky Marrin apoia a causa gay em Porto Rico. (Foto: Twitter).
http://br.noticias.com/famosos/ricky-martin-apoia-a-adocao-por-homossexuais.html

Assessor da Presidência da ANAMAGES participará do XI Encontro Estadual dos Grupos de Apoio à Adoção do RJ


28/10/2014 | Categoria: Destaques
O Assessor da Presidência da Associação Nacional dos Magistrados Estaduais, o Juiz de Direito do Tribunal de Justiça da Bahia, Dr. Vitor Bizerra, irá participar do XI Encontro Estadual dos Grupos de Apoio à Adoção do RJ. O evento acontece no dia 1º de novembro, próximo sábado, no Campus Tom Jobim, Universidade Estácio de Sá, Centro Empresarial Barra Shopping - Av. das Américas, 4.200 – Bloco 11 - Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O Encontro reunirá pretendentes, adotantes, pais, profissionais e demais interessados na adoção. As inscrições podem ser feitas através do 11eegaarj/blogspot.com.br e do 11eegaarj@gmail.com.
Dr. Vitor Bizerra irá participar da primeira mesa de discussão do Encontro, que terá como tema a questão: Família é para sempre? Participam também da discussão: Katia Maciel, Procuradora de Justiça do Estado do RJ, Presidente da Comissão da Infância e da Juventude do IBDFAM e um representante da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro. A discussão contará com a participação da moderadora Catia Veloso, Psicóloga, Perita Judicial.
A organização e a coordenação do evento estão a cargo de: Leyla Cury, Luiz Eduardo (Lula) e Sylvania Morani, do Grupo de Apoio Rosa da Adoção; Marisa Marques, do Grupo de Apoio Flor de Maio; Patricia Glycerio e Solange Diuana, do Grupo de Apoio Café com Adoção; Silvana do Monte Moreira, da ANGAAD Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção), além da 1ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Capital do Rio de Janeiro.
Confira a programação completa do XI Encontro Estadual dos Grupos de Apoio à Adoção do RJ:

08:00 às 9:00 – Credenciamento

09:00 às 09:20 - Mesa de abertura: TJRJ/ ESTÁCIO/ANGAAD

09:20 - 1ª Mesa: Família é prara sempre?
Katia Maciel, Procuradora de Justiça do Estado do RJ, Presidente da Comissão da Infância e da Juventude do IBDFAM.
Vitor Bizerra, Juiz do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia.
Representante da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro.
Moderadora: Catia Veloso, Psicóloga, Perita Judicial.

10:50 - 11:05 - Depoimento: Marcelo e Dione Carvalho.

11:05 - 2ª Mesa: Acolhimento: De onde vim? Para onde vou?
Aline Peçanha, Coordenadora do UMRS
Ana Carolina Eliana Olinda, Psicóloga Judiciária.
Maristela Gonzaga, Assistente Social Judiciária .
Sandro Pitthan Esp índola, Juiz do Tribunal de Justiça do Estado do RJ.
Moderadora: Roberta Conti, psicóloga.

12:35 - 12:50 - Depoimento: Patricia.

12:50 - 14:00 - Almoço livre.

14:00 - Desafios da Adoção: Contribuição dos Grupos de Apoio à Adoção
Condutora da discussão: Eliana Bayer, Psicóloga Judiciária.
(1) Grupo de Adoção Tardia – Tatiana Moreira, psicóloga / VIJI Capital
(2) Pós-Natal da Adoção - Trabalho com adotantes e crianças - Elizabeth Capistrano,
psicóloga / GAA Ana Gonzaga.
(3) Grupo Refl exivo para Pretendentes à Adoção - Marisa Alvares dos Anjos / Quintal de Ana.
(4) Visita aos Abrigos - Lúcia Carvalho, voluntária/ Ana Gonzaga II.
(5) Trabalhos desenvolvidos no estado do Rio de Janeiro - Niterói / Edna Orlando -
Resende / Claudio Menonça - Paracambi/ Ana Paula Monteiro - Guapimirim / Célia
Vital - Duque de Caxias / Luziê Santana.

15:30 - Cofee Break

16:00 - Arranjos Familiares: Quem são as novas famílias?
Raquel Chrispino, Juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Lidia Levy - Psicóloga, PUC-RJ.
Marcelo Santoro Pires de Carvalho Almeida, Advogado, Professor da Universidade Mackensie Rio.
Moderador - Dália Tayguara, Advogada.

17:30 Depoimento - Carlos Marques de Oliveira e Andre Luiz de Souza.

17:45 - Escolha Sede 12º EEGAARJ

18:00 - Coquetel e Lançamento Guia de Adoção.

http://anamages.org.br/index.php?view=detalhe.publicacao&url_amigavel=assessor-da-presidencia-da-anamages-participara-do-xi-encontro-estadual-dos-grupos-de-apoio-a-adocao-do-rj

terça-feira, 28 de outubro de 2014

MÃE JUIZ-FORANA CRIA LIVRO PARA EXPLICAR AOS FILHOS SOBRE A ADOÇÃO


Terça, 28 Outubro 2014
Por G1 | Para: CBN Foz
Há muitas maneiras diferentes de se formar uma família. Para a escritora juiz-forana, Fabiana Nogueira, e o marido, Klaus Chaves, por exemplo, a adoção de três crianças trouxe tudo o que faltava para a felicidade do casal ser completa. E o processo de "gestação" foi tão bonito, que o casal quis contar para o primeiro filho toda a história de maneira especial: de forma lúdica, própria para a idade, com a ajuda de um livro. Como não conseguiram achar títulos que atendessem ao que queriam, a mãe resolveu encarar a missão e escreveu uma obra de forma caseira para os amigos.
Porém, o projeto cresceu, tomou uma proporção muito maior e virou um livro publicado pela Lei Murilo Mendes. Agora, ajuda tantas outras famílias trazendo para discussão o tema da adoção. "O livro é perene, ele não se desfaz. Ele é palpável e a criança é muito concreta. O meu filho mais velho, Léon, folheia o livro dele desde pequeno e os mais novos também. A ideia é deixar isso à vontade, justamente para naturalizar o processo", contou Fabiana Nogueira.
Léon Nogueira era recém-nascido quando foi adotado. Tinha apenas 19 dias. Dois anos depois, foi a vez dos gêmeos Théo e Pietro chegarem à família. "Tentamos a gravidez, mas não deu certo. E descobrimos que queríamos um filho, mais do que queríamos uma barriga. E aí adoção apareceu como um caminho natural para realizar esse sonho. Eu acho que todo filho nasce primeiro no coração de quem quer", falou a mãe.
Para produzir o primeiro livro, foram quatro meses de trabalho. E, agora, a ideia cresce junto com os três filhos do casal. Dos 300 exemplares da primeira edição, atualmente já são três mil. O livro ganhou repercussão e foi parar em escolas públicas e até na Vara da Infância e da Juventude. A obra também ganhou um site, onde também é possível comprar exemplares do livro.
http://www.cbnfoz.com.br/editorial/brasil/minas-gerais/28102014-226414-mae-juiz-forana-cria-livro-para-explicar-aos-filhos-sobre-a-adocao

CRIANÇA DE UM ANO É ENCONTRADA ABANDONADA EM PÉSSIMAS CONDIÇÕES DE HIGIENE EM AFOGADOS DA INGAZEIRA


Segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Uma criança foi encontrada abandonada no bairro São Brás, Af. da Ingazeira-PE, na noite desse sábado (25).
A vizinhança informou a polícia que uma criança de um ano de idade se encontrava na residência sozinha, pois sua mãe, Wanderlanne Freitas, 26 anos, desempregada, havia saído.
A porta da residência foi arrombada e a criança foi encontrada despida e sem higiene básica sobre um colchão. A casa estava em estado precário de limpeza.
A ocorrência foi desenvolvida com a presença da conselheira tutelar, onde a mesma conduziu a menor a casa de apoio e a acusada foi repassada à DP para medidas legais.
http://www.blogdoluizcarlos.com.br/2014/10/crianca-de-um-ano-e-encontrada.html

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

DILEMAS DA ADOÇÃO SÃO TEMA DE DEBATE NA SOCIEDADE PSICANALÍTICA DO RIO


27.10.2014
Jornal do Brasil
O Brasil tem hoje 44 mil crianças vivendo em abrigos, mas somente 5.500 estão disponíveis para adoção. Na outra ponta, quase 30 mil famílias estão na fila de espera do Cadastro Nacional de Adoção (CNA). O tempo de espera por um filho adotivo é longo pelo necessário rigor e o cuidado com as crianças e adolescentes, respeitando os seus direitos com relação à convivência familiar. O tema é um desafio de grandes dimensões e será debatido na Jornada de Adoção: Limites e Possibilidades, no próximo dia 8, na Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro (SPRJ).
As exigências do processo de habilitação, bem como as dificuldades de adaptação e as expectativas sobre o convívio familiar, serão analisadas no evento. Afinal, o que motiva a adoção: um ato de amor, o preenchimento de carências afetivas, uma decisão humanitária ou o desejo de ser pai / mãe? Como lidar com as expectativas de pais e filhos adotivos? Especialistas vão apresentar visões plurais sobre o tema e detalhar aspectos legais da adoção.
De acordo com a psicanalista Cynthia Ladvocat, terapeuta familiar e conselheira da ONG Terra dos Homens, apesar de todo um trabalho frente a nova cultura da adoção, ainda existe no Brasil um dilema sobre o perfil da criança desejada. A maioria das famílias prefere adotar crianças pequenas, o que torna a espera mais longa e difícil. Qual a dificuldade dos pais na perspectiva de uma adoção tardia, ou seja, em acolher como filho uma criança acima desse perfil idealizado?
Durante a Jornada, será lançado o Guia da Adoção, coletânea de textos que abordam a adoção nos campos jurídico, social e psicológico, bem como na família. O livro serve de orientação para profissionais que atuam no meio, como psicanalistas, psicólogos, advogados, assistentes sociais e técnicos da Justiça.

SERVIÇO:
Jornada de Adoção: Limites e Responsabilidades
Palestrantes: Sávio Bittencourt, Maria Bárbara Toledo Andrade e Silva, Gina Khafif Levinzon, Rebeca Nonato Machado, Cynthia Ladvocat, Maria Inês Mac-Culloch, Tania Feital, Solange Diuana e Lidia Levy.
Data: 8 de novembro
Horário: das 9h às 17h30
Local: Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro (SPRJ)
Endereço: Rua Fernandes Guimarães 92 - Botafogo
Inscrições: (21) 2295-3148 e pelo site www.sprj.org.br

http://www.jb.com.br/pais/noticias/2014/10/27/dilemas-da-adocao-sao-tema-de-debate-na-sociedade-psicanalitica-do-rio/

OS DESAFIOS ENFRENTADOS NA FILA DE ADOÇÃO


27/10/2014
Jornal Futura - Canal Futura
Fila de espera de adoção é o dilema que aparece nos dados oficiais. Mas por que o tempo de espera se alonga?
A primeira resposta tem a ver com as exigências feitas pelas pessoas que se habilitam à adoção.
A equipe da TV UMESP foi até uma casa de passagem em São Bernardo do Campo, São Paulo, e discute esse tema na reportagem.
https://www.youtube.com/watch?v=-7CTGWRGF-0


QUANDO O SONHO NÃO SE REALIZA


26.10.2014
Por Maristela Duarte – São Paulo
O problema pode ser resolvido em diversos casos. Quando o casal percebe que tem dificuldade para engravidar, devem buscar ajuda especializada. Através de exames e análise, o médico pode detectar qual problema impede que o casal tenha filhos e assim sugerir o melhor tratamento para engravidar em cada caso.
Apesar da possibilidade de tratamento, em diversos casos a dificuldade ou impossibilidade de engravidar naturalmente pode gerar angústia e até mesmo abalar a relação do casal, que se sente impotente perante a situação. Quando isso ocorre é importante buscar também um psicólogo para ajuda-los a enfrentar a situação e encarar o tratamento adequado para enfim realizar o sonho de ter filhos.
Ter um sonho e não conseguir realiza-lo é frustrante, mas pode ser uma oportunidade de aprender. Aprender que nem tudo é como sonhamos e queremos, aprender a ser confiantes, que o companheirismo e apoio de quem amamos é muito importante e também aprender que tudo tem um motivo, mesmo que no momento não entendemos qual é.

ADOÇÃO É ALTERNATIVA
Quando o casal não consegue engravidar de jeito nenhum e não tem condições de pagar pelo tratamento, muitos optam por adotar uma criança. Tal gesto pode fazer a diferença na vida do casal e da criança que vai ter um lar e saber o significado da palavra família. Adotar uma criança no Brasil é um processo longo e burocrático, mas vale a pena.
Durante o processo também é interessante buscar apoio emocional e psicológico, uma vez que nem sempre é fácil aceitar, e criar uma criança que sabemos não ter saído do nosso ventre. Por outro lado, está a alegria de amar e ser amada incondicionalmente e também de saber que está propiciando uma nova vida a um pequeno ser que poderia quase não ter esperanças.
Ter filhos é uma grande responsabilidade, mas também um momento único na vida de uma mulher. Com eles nos sentimos realizadas e completas, além de termos certeza de que um pedacinho de nós estará sempre por aí. No entanto, também aprendemos o que é amor incondicional e também como é viver com uma parte de nós fora do nosso corpo, sem podermos mais controlar ou ficar sempre por perto, uma vez que um dia eles irão crescer e então será a vez deles formarem uma nova família e passarem pelos mesmos apertos e medos que nós.
Super beijos
Por Maristela Duarte – São Paulo
http://www.garotanotamaxima.com/quando-o-sonho-nao-se-realiza/