segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Entre deixar de forma legal o bebê para adoção ela preferiu a Colômbia para abortar (Reprodução)

9/12/2017

Rebeca Mendes Silva depois de não conseguir autorização do STF para fazer o procedimento de interrupção da gravidez divulga que foi a Colômbia para remover o filho.

Rebeca, que é estudante de Direito e mãe de dois meninos, um de 9 anos e o outro de 6, Rebeca descobriu a gravidez no dia 14 de novembro conseguiu rapidamente chegar ao maior órgão do judiciário brasileiro para tentar um pedido de aborto, que é contrário a legislação atual.

Rebeca, alegadamente pobre, mãe de dois filhos pequenos, estudante de direito, não sabia dos riscos de relações sexuais sem contraceptivos? Que os contraceptivos são distibruídos gratuitamente na rede de saúde pública, e que no caso das camisinhas, por exemplo, chegam a vencer por não serem retiradas?

Rebeca, estudante de nível superior, sabe que não pode alegar que poderia ter dido não ao parceiro caso ele não quando ele não colocou o preservetivo, e quando não o fez correu o risco de engravidar, o risco de ele não assumir e o risco de contrair doenças venéreas?

Rebeca, que mesmo sendo ainda uma estudante de direito entrou com uma ação de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo uma liminar (decisão provisória), não sabe que ela poderia deixar o filho logo ao nascer para adoção ainda no hospital de forma legal? que a fila de adoção de recém nascidos é maior que o número de crianças? o que não acontece infelizmente com crianças maiores.

Rebeca, a estudante de direito e já mãe de dois filhos, é tão inocente que fez isso por necessidade ignorando o resto, ou foi usada por partido político que não consegue apoio popular para suas posições - a razão de existir o partido - e assim abarrotam a justiça de processos tentando que ela legisle em seu favor?

Rebeca não sabe que a ONG que a levou para praticar o aborto fora do país, como todas as outras, promove a liberação do aborto mas nunca orientam que as mães não são obrigadas a ficarem a criança ao nascer?

Rebeca não sabe que a ONG que a levou para tirar a vida do terceiro filho para que ela não tivesse um "estresse" promove a liberação do aborto mas não promove que seja antes liberado no sistema de saúde público a esterilização, de homens e mulheres - evitando a gravidez - e nem mesmo criam associações para fornecer o procedimento de esterilizaçãoo de forma gratuita, como fazem para abortar, e com menos riscos que um aborto?

Rebeca, a estudante de direito que chegou ao Supremo Tribunal Federal, em poucas semanas para discutir um item já presente na constituição, mesmo tendo vários outros direitos a opções à seu favor, não é vítima. A vítima ficou na Colômbia.

Original disponível em: http://www.folhapa.com.br/artigo/247026/Entre-deixar-de-forma-legal-o-bebe-para-adocao-ela-preferiu-a-Colombia-para-abortar

Reproduzido por: Lucas H.

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